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The Two Churches Multi-Cache

This cache has been archived.

SUp3rFM: Esta cache foi arquivada por falta de uma resposta atempada e/ou adequada perante as situações relatadas. Relembro a secção das guidelines sobre a manutenção http://support.groundspeak.com/index.php?pg=kb.page&id=307#maint :

[quote]
You are responsible for occasional visits to your cache to maintain proper working order, especially when someone reports a problem with the cache (missing, damaged, wet, etc.). You may temporarily disable your cache to let others know not to search for it until you have a chance to fix the problem. This feature is to allow you a reasonable amount of time – normally a few weeks – in which to check on your cache. If a cache is not being maintained, or has been temporarily disabled for an unreasonable length of time, we may archive the listing.

Because of the effort required to maintain a geocache, we ask that you place physical caches in your usual caching area and not while on a vacation or business trip. It is best when you live within a manageable distance from the cache placements to allow for return visits. Geocaches placed during travel may not be published unless you are able to demonstrate an acceptable maintenance plan, which must allow for a quick response to reported problems. An acceptable maintenance plan might include the username of a local geocacher who will handle maintenance issues in your absence.[/quote]

Como owner, se tiver planos para recolocar a cache, por favor, contacte-me por [url=http://www.geocaching.com/email/?u=sup3rfm]e-mail[/url].

Lembro que a eventual reactivação desta cache passará pelo mesmo processo de análise como se fosse uma nova cache, com todas as implicações que as guidelines actuais indicam.

Se no local existe algum container, por favor recolha-o a fim de evitar que se torne lixo (geolitter).

Obrigado

SUp3rFM
Geocaching.com Volunteer Cache Reviewer

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Hidden : 9/23/2010
Difficulty:
3 out of 5
Terrain:
2 out of 5

Size: Size:   small (small)

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Geocache Description:



The Two Churches


Igreja Paroquial de Lousado

Esta cache leva-nos a uma pequena capela do Sagrado Coração de Maria, e tambem á igreja Paroquial de Lousado.

