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Obrigado

[b] btreviewer [/b]
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Aldeia de João Pires

A cache by Diogo112 Send Message to Owner Message this owner
Hidden : 7/31/2009
Difficulty:
1.5 out of 5
Terrain:
1 out of 5

Size: Size: regular (regular)

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Geocache Description:

Fácil de encontrar, terreno acessível.

A Cache não se encontra nas coordenadas publicadas

Aldeia de João Pires

Usos e costumes.

Info em
Padroeira: Stª. Maria Madalena;
População: 280 habitantes;
Eleitores: 254;
Área: cerca de 11,2 km2;
Actividades Económicas: Criação de gado, pequeno comércio, agricultura;

Brasão: escudo de prata, uma lira de púrpura, cordoada de ouro, entre dois ramos de oliveira de verde, frutados de negro, cruzados em aspa na ponta; em chefe, à dextra, uma cruz da Ordem do Templo e, à sinistra, uma cruz da Ordem de Cristo. Coroa mural de prata de três torres. Listel branco, com a legenda a negro, em maiúsculas: «ALDEIA de JOÃO PIRES».

Bandeira: púrpura. Cordão e borlas de prata e púrpura. Haste e lança de ouro.

Selo: nos termos da Lei, com a legenda: “Junta de Freguesia de Aldeia de João Pires – Penamacor”.

Justificação
A pureza e limpeza, representam-se no escudo de prata, ou branco.
A Cruz de Rebolo, pela Cruz da Ordem dos Templários, que deve ser sempre acompanhada da Cruz da Ordem de Cristo. Ordem que sucedeu e substituiu a dos Templários.
A produção de azeitona é representada por dois ramos de oliveira, de verde, com frutos de negro.
A banda de música, tem o seu símbolo na lira, de púrpura, a cor de maior dignidade em Heráldica, para dar cor à bandeira.

Parecer emitido pela Comissão de Heráldica da Associação dos Arqueólogos Portugueses, nos termos da Lei nº 53/91, de 07 de Agosto, a 12 de Agosto de 1996 publicado no Diário da República nº 262 de 12 de Novembro de 1996. Os Símbolos Heráldicos da Freguesia encontram-se registados na Direcção Geral das Autarquias Locais com o nº 85/96 de 06 de Dezembro de 1996.

A HISTÓRIA

A Aldeia de João Pires fica situada a 9 kms a sul de Penamacor, sede de concelho.
Circundam-na as freguesias de Aldeia do Bispo (2 kms), Aranhas (3 kms), Salvador (6 kms) e Medelim (7 kms - Idanha-a-Nova).
O topónimo da freguesia atribui-se, segundo a lenda ao facto de um homem abastado, nesta terra, de nome João Pires, residente em Monsanto (ou no Alentejo) ter sido assassinado pelos habitantes da povoação (Aldeia de João Pires).

Diz a lenda que João Pires tinha um feitor que cumpria as ordens do patrão, mas que era pouco solícito para com os rendeiros, que, de ano para ano, se iam hostilizando mutuamente.
Num determinado ano, veio João Pires receber directamente as rendas, descarregando os rendeiros nele os ódios acumulados e matando-o.
O local do crime deu-se no sítio onde ainda hoje se encontra uma cruz, entre Aldeia do Bispo e esta Freguesia, com a data inscrita de 1728, a qual atribuem à morte de João Pires.
Cruz do Rebolo e Cruzeiro

O nome da Freguesia remonta à época de D. Dinis.
As origens e povoamento desta localidade são de tempos muito recuados, de acordo com vestígios arqueológicos, e remontam à época romana.

O Castro de Monsanto, tem definido sem margens para dúvida, é-lhe próximo, quer na data, quer na geografia.
Administrativamente Aldeia de João Pires pertenceu ao concelho de Monsanto até 28 de Setembro de 1843, data da sua extinção.
A partir dessa data integra o concelho de Penamacor.
Em termos paroquiais esta Freguesia foi curato a partir do séc. XIV.
A sua criação ficou a dever-se à igreja de Salvador, de que foi anexa.

Património Arquitectónico:

Igreja Matriz - Construída em 1741, sofreu algumas obras de reconstrução em 1926.
Em 2003 foram feitas grandes obras de restauro.
Possui, no seu interior, vários vitrais e a rosácea com a Cruz de Cristo talhada em granito, dignos de observação.

Cruzeiro do Espírito Santo - Composição que conta com três cruzes.
Para além deste agrupamento, existem na Freguesia várias cruzes cada uma com um significado específico.

Cruz do Rebolo - Esta cruz tem um significado muito próprio para a Freguesia e toda a sua população, pois representa a origem da Aldeia.
Serve de marco que limita o concelho de Penamacor com o antigo concelho de Monsanto.

