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This cache has been archived.

btreviewer: Esta cache foi arquivada por falta de uma resposta atempada e/ou adequada perante as situações relatadas. Relembro a secção das guidelines sobre a manutenção http://support.groundspeak.com/index.php?pg=kb.page&id=307#maint :

[quote]
You are responsible for occasional visits to your cache to maintain proper working order, especially when someone reports a problem with the cache (missing, damaged, wet, etc.). You may temporarily disable your cache to let others know not to search for it until you have a chance to fix the problem. This feature is to allow you a reasonable amount of time – normally a few weeks – in which to check on your cache. If a cache is not being maintained, or has been temporarily disabled for an unreasonable length of time, we may archive the listing.

Because of the effort required to maintain a geocache, we ask that you place physical caches in your usual caching area and not while on a vacation or business trip. It is best when you live within a manageable distance from the cache placements to allow for return visits. Geocaches placed during travel may not be published unless you are able to demonstrate an acceptable maintenance plan, which must allow for a quick response to reported problems. An acceptable maintenance plan might include the username of a local geocacher who will handle maintenance issues in your absence.[/quote]

Como owner, se tiver planos para recolocar a cache, por favor, contacte-me por [url=http://www.geocaching.com/email/?u=btreviewer]e-mail[/url].

Lembro que a eventual reactivação desta cache passará pelo mesmo processo de análise como se fosse uma nova cache, com todas as implicações que as guidelines actuais indicam.

Se no local existe algum container, por favor recolha-o a fim de evitar que se torne lixo (geolitter).

Obrigado

[b] btreviewer [/b]
Geocaching.com Volunteer Cache Reviewer

[url=http://support.groundspeak.com/index.php?pg=kb.page&id=77][i][b]Work with the reviewer, not against him.[/b][/i][/url]

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Rovisco Pais

A cache by ffkiko Send Message to Owner Message this owner
Hidden : 8/1/2010
Difficulty:
1.5 out of 5
Terrain:
1 out of 5

Size: Size: small (small)

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Geocache Description:

ESTA CACHE PRETENDE DAR A CONHECER O HOSPITAL DE ROVISCO PAIS NA TOCHA - CANTANHEDE, JUNTO À EN 109.

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O HOSPITAL (PARTE I)
Hospital Rovisco Pais
na Tocha, Cantanhede,
ainda acolhe ex-leprosos
No hospital Rovisco Pais, na Tocha, onde residem 21 ex-leprosos, o senhor Abel, 84 anos, encara os jornalistas com um sorriso, habituado às visitas, ano após ano, perto do Dia Mundial do Leproso, que se assinala hoje.
Com um sentido de humor ora contagiante, ora corrosivo, Abel disfarça a revolta pela sua “desgraça”: a doença que lhe determinou a vida logo aos 12 anos. Em 1938 entrou no hospital Curry Cabral, em Lisboa, onde permaneceu mais de uma década.
Inaugurado o Rovisco Pais, em 1947, Abel não assistiu ao “pandemónio” das primeiras deslocações de doentes para a leprosaria da Tocha - levados pela GNR, sob mandado de captura - mas acabou por ser transferido a 13 de Maio de 1950, há quase meio século.
Conheceu a mulher no Curry Cabral, casaram-se no Rovisco Pais, mas não tiveram filhos. Abel é infértil, uma das sequelas da doença de Hansen (o outro nome, menos violento, pelo qual a lepra é conhecida).
«Também não foi uma coisa em que pensasse. Os bebés nasciam ali ao fundo, na sala de operações, e iam imediatamente para a creche. Eram logo afastados à nascença, viviam sem contacto com a família», recorda.
Outra sequela, mais visível, reside nas mãos, dedos dobrados e praticamente inutilizados, incapacidade que não o impediu, no entanto, de «ler, aprender e trabalhar». «Ia fazer o quê? Cruzar os braços e deixar-me morrer?».
Em 1977 teve alta e saiu, com um emprego à espera: «Bater teclas da máquina de escrever com uma esferográfica». Apesar de curado, haveria de regressar ao Rovisco Pais em 1989, a exemplo de outros antigos doentes que não encontraram lugar no mundo exterior.
«São pessoas um bocado revoltadas com a vida», assinala Idalina Melo, assistente social do hospital. O sorriso de Abel só se esvai quando recorda outros tempos do antigo hospital-colónia, no início, «quando estava a meio caminho entre os campos de concentração nazi e o gulag soviético».
Adepto do Sporting, «leão assumido», lembra, por outro lado, as três equipas de futebol que ali chegaram, mais tarde, a existir «Hoje isto não tem vida. E hoje lidar com a doença é fácil, as pessoas tratam-se em casa».

