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Moinho de Alva (Coja) Traditional Cache

This cache is temporarily unavailable.

Bitaro: Olá pabreu,

Pelo teor dos últimos registos, parece necessária a intervenção do dono da cache para verificar o estado da mesma.
Até lá, ficará desativada.

Por favor leia atentamente as Linhas de Orientação que regulam a manutenção das geocaches:

O dono da geocache é responsável por visitas à localização física.

Você é responsável por visitas ocasionais à sua geocache para assegurar que está tudo em ordem para funcionar, especialmente quando alguém reporta um problema com a geocache (desaparecimento, estrago, humidade/infiltrações, etc.), ou faz um registo "Precisa de Manutenção". Desactive temporariamente a sua geocache para que os outros saibam que não devem procurar a geocache até que tenha resolvido o problema. É-lhe concedido um período razoável de tempo - geralmente até 4 semanas - dentro do qual deverá verificar o estado da sua geocache. Se a geocache não estiver a receber a manutenção necessária ou estiver temporariamente desactivada por um longo período de tempo, poderemos arquivar a página da geocache.

Esta designação serve para geocaches que estão com alguma questão pendente ou um problema temporário por resolver.
Como owner, tem ao dispor, pelo menos, quatro soluções possíveis:

  1. Efetuar a manutenção necessária e reativar a geocache, dentro do prazo estabelecido pelas Linhas de Orientação
  2. Colocar uma nota na geocache com o plano de manutenção, caso esta não possa ocorrer num curto espaço de tempo. Nessa nota deve constar:
    • o prazo em que pretende efetuar a manutenção,
    • o argumento pelo qual o prazo indicado abaixo terá de ser ultrapassado para que fique novamente ativa;
  3. Caso não consiga assegurar a manutenção da mesma, pode considerar o processo de adopção por um geocacher local;
  4. Arquivar a geocache se não tiver disponibilidade para assegurar o estado pleno da mesma. Por favor, tenha em consideração que nesta opção é necessário remover a geocache ou os conteúdos da mesma para evitar que se tornem lixo (*geolitter*).

Assim, caso não seja feita manutenção ou indicado um motivo válido pelo qual a geocache deva estar desativada além do tempo previsto pelas Linhas de Orientação, a mesma será arquivada num prazo de 30 dias.
Relembro que não é possível desarquivar uma geocache que seja arquivada por falta de manutenção.

Obrigado pela colaboração
Bitaro
Community Volunteer Reviewer

Centro de Ajuda
Linhas Orientação

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Hidden : 10/31/2009
Difficulty:
2 out of 5
Terrain:
1.5 out of 5

Size: Size:   regular (regular)

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Geocache Description:


 

 

O Moleiro

Moleiro (do latim molinarìus) é uma antiga profissão ligada à moedura de cereais, especialmente à do trigo para a fabricação de farinha. O termo moleiro denominava tanto trabalhadores braçais de um moinho, como o proprietário de uma moenda.
A profissão de moleiro é uma das mais antigas ocupações humanas e surgiu de forma independente em várias partes do mundo, tendo sido essencial para o desenvolvimento da agricultura, embora tenha sido anterior ao seu surgimento, remontando a épocas dos caçadores-coletores.
Na língua portuguesa, a profissão do moleiro não deu origem a um apelido de família, diferentemente do ocorrido com outros ofícios tradicionais, como ferreiro ("Ferreira"). Já em outras línguas, sobrenomes derivados do ofício de moleiro estão entre os mais populares, como "Miller" em inglês, "Müller" em alemão e "Molinari" em italiano.

 


      

 