Edifício da Sede da Junta de Freguesia - Este espaço que foi aproveitado de uma antiga horta.
Mantém os traços rústicos e rurais podendo observar-se ainda os antigos engenhos para tirar a água dos poços, devidamente protegidos.
A Nora - normalmente movimentada por um burro, que, de olhos vendados, davam voltas durante horas para movimentar o engenho.
A Picota ou Cegonha, ou Burra - a qual servia, e ainda hoje é utilizada, para retirar a água dos poços para a rega de propriedades agrícolas.
Neste local, considerado sala de visitas da Freguesia, ainda se mantêm várias árvores de fruto, tais como: limoeiro, figueira, romãzeira, etc.

Capela de São Miguel - Possui um recinto devidamente calcetado e ajardinado. Este é o local ideal para fazer um pic-nic, onde as mesas em granito não faltam para colocar o “farnel”.

Capela do Espírito Santo - Situada a norte da Freguesia.
Destaque para o seu velhíssimo cruzeiro em granito e o recinto em calçada recentemente arranjado.Nicho de Nª. Srª. do Bom Caminho - Fica situado junto à Estrada Nacional, no entroncamento com o caminho para o Campo de Tiro.

Fonte Pública, Chafarizes, alguns Fontanários e Bebedouros - Dispersos pela Freguesia, todos eles estão ligados à rede pública.

Fonte de Mergulho - Esta fonte servia de abastecimento de água à população antes de ser instalada a rede pública.
A fonte era aberta e a água era retirada com pequenos baldes amarrados a uma corda, que serviam para encher cântaros de barro e outras vasilhas, transportadas à cabeça pelas raparigas.
Este era o local onde os rapazes faziam a corte às raparigas, aqui começando muitos namoros.

Fornos Comunitários - neste momento encontram-se desactivados.

Casas Senhoriais - Até à década de sessenta/setenta muitas foram as famílias nobres que passaram pela Aldeia. Aqui ergueram inúmeras casas de grande porte, hoje em ruínas na sua maioria: Casa Franca, Casa Taborda, Oliveira Monteiro, Casa Dr. José Maria, etc.

Património Arqueológico:

Sepulturas, talhadas em rochas de granito. Aparecem em diversos locais, dispersos pela Freguesia, vestígios de outros povos: Objectos de Cerâmica, Ruínas de Lagares de Vinho, etc.
Existem, ainda, habitações, cuja construção se supõe de origem Judaica, Mourisca e Romana.

Património Natural:

Rochedos/Barrocos: Os nomes são variados e muito característicos – Barroco Gordo, Barroco das Costureiras (diz-se que se encostarmos o ouvido ao barroco, houve-se o barulho de uma máquina de costura em actividade), Barroco da Boina (porque a sua cúpula termina como se fosse uma boina na cabeça), Barroco da Lomba (considerado o maior macisso à superfície do concelho).

Miradouro: a nordeste da Freguesia, junto ao Barroco Gordo, existe um lugar natural, no qual não há a intervenção do homem, que serve de miradouro à Freguesia.
Daqui, avista-se uma paisagem maravilhosa.

Cursos de água: existem vários ribeiros que fazem parte desta beleza natural. Desaguam numa ribeira, cujo nome se desconhece e que constitui o principal curso de água da Freguesia.

Jardins: toda a área da Aldeia é considerada, sem falsas modéstias,
um belo jardim natural.
Destaque para o jardim que envolve a Casa Pública e as antigas hortas da Casa Franca.
A norte da Freguesia, pode admirar-se, do lado esquerdo, a imponência de um Plátano Gigante e o agrupamento de nove Sequóias com quase um século de existência.

Fauna: aqui as espécies são variadas; abundam o javali, coelho, lebre, perdiz, e algumas espécies de aves como a cegonha, peneireiro, poupa, etc.

Flora: o pinheiro bravo, o eucalipto, o sobreiro, a oliveira, o carvalho entre outras, são árvores que nesta região enriquecem toda a paisagem.

FESTAS E ROMARIAS

Imagem de Nª. Srª. da Graça
Gastronomia: Sopa de grão com massa, cabrito e borrego assados, enchidos, filhós e arroz doce;
Artesanato: Rendas, bordados e latoaria.

Festa da Senhora da Graça - 8 de Setembro.
De acordo com a liturgia, comemora-se o aniversário de Nossa Senhora, Mãe de Jesus.
O povo comemora este dia com grande fé, devoção e respeito.
É nesta altura que os “filhos da terra”, que, por circunstâncias da vida vivem noutras localidades, aproveitam para visitar a família e rever os amigos.