Filho de doentes recorda
infância sem os pais
Francisco Santos nunca teve lepra, mas a doença acompanha-o desde sempre. Nascido há 45 anos da relação entre dois doentes internados compulsivamente na leprosaria da Tocha, Francisco recorda uma infância marcada pela doença dos pais.
«A parte mais triste da minha infância foi o afastamento compulsivo da família. Nasci cá, na salinha de partos, mas fui imediatamente separado dos meus pais devido à doença deles», recorda.
Colocado no preventório, a creche do antigo hospital-colónia - por onde passaram mais de três mil leprosos desde finais dos anos 40 até 1976, quando foi abolido o internamento compulsivo - Francisco passou a ver os pais uma vez por semana, sob regras rígidas que impediam qualquer contacto físico.
«Entrávamos por um lado e eles por outro, até a uma sala dividida a meio por um enorme vidro», explica. Acenos e beijos de um e outro lado da fronteira vidrada. «Pais e filhos a chorar, era essa a visita», desabafa.
Francisco foi entretanto adoptado por uma antiga doente, que, depois de curada, veio a integrar os quadros do Rovisco Pais como enfermeira. Passou a residir perto da Tocha, junto a Cantanhede, e nunca perdeu a ligação, ainda que condicionada, com os pais. Os contactos, diz, eram muitas vezes feitos com recurso a «fugas ao sistema», longe de olhares indiscretos, ao núcleo familiar do hospital, onde o casal residia.
Teriam de passar mais de 20 anos para que Francisco fosse autorizado a conviver com os pais, já em meados da década de 80.
Apesar de uma infância «claramente condicionada», sublinha a «sorte» que teve na vida. «Tive mais sorte do que outros meninos que foram afastados dos pais. Eu tive sempre uma família que me adoptou e educou e foi importantíssimo nunca ter perdido os meus pais de vista».

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O HOSPITAL (PARTE II)

O Centro de Medicina de Reabilitação da Região Centro - Rovisco Pais é um estabelecimento de nível central, que exerce actividade de interesse público nas áreas de cuidados de saúde, ensino e investigação na saúde, "maxime" no âmbito dos cuidados diferenciados de reabilitação, em privilegiada articulação com os restantes serviços de saúde da Região Centro e promove a readaptação e reintegração sócio-profissional das pessoas com deficiência.

Ao nível do ensino e da investigação,o CMRR- Rovisco Pais articular-se-á, de forma privilegiada, com as instituições de ensino superior da Região Centro.

Promoverá e participará, sempre que de tal facto resultem ganhos na prestação de cuidados aos utentes, em acordos e parcerias quer com instituições particulares de solidariedade social, quer com outras organizações não governamentais (ONG's) nacionais ou estrangeiras, bem como com redes europeias especialmente vocacionadas para a abordagem de patologias específicas.

O CMRRC deve ainda dinamizar e manter uma relação privilegiada com o Secretariado Nacional para a Reabilitação e Integração das pessoas com Deficiência.

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A CACHE
Pequena embalagem que contém logbook, stashnote e pequenos objectos para troca. Melhor levar caneta.

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THE CACHE
Small package containing logbook, stashnote and small trading items. Better take pen.

Additional Hints (Decrypt)

fragn-gr an pbyhan qrvgnqn r rfcervgn cnen bf céf qb neohfgb à ghn ergnthneqn.
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fvg va gur pbyhza ubevmbagnyyl, naq ybbx bhg gb gur srrg bs gur ohfu oruvaq lbh

Decryption Key

A|B|C|D|E|F|G|H|I|J|K|L|M
-------------------------
N|O|P|Q|R|S|T|U|V|W|X|Y|Z

(letter above equals below, and vice versa)



 

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