Extinta no nosso concelho, já há alguns anos, a profissão de moleiro está intimamente ligada à confecção do pão, que não seria possível sem este preliminar trabalho - transformação do cereal em farinha.
O moinho, ou a azenha, edifício de tecto abobadado, construído com robustas paredes preparadas para suportar as fortes correntes ou as piores cheias, deixou de ter a sua função como actividade artesanal, para dar lugar, no início deste século, ao aparecimento das grandes moagens industriais.
Este facto levou ao consequente desaparecimento da profissão de moleiro e por arrastamento ao fecho dos moinhos / azenhas. Os poucos exemplares que ainda restam, situados nos lugares mais pitorescos aos rios e dos açudes, com o intuito do aproveitamento da corrente a fim de fazer mover as pesadas mós de granito, ou se encontram abandonados, em decadência ou já mesmo arruinados.
O moleiro, na sua profissão sem horário, iniciava a feitura da farinha da seguinte forma: Os grãos de trigo que eram transportados em sacos, às costas de burros, festas ou em carros de parelha, eram mudados para espartões, no intuito de serem observados para ver se necessitavam ou não de lavagem. No caso. dela ser necessária, maioria das vezes, o trigo após esta operação necessitava estar a enxugar duas a três horas. Joeirado ( ), para lhe ser retirado a terra, era em seguida posto numa bandeja para que prováveis bocadinhos de pedra, fossem separados dos grãos já limpos.
O forte" correntão"  que ocasionava, na tentativa de se escapar através da abertura de escoamento transmitia a força motriz ao rodete. Este por acção da "pela" , do veio e da segurelha, fazia mover a pesada mó andadeira, ou mó de cima.
Colocados os grãos de trigo dentro da moega, caindo em sistema gota a gota, entre as duas mós, vão sendo esmagados no intervalo destas o que ocasionava que da trituração, se fossem formando montículos de farinha já pronta para ser ensacada. O pagamento deste trabalho era efectuado em género, neste caso concreto, a farinha - a chamada maquia.
Por cada 50 Kg de trigo moído, ele retirava para si 2,5 Kg através de uma medida de madeira, o "salamim". Em média o moleiro moia por hora 70 Kg de trigo e era considerado um moinho extraordinário aquele que moesse 100 Kg.
Como o contínuo acto de moagem leva ao polimento das pedras e, por conseguinte, a uma diminuição acentuada da produção, o moleiro tinha que proceder à desmontagem da mó superior, virar a face trituradora para cima e efectuar uma operação denominada "picadura". Com a ajuda de um martelo de cabeça aguçada ele picava então a mó, deixando-a áspera e pronta a moer mais cereal.
O moleiro, pescador por necessidade, efectuava as suas pescarias em armadilhas, conhecidas por caneiros, com que deliciava em dias e noites de azáfama, os fregueses que aos seus préstimos recorriam. Uma caldeirada bem regada, acompanhada com vinho, uns cantos à moda da terra, ou o toque de uma gaita de beiços, retemperava as forças para mais um dia de labor.
No seu posto de trabalho, em pleno contacto com a "Mãe Natureza", muitas histórias devem ter ficado por contar – no aproveitamento dos tempos de ócio - em que o silêncio das mós paradas, apelava a um convite mais íntimo de um namorico ou o roubar de um beijo mais fortuito.

 


 

Moinhos de Água

   O registo mais antigo que se conhece e que alude ao moinho de água de roda horizontal, encontra-se num epigrama de Antipratos de Salónica, o qual se presume date de 85 a.C.. Contudo, existem outros registos, nomeadamente arqueológicos, os quais apontam para a existência deste sistema na Dinamarca no século I a.C., e mencionado num poema na China do ano 31 da nossa era. Já relativamente ao moinho de água de roda vertical, é pela primeira vez mencionado por Vitrúvio numa obra datada de 25 a.C.. 
      A roda horizontal à qual se chama rodízio, é composta por um conjunto de palas dispostas radialmente, as quais recebem a impulsão do jacto de água que nelas bate. A difusão deste tipo de engenhos hidráulicos foi muito rápida por toda a Europa, devido à profusão e características dos cursos de água aí existentes. Na época medieval a sua posse era essencialmente um privilégio dos senhores feudais, os quais cobravam pesados impostos a quem os utilizasse. O aumento da cultura dos cereais por parte de pequenas comunidades rurais, levou à crescente expansão principalmente dos moinhos de roda horizontal ou rodízio.
      Em Portugal, a introdução dos moinhos de água deve-se presumivelmente aos Romanos, sendo o moinho de rodízio aquele que mais se difundiu, principalmente nas regiões do norte do país. A sua utilização subsistiu até aos nossos dias e segundo o autor Jorge Dias, existiriam em Portugal no ano de 1968, cerca de 10.000 moinhos ainda em actividade, dos quais aproximadamente 7.000 seriam de água e destes 5.000 seriam de rodízio.

                          Mó      Moinhos

     


A Cache :

 

O principal objectivo desta cache é homenagear os Moleiros desta zona, profissão já extinta na nossa freguesia. Existiam três moinhos de Roda em Coja, todos já sem actividade, sendo um aproveitado para o turismo na praia fluvial do caneiro.

Conteúdo original:

Notebook

Lápis

2 Porta chaves

Fita métrica

2 Dinossauros

 

Por favor deixe a cache onde a encontrou

  


     

Additional Hints (Decrypt)

CG:Cebpherz hz gvwbyb an cnerqr... RAT: frrx n oevpx va gur jnyy.....

Decryption Key

A|B|C|D|E|F|G|H|I|J|K|L|M
-------------------------
N|O|P|Q|R|S|T|U|V|W|X|Y|Z

(letter above equals below, and vice versa)