Vislumbramos Lousado, outrora, como meio, campesino, a reger-se por um código moral, segundo os costumes herdados dos seus ancestrais. Depois veio o aumento demográfico e a necessidade de se lhe proporcionar meios de vida próprios, O caminho-de-ferro, a principio e agora as unidades industriais localizadas nesta freguesia foram os meios de vida a satisfazer a economia local. Esta mutação económica arrastou consigo novas actividades no campo moral e religioso. Tornou-se necessário adoptar novos processos educacionais que acompanhassem o novo sistema de vivência entre os lousadenses. Esses novos processos educacionais foram postos em prática pela igreja, por intermédio do seu Pároco. Ressurgiram actividades juvenis que se encontravam latentes e foram criadas novas. É o caso das juventudes e do escutismo, por exemplo. Porém, a vetusta e tradicional Igreja de Lousado já não era bastante para todas estas modalidades, nem sequer para os actos normais do culto religioso. Havia mister de ampliá-lo ou de se fazer nova Igreja. Optou-se pela segunda solução e ainda bem que o fizeram. Um plano ainda no domínio das hipóteses há cerca de um ano é hoje uma palpável realidade. Na velha Igreja em 23 de Abril de 1911, nesta velha paróquia, Sua Eminência o Cardeal Patriarca de Lisboa, celebrou a Missa Nova. Cinquenta anos mais tarde quis também, nesse local, oferecer novamente o Santo Sacrifício. Lousado não podia deixar de se associar a esta Festa como o fizera cinquenta anos atrás. Mas desta vez, num gesto de simpatia e gratidão para com o seu mais insigne Lousadense, como que o presenteou com uma obra de transcendente valia religiosa e social, fazendo com que, em vez da velha e já saudosa Igreja, aparecesse ante os seus olhos um novo e esbelto templo a testar a vontade de todos em fazerem-se acompanhar das actividades religiosas a par do progresso material verificado. Sua Eminência ajudou Lousado; Lousado retribui generosamente. O programa das comemorações das Bodas de Ouro do Senhor Cardeal Patriarca de Lisboa foi executado conforme estava previsto. Tudo correu de feição e a poder dizer-se que foi maravilhoso. No livro dos factos desta freguesia será este acontecimento o de maior valia por esses tempos em fora. O cortejo processional da residência familiar de Sua Eminência à Igreja e que precedeu a bênção desta e a realização da Primeira Missa, vincou bem o carinho e amor que os Lousadenses dedicam a este seu Maior. Todos acorreram ao lugar da Serra e todos O acompanharam à Igreja. Os festões que ladeavam o caminho e o tapete de flores jacente eram fruto do esforço dedicado e espontâneo dos novos de Lousado. As colgaduras e as flores com que O presentearam à sua passagem eram o preito dos restantes. Depois foi a bênção da Igreja, feita por um Filho de Lousado. A alocução que precedeu à Missa, à celebração da Missa, o descerramento da lápide comemorativa do acontecimento, o descerramento duma efígie em bronze do senhor Conde da Covilhã na Sacristia, como grande benemérito desta Igreja e o Te Deum em acção de Graça s em Honra de Sua Eminência foram as cerimonias realizadas na nova Igreja. Fora, efectuou-se a inauguração do Centro Social Cardeal Cerejeira, uma iniciativa feliz do Sub – Delegado do I.N.T.P. de Braga. Ex Dr. Nuno de Bettencourt, patrocinada pelas empresas locais – e um almoço oferecido a D. Manuel Gonçalves Cerejeira que decorreu num ambiente de elevação como era já de prever. De todas as manifestações de simpatia e louvor pelo Homenageado houve uma que calou bem fundo e que arrancou uma selva de palmas a todos os presentes. O Senhor Presidente do Concelho enviou a Sua Eminência um telegrama de saudação que era composto nos seguintes termos: «Tenho seguido Imprensa notícias acerca nova Igreja construída pela população de Lousado e Sagração Missa Comemorativa da primeira celebrada há cinquenta anos na velha igreja que eu conheci. Associo-me à Festa de Todo o coração. Afectuosos cumprimentos (a) Salazar». O povo de Lousado não esteve só nesta festa de homenagem a Sua Eminência. As autoridades religiosas e civis do Distrito de Braga também estiveram presentes em todas as fases da festa. De entre outras, destacaram-se os Senhores Arcebispos de Braga e Mitilene O Governador Civil, de Braga, o Presidente da Câmara de Famalicão, representante da Comissão concelhia da U.N. de Famalicão, Conde da Covilhã, Administradores da Manufactura Nacional de Borracha e Industria Têxtil do Ave, Delegado e Sub – Delegado do Instituto Nacional do e Previdência de Braga. O dia 23 de Abril de 1961 foi para o Senhor Cardeal Patriarca de Lisboa um dia inolvidável. Que Deus permita a sua estadia entre nós,os mortais, por muitos anos. Que a sua Veneranda Figura seja para nós um símbolo de Fraternidade Cristã de que foi intrépido pregador e defensor. Que o seu exemplo seja para nós os Lousadenses e para todos os portugueses um motivo de profunda e sentida meditação, nesta hora de provação nacional.


