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Museu da Água/Water Museum

A cache by jose ribeiro Send Message to Owner Message this owner
Hidden : 12/03/2010
Difficulty:
1.5 out of 5
Terrain:
1.5 out of 5

Size: Size:   micro (micro)

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Geocache Description:

O Museu da Água da EPAL é o único museu português galardoado com o Prémio do Museu do Conselho da Europa, que prestigia o museu que melhor contribua, entre outros conceitos, para o entendimento e conhecimento da herança cultural europeia, bem como para a consciencialização da sua identidade (1990).

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O Museu da Água é dedicado à história do abastecimento de água a Lisboa, este pequeno mas informativo museu foi criado em volta da primeira estação de bombagem a vapor. Mantido pela EPAL, o Museu Homenageia Manuel da Maia, o engenheiro do século XVIII que desenhou o Aqueduto das Águas Livres. A excelente disposição do museu fê-lo ganhar o prémio do Conselho da Europa em 1990. O lugar de honra vai para os bem preservados motores a vapor, um dos quais funciona a electricidade e pode ser ligado para os visitantes. O desenvolvimento da tecnologia é documentado por fotografias. São particularmente interessantes as dedicadas ao Aqueduto das Águas Livres e ao Chafariz de El-Rei do século XVII, em Alfama, onde os locais faziam fila em frente de uma de seis bicas, conforme o estatuto social. Em 1919, nas sessões de 30 de Abril e 2 de Maio da Assembleia Geral da Companhia das Águas de Lisboa, foi aprovado um conjunto de alterações ao Regulamento Administrativo em vigor desde 1908, o qual viria a ser reformado na sua totalidade, com a inclusão das referidas alterações, por uma comissão nomeada na Assembleia de 30 de Abril do ano seguinte. De entre as alterações introduzidas, destaca-se a constante do Artigo 134º., referente à 3ª. Divisão da Repartição Técnica, designada por Trabalhos de desenho, Arquivo, Biblioteca e Museu: “A esta divisão compete em geral a coordenação de todos os elementos necessários para a preparação de projectos e realização de obras e em especial: Ter a seu cargo a organização e a conservação do Museu em que estejam expostos os diversos tipos de canalizações, aparelhos acessórios, contadores e mais material usado, e bem assim um mostruário das avarias ou alterações no mesmo encontradas. Em 1950 a Companhia, necessitando de resolver o problema das instalações dos Laboratórios, optou por demolir as caldeiras da antiga Estação Elevatória a Vapor dos Barbadinhos, elementos que, tal como a chaminé também então demolida, se apresentariam num estado avançado de degradação. A Estação havia sido desactivada no final da década de 20, após a entrada em funcionamento, em 1928, da nova estação eléctrica. Na remodelação, em que foi construído um 1º andar nos corpos sul e central do edifício, houve a preocupação de preservar as máquinas a vapor e as bombas, peças cuja beleza e estado de conservação justificavam a sua conservação como parte principal do património do Museu. Para a antiga sala das caldeiras, no piso térreo, veio a colecção de peças que se vinha organizando na Sede da Companhia desde 1919, alargando-se desta forma o conceito de museu ao conjunto colecção; sítio, aqui materializado na colecção de peças instalada num edifício que é, ele próprio, património histórico, marco importante da arqueologia industrial. Em 1967, quando para o abastecimento de água concorriam as águas superficiais do Tejo captadas na Estação de Valada e tratadas na Estação de Tratamento de Vale da Pedra, o Aqueduto das Águas Livres e o Reservatório da Mãe d'Água das Amoreiras, que desde o século XVIII abasteciam Lisboa, foram desactivados e passaram a integrar o património do Museu. Em 1987 o Museu sofreu uma remodelação, sendo dada uma organização museológica à colecção, criando-se, na Sala da Exposição Permanente um percurso que mostra a evolução do abastecimento de água a Lisboa desde o tempo dos Romanos até ao tempo presente. No piso superior, onde anteriormente estivera instalado o arquivo geral da Empresa, foi criada, em 1992, a Sala de Exposições Temporárias, desde então utilizada para exposições de artes plásticas e diversos eventos de carácter cultural e social. Esta remodelação foi feita com a colaboração do Arquitecto Varandas Monteiro, do Museólogo Dr. António Nabais, sendo o projecto de Museografia da responsabilidade dos Drs. José Guerra Soares e Jorge Raposo. Em 1994, quando Lisboa foi capital europeia da cultura, foi recuperado o Reservatório da Patriarcal, situado no subsolo do Jardim do Príncipe Real, reservatório construído pela 1ª. Companhia das Águas entre 1856 e 1864, e entretanto desactivado do serviço do abastecimento. A recuperação deste reservatório foi dirigida pelo Arquitecto Varandas Monteiro, vindo a ser-lhe atribuído o Prémio Municipal Eugénio dos Santos em 1995. Constituindo memória histórica, o Reservatório da Patriarcal, tal como o Reservatório da Mãe d’Água das Amoreiras, são hoje locais de realização de exposições de artes plásticas e eventos culturais e sociais. O património do Museu integra ainda o Arquivo Histórico, acervo documental e fotográfico que permite conhecer a história do abastecimento de água a Lisboa e se encontra à disposição dos investigadores interessados.Horário de funcionamento do Museu 2.