Instituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo Jorge Traditional Cache
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Instituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo Jorge
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O Instituto Nacional de Saúde Dr. Ricardo Jorge (INSA) é um
organismo público integrado na administração indirecta do Estado,
sob a tutela do Ministério da Saúde, dotado de autonomia
científica, técnica, administrativa, financeira e património
próprio.

Fundado em 1899 pelo médico e
humanista Ricardo Jorge, como braço laboratorial do sistema de
saúde português, o INSA desenvolve missões como o laboratório do
Estado no sector da saúde, laboratório nacional de referência e o
observatório nacional de saúde. O INSA dispõe de unidades
operativas na sua sede em Lisboa, em dois centros no Porto (Centro
de Saúde Pública Doutor Gonçalves Ferreira e Centro de Genética
Médica Doutor Jacinto Magalhães) e em Águas de Moura (Centro de
Estudos de Vectores e Doenças Infecciosas Doutor Francisco
Cambournac). O INSA está organizado, em termos técnico-científicos,
em seis grandes departamentos: 1.Departamento da Alimentação e
Nutrição; 2.Departamento de Doenças Infecciosas; 3.Departamento de
Epidemiologia; 4.Departamento de Genética; 5.Departamento de
Promoção da Saúde e Doenças Crónicas; 6.Departamento de Saúde
Ambiental.

Ricardo de Almeida Jorge (Porto, 9 de Maio de 1858 — Lisboa,
29 de Julho de 1939) foi um médico, investigador e higienista,
professor de Medicina e introdutor em Portugal das modernas
técnicas e conceitos de saúde pública. Exerceu diversos cargos na
administração da saúde, conseguindo uma importante influência
política. Formou-se na Escola Médico-Cirúrgica do Porto em 1879. Na
sua dissertação de licenciatura, intitulada O nervosismo no
Passado, abordou a história da Neurologia, um termo que nessa
altura ainda não havia sido estatuído. A partir de 1880 foi docente
da mesma escola nas cadeiras de Anatomia, Histologia e Fisiologia
Experimental. Fez então várias deslocações a Estrasburgo e a Paris
(onde assistiu às lições de Jean-Martin Charcot), procurando nos
hospitais locais uma aprendizagem impossível de adquirir em
Portugal, onde o saber neurológico era ainda incipiente. Em 1884
abandonou a Neurologia e passou a dedicar-se à Saúde Pública. Com a
sua obra Higiene Social Aplicada à Nação Portuguesa, um série de
conferências publicada nesse mesmo ano, lançou uma nova perspectiva
de abordagem das questões de saúde pública em Portugal, o que o
guindaria numa importante carreira de higienista e investigador,
com larga influência nas políticas de saúde em Portugal. Entre 1891
e 1899 foi médico municipal do Porto e responsável pelo Laboratório
Municipal de Bacteriologia, tornando-se, em 1895, professor titular
da cadeira de Higiene e Medicina Legal da Escola Médico-Cirúrgica
do Porto. Em Junho de 1899 deu-se a sua consagração definitiva a
nível nacional e alcançou projecção internacional quando, sem
hesitações, chegou à prova clínica e epidemiológica da peste
bubónica que nesse ano assolou a cidade do Porto, tendo esta sido
depois confirmada bacteriologicamente por ele próprio e Câmara
Pestana. No entanto, as operações profiláticas que orientou no
sentido de eliminar a peste, como a evacuação de casas e o
isolamento e desinfecção de domicílios, entre outras, desencadearam
a fúria popular que, incentivada por grupos políticos, obrigaram
Ricardo Jorge a abandonar a cidade. Em Outubro de 1899 foi
transferido para Lisboa, sendo nomeado Inspector-Geral de Saúde e,
depois, professor de Higiene da Escola Médico-Cirúrgica de Lisboa.
Participou em iniciativas como a organização da Assistência
Nacional aos Tuberculosos, iniciada em 1899, e o Congresso
Internacional de Medicina de 1906, no qual presidiu à Secção de
Higiene e Epidemiologia. Em 1903, foi incumbido de organizar e
dirigir o Instituto Central de Higiene, que passaria a ter o seu
nome a partir de 1929 e hoje é o Instituto Nacional de Saúde Doutor
Ricardo Jorge. Nos anos de 1914 e 1915 presidiu à Sociedade das
Ciências Médicas de Lisboa e nos anos seguintes visitou formações
sanitárias na zona de guerra em França. Organizou depois a luta
contra a pandemia de gripe de 1918, também conhecida por Pneumónica
ou Gripe Espanhola, e contra as epidemias de tifo, varíola e
difteria que surgiram como consequência das deficientes condições
sanitárias do pós-guerra. Teria sido Ricardo Jorge o responsável
nos anos 20 pela proibição da Coca-Cola em Portugal (só 50 anos
depois levantada), tendo alegadamente ordenado a sua apreensão e
destruição depois de tomar conhecimento do slogan publicitário da
bebida criado por Fernando Pessoa: "Primeiro estranha-se, depois
entranha-se".O interesses de Ricardo Jorge não se limitaram ao
campo da medicina. A sua vasta obra inclui publicações versando
arte, literatura, história e política. Fonte: Wikipedia
Additional Hints
(Decrypt)
an neiber
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