Capela do Sagrado coração de Maria

Dizem as crónicas que certo Domingo do ano 1874, quatro Lousadenses, cujos seus nomes completos eram: Manuel Joaquim Sá Costa Reis, José Elísio Gonçalves Cerejeira, Francisco dos Reis e Manuel de Sá Pereira que, depois de terem assistido à missa dominical, celebrada na igreja paroquial (antiga) desta nossa freguesia, iniciada às 9 horas, conversavam descontraidamente e amigamente no adro da Igreja. Como deste local e o Alto do Montezelo, a distância não deve ir além dos 350 metros, podendo de lá vislumbrar-se um horizonte extenso, correndo no seu sopé águas de dois rios Ave e Pelhe, certamente que esses quatro amigos, ao conversarem amenamente, contemplaram a beleza paisagística que do cimo desse alto se desfruta e, em uníssono, disseram que muito bem ficaria uma capela no cabeço daquele alto. Como esse desejo foi expresso por todos, imediatamente ficou decidida a construção de uma capela. Após esta acertada e piedosa decisão, ficou pendente, ou a substituir, quem deveria ser o Patrono, o seu Òrago. Então, o circunstante Manuel Joaquim de Sá Costa Reis, levantou a sua voz, dizendo que, em sua opinião, a Capela deveria ser edificada em louvor do Imaculado Coração de Maria, opinião que foi abraçada com a maior devoção por todos os presentes. Tomada esta devota decisão, logo entre estes quatro Lousadenses foi aberta uma subscrição, todos contribuindo com a maior dedicação; depois fizeram uma reunião alargada a todos os Lousadenses, dando conhecimento das suas resoluções e dos seus desejos. Dessa reunião saiu a constituição de uma comissão eleita de promoção e de acompanhamento que ficou composta pelos Srs. José Elísio Gonçalves Cerejeira, Manuel Joaquim de Sá Costa reis, José António da Costa, José da Silva Sampaio, Manuel da Costa Campos, Joaquim Francisco dos Reis e Manuel de Sá Pereira. O José António da Costa e o José da Silva Sampaio, tomaram imediatamente o compromisso de pagarem o custo total da imagem do Imaculado Coração de Maria, ficou acordado que a direcção da obra ficava a cargo de José Elísio Gonçalves Cerejeira e marcado o dia em que a Comissão eleita sairia para a rua, a fim de bater a todas as portas, no sentido de solicitar ajuda monetária para a sua construção. Também ficou combinado que a pedra granítica necessária à sua construção viria do Castelo da Maia. Os lavradores presentes imediatamente assumiam o compromisso do seu transporte. Ficou assim idealizado o projecto construtivo e posto em cima dos carris, para poder andar com a maior velocidade possível, o que veio acontecer. O primeiro arranque foi a saída para a rua, batendo a todas as portas solicitando a todos os paroquianos a sua indispensável ajuda financeira. Diga-se de passagem e em abono da verdade, que todos contribuíram generosamente e com a maior devoção cristã. De referir que o Lousadense, António da Costa Fontes, residente na cidade do Porto, comprometeu-se a pagar o custo da Tribuna e Altar-Mor. O Comendador Manuel José Ribeiro ( Conde São Bento) pagou o custo da feitura dos Altares laterais. O Pároco de Lousado, reverendo Padre Francisco Pereira Lino, também, contribuiu generosamente com ajuda substancial e, em testamento, deixou após a sua morte, para conservação da Capela, a quantia de duzentos mil reis. O templo ia naturalmente rolando e com ele a construção da Capela, ia crescendo e encaminhando-se para o fim. Estava-se no principio do mês de Setembro ,sendo dada a obra por concluída. Organizou-se então tudo de modo a que no dia 9 de Setembro a Capela fosse benzida e inaugurada com pompa e circunstancia, que o evento impunha. Foi o que aconteceu ! eram 9 horas da manhã, quando a hierarquia da igreja procedeu à bênção do novo templo. Muitos foguetes subiram às alturas. Estalejando e com o seu som estrondoso manifestavam a alegria do povo que estava reunido em volta da sua nova capela, as bandas de música tocavam hinos de alegria e partituras festivas e o povo dava largas ao seu justificado contentamento e assim viram coroados os seus esforços e os seus sacrifícios. Esta em traços largos, a salutar historia da construção da Capela do Imaculado Coração de Maria, construída entre os anos 1874. A primeira festividade em louvor do Imaculado Coração de Maria foi feita no dia 10 de Setembro. o Juiz da festa foi o Comendador Manuel José Ribeiro (Conde de São Bento) tendo contribuído para as despesas das festas com a quantia de cento e doze mil e quinhentos reis. Foi uma festa memorável. Nela participaram quatro bandas de música e muito povo das redondezas que a ela foi atraído pelo seu vasto e sedutor programa festivo. A partir desta data, era ponto assente, todos os anos, no segundo domingo de Setembro, as festas em honra do Imaculado Coração de Maria (Festa Nova) como então era designada, fazer-se. Estão entranhadas nos sentimentos e no espírito dos Lousadenses. Eles vivem-nas devotamente, com fé e bairrismo. Rendamos-lhes as nossas homenagens e o nosso bem haja por tudo o que deixaram, até pelo seu exemplar comportamento moral, cívico e social. Se seguíssemos os seus procedimentos o mundo seria mais fraternal e mais justo e por consequência mais pacífico e harmonioso.