Festa de S. Miguel - 29 de Setembro.
Trata-se de um festejo muito antigo, do qual os mais antigos guardam memórias.
Conta, a tradição que a pedra que serviu para a construção desta Ermida, situada a sul da Freguesia, terá vindo de uma capela mais a sul, da Capela de S. Lourenço, demolida aquando da construção da Estrada Nacional.
A imagem de S. Lourenço encontra-se no Museu, onde se guardam muitas relíquias da Freguesia.
Capela de São Miguel

MOVIMENTO ASSOCIATIVO

Banda Filarmónica de Aldeia de João Pires

Associação Recreativa e Musical, que tem a seu cargo uma Escola de Música.

Embora com pouca dinâmica, ainda se organizam, durante o ano, diversas actividades com o objectivo de juntar e confraternizar com a população.
Ensaiados pelo Professor de Música da Banda Filarmónica, um grupo de participantes organiza-se para actuar a Cantar as Janeiras, as Alvíssaras (à meia noite de Sábado de Aléluia), o Carnaval, e outras situações.

Banda Filarmónica de Aldeia de João Pires - Fundada em 1924 pelo Padre José Maria Lopes Nogueira.

Confraria do Santíssimo Sacramento

Clube de Caça e Tiro

Clube de Pesca Desportiva

Património Cultural:

Encomendação das Almas - Cerimónia popular celebrada durante a Quaresma, onde um grupo de pessoas voluntárias se juntam, subindo aos balcões mais altos, entoando cânticos dolorosos e onde rezam pelas almas do purgatório, para que descansem em paz.
Todas as sextas-feiras, durante este período, são feitas ladaínhas.

Cantares das Janeiras - Vários grupos juntam-se desde a noite de Natal até ao dia de Reis, indo pelas ruas, de porta em porta, fazendo quadras aos moradores, começando pelo chefe de família, esposa e filhos.
As Moleirinhas - Janeiras - Encomendação das Almas
FACEP 2002 e 2003

No final canta-se assim:
"Venha-nos dar as Janeiras
Se as tem pra nos dar
Somos daqui mui longe
Temos muito que andar".

Quando os moradores não estão na disposição de atender os cantadores:
"O Toucinho é mui alto
A faca não quer cortar
Estas barbas de farelo
Não têm nada pra nos dar".

Folguedos de Entrudo

Grupo “As Moleirinhas” - Representam as Moleiras que antigamente recolhiam os cereais para levar para os moínhos, geralmente movidos a água – as Azenhas. Depois de moído o grão, traziam a farinha nos sacos de linho branco chamados Taleigos.

Os rapazes fariam quadras às moças que se dedicavam a esta actividade:
"Ó que lindos olhos tem
A filha da moleirinha
Tão mal empregada é
Andar no pó da farinha

Ó que linda moleirinha
Teus cabelos ondulantes
Teus seios são dois paezinhos
Teus olhos dois diamantes..."

Eventos Culturais:
A Freguesia tem sido sempre representada na FACEP – Feira de Actividades Económicas do Concelho de Penamacor.

Em 2002, o stand deu especial destaque para os utensílios e ferramentas utilizados em algumas actividades fundamentalmente agrícolas. Fez-se uma pequena exposição de trabalhos artesanais.

Em 2003, representou-se através da Banda Filarmónica de Aldeia de João Pires, onde se retratou a sua origem, o seu percurso e os seus responsáveis.

Equipamentos:

Educação/Cultura:
. Escola de Música;
. Museu Etnográfico, na Rua da Igreja – Utensílios, ferramentas, trajes e outros objectos que caracterizam as actividades desenvolvidas, em tempos, pela população da Freguesia. Aqui encontra-se, também, todo o espólio da Igreja que tem sido descoberto no decorrer de algumas intervenções de melhoramento.

Social/Saúde:
. Centro de Dia, dos primeiros do concelho, funciona desde 1975;
. Posto Médico, que gemina com o espaço ocupado pela Junta de Freguesia, no seu edifício.

Lazer:
. Parque de Diversão Infantil, no recinto das antigas Escolas;
. Campo de Futebol, de pequena dimensão, no recinto das antigas Escolas;
. Campo de Tiro;
. Salão de Convívio, da Sociedade Recreativa e Musical, no Bairro de S. Miguel.
Casa Museu e o seu auditório

A Cache
É uma multicache composta por duas microcaches iniciais onde dentro da 1ª se encontram as coordenadas da segunda, e na segunda as coordenadas da cache final.

Exige-se descrição, pois cache final está num local publico algo exposto.

Em todos os waypoints, pode estacionar a menos de 25 metros de cada ponto cache, todos os locais são publicos e acessíveis 24 por dia.

Additional Hints (Decrypt)

1º An onfr fboerveb ahz ohenpb.

2º Ab fbyb ab pnagb.

Decryption Key

A|B|C|D|E|F|G|H|I|J|K|L|M
-------------------------
N|O|P|Q|R|S|T|U|V|W|X|Y|Z

(letter above equals below, and vice versa)



 

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