ª Feira a Sábado 10.00h – 18.00h Encerrado aos Domingos e FeriadosIngressos Individuais Normal: 2,5Euros Estudantes/Professores, Lisboa Card/Cartão Jovem, 3.ª Idade/Aposentados: 1,5Euros Menores 12 anos: entrada gratuitaDias do ano com acesso gratuito 22 de Março – Dia Mundial da Água 18 de Maio – Dia Internacional dos Museus 1 de Junho – Dia Mundial da Criança 5 de Junho – Dia Nacional do Ambiente 1 de Outubro – Dia Nacional da Água
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On 30th April and 2nd May 1919, in the General Meeting of Companhia das Águas de Lisboa (Lisbon Water Company), a number of amendments were approved to the Administrative Regulation in force since 1908. Later the document would be reformed in its entirety, with the above mentioned amendments, by a commission appointed in the General Meeting of 30th April 1920.. From among the amendments made, special reference must be made to Article 134, concerning the 3rd Division of the Technical Department, under the title "Drawing, Archive, Library and Museum Works": "This division is responsible for the coordination of all the elements necessary to the preparation of projects and the execution of works, especially: … 6th - It is incumbent on this division to organise and maintain the Museum where the various types of pipes, accessories, meters and other materials will be displayed, as well as a sample of the averages or changes seen in those materials." In 1950, the need to solve the problem of installing the laboratories forced the company to demolish the boilers of the former Estação Elevatória a Vapor dos Barbadinhos, as well as the chimney, all of which were absolutely rundown. The station had been put out of use at the end of the 20s, after a new electrical station had come into operation in 1928. The refurbishing, with the construction of another floor in the southern and central parts of the building, bore in mind the need to preserve the steam machines and the pumps, whose beauty and condition justified their preservation as some of the main assets of the Museum. The collection of objects that was being organised in the Company's head office since 1919 was transferred to the boilers room in the ground-floor, thus enlarging the idea of collection to the concept of a museum - a space, materialised in this case by the collection of objects displayed in a building, which was, by itself, an historical heritage and an important milestone of our industrial archaeology. In 1967, when the water supply from the Tagus river began to be captured at the Valada Station and treated at he Vale da Pedra treating plant, the "Aqueduto das Águas Livres" and the "Reservatório da Mãe d'Água das Amoreiras", which were supplying water to Lisbon since the 18th century, were put out of use and integrated in the Museum's patrimony. In 1987 the Museum was refurbished and the collection was reorganised in museological terms. A Permanent Exhibition Room was created, showing the evolution of the water supply to Lisbon from Roman times up to the present. On the first floor, where previously the company's general archive was installed, a Temporary Exhibition Room was created in 1992, which has since been used for plastic arts exhibitions and various cultural and social events. This remodelling was made in cooperation with the architect Varandas Monteiro and the museologist António Nabais. The museografy project was made by José Guerra Soares and Jorge Raposo. In 1990 the Museum received the Museum Award of the Council of Europe. In 1994, when Lisbon was the Cultural Capital of Europe, the "Reservatório da Patriarcal" was restored. This reservoir, located below the Princípe Real Garden, had been built by the 1st Water Company between 1856 and 1864 and had later been put out of use. The restoration of the reservoir was made under the supervision of Architect Varandas Monteiro, and the building was awarded the Municipal Prize Eugénio dos Santos in 1995. The "Reservatório da Patriarcal", a historical memory, as the "Reservatório da Mãe d'Agua das Amoreiras", are presently the venue for art exhibitions and cultural and social events. The Museum's patrimony includes the Historical Archive, a documental and photographic collection that tells the story of the water supply to Lisbon and is available to researchers. Opening hours Monday to Saturday from10 a.m. to 6 p.m. Closed on Sundays and holidays

Additional Hints (Decrypt)

ab zheb whagb n irqnçãb/Ba gur jnyy arne gur srapr

Decryption Key

A|B|C|D|E|F|G|H|I|J|K|L|M
-------------------------
N|O|P|Q|R|S|T|U|V|W|X|Y|Z

(letter above equals below, and vice versa)



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