A Cache:



As coordenadas iniciais, vão levar-vos primeiramente á bonita escadaria onde começa a multicache “The Two Churches…” e onde terão que andar a visitar a pequeno e bonito parque espaço que por ali existe.

Nas coordenas iniciais
N:41º20.928 W:008º31.748,
irão de ter de anotar a data do ano que esta no painel de granito do teu lado esquerdo.
Resposta: ( ABCD )

De seguida terão de fazer uns pequenos cálculos para terem acesso ao próximo ponto.
N:41º20.(B-A)D(C-A-A) W:008º31.(C+A)C(C-A)
Depois de terem os cálculos feitos terão de se dirigir á coordenada exacta e anotara data do ano que está por cima da porta principal da capela, no pequeno texto.
Resposta: ( EFGH )

Logo terão de fazer mais uns pequenos cálculos para terem acesso ao próximo ponto.
N:41º20.(G+A)(F+E)(H-E-A-E) W:008º31.G(F+E)D
Na coordenada exacta terão de anotar o numero de arcos da ponte que esta no painel de azulejos.
Resposta: ( I )

A+B+C+D+E+F+G+H+I=51

Por fim irão ter de fazer os seguintes cálculos:
N:41º20.F(D-E)(H-I+G-A)
W:008º31.(G+A)E(H+E)


Depois das continhas todas feitas e com as coordenadas, terão de se dirigir ao ponto e encontrar algo que vos diga o resto das coordenadas que vos deixei aqui e que vos levarão ao ponto Final da cache, servirá para levarem até a cache, logo no fim de fazerem a cache peso que voltem a por o segredo nas coordenadas onde se encontra o no sitio exacto. N: W:




O local final é bastante frequentado por muggles e rodeado de janelas onde às vezes se encontra muggles curiosos...por isso peço a todos os geocachers que tenham cuidado e não dêem muito nas vistas!


Tenham cuidado também ao manusear a cache! Talvez seja preciso alguma força e jeito para a retirar e recolocar! Pesso também para não divulgarem fotos da cache para manter o suspense

Esta cache é um pequeno recipiente que inicialmente contém um logbook, um lápis, objectos para troca e as regras do GEOCACHING.

BOA SORTE !!!!!!!

Additional Hints (Decrypt)

CG: Frterqb: Inv cbe rfdhvan, n zrvn nyghen Yrin-zr pbagvtb ngr n pnpur, ibh-gr snmre snygn, r ab svz dhnaqb aãb cerpvfnerf qr zvz ibygn-zr n cbe baqr zr rapbagenfgr. Pnpur: À dhrz qê á yhm, znf rh fvcyrfzragr erprob yhm. Rat: Frperg: Tb va gur pbeare, unysjnl hc Gnxr zr jvgu lbh hagvy gur pnpur, lbh'yy or zvffrq, naq ng gur raq jura gurl arrq zr onpx zr jurer gb svaq zr. Pnpur:Gb jubz jvyy tvir ovegu, ohg V trg fvcyrfzragr yvtug.

Decryption Key

A|B|C|D|E|F|G|H|I|J|K|L|M
-------------------------
N|O|P|Q|R|S|T|U|V|W|X|Y|Z

(letter above equals below, and vice versa)