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Fernando Lopes-Graça Traditional Cache

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C00k3r's Team: Após o segundo roubo da cache e depois de muito ponderar vou desistir da cache naquele sitio, no entanto deixei lá um container para quem quiser tirar ideias...

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Hidden : 10/7/2011
Difficulty:
1 out of 5
Terrain:
1.5 out of 5

Size: Size:   micro (micro)

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Geocache Description:

Esta é a nossa primeira cache. Estamos apenas a testar a nossa capacidade de conseguir esconder ou não uma cache. Temos outras na forja, mas quisemos saber o feedback dos nossos companheiros de aventuras. Trata-se de uma cache muito simples e rápida de conseguir. Esperemos que gostem...

Fernando Lopes-Graça nasce a 17 de Dezembro de 1906, em Tomar, aos 11 anos inicia os primeiros estudos musicais, e sobe ao palco pela primeira vez aos 14 anos numa sala da terra que o viu nascer.

Entra para o Conservatório em 1924 e conclui o curso com máxima classificação, ingressando, quatro anos mais tarde, no então existente Curso de Virtuosidade, onde trabalha com Viana da Mota. Nesse mesmo ano, entra na Faculdade de Letras de Lisboa e abandona-a em protesto contra medidas tomadas pelo Conselho Escolar durante uma greve académica, facto que indicia o seu carácter revolucionário. Alguns anos mais tarde, a sua oposição ao regime político de Salazar leva a que seja detido diversas vezes.

As suas obras são apresentadas pela primeira vez ao público em 1929, num concerto promovido pela Associação Académica do Conservatório. Variações sobre um tema popular português, obra escrita em 1928, é considerada o seu primeiro trabalho como compositor, partitura que indica a tendência maioritária da obra de Lopes-Graça: a produção de uma música de carácter nacional. Entre 1937 e 1939 estuda musicologia na Sorbonne de Paris.

Tem uma grande actividade como compositor, maestro, pianista, crítico e organizador de vários coros populares, funda várias revistas e desenvolve obras de carácter dramático, orquestral e de câmara, com maior enfoque na música tradicional portuguesa, nomeadamente o folclore. Em 1945 cria o Coro do Grupo Dramático Lisbonense e o Coro da Academia de Amadores de Música - Secção de Folclore.

Vivendo numa época de forte produção cultural, na qual convive de perto com importantes nomes do meio cultural português, a actividade de Lopes-Graça extravasa a música e abarca outras áreas. Destaque para a criação de um jornal político-regionalista chamado A Acção, com o objectivo de esclarecer as populações sobre os problemas da época. Além disso, colabora na revista Seara Nova como critico permanente.
A sua peça mais importante é o Réquiem às Vítimas do Fascismo (1979) – com 5 solistas, coro misto e orquestra, que tem como ponto de partida uma situação dramática da história de Portugal. Escreve ainda importantes obras, de destacar a Introdução à Música Moderna (1942), Viana da Mota (1949) e A Canção Popular Portuguesa (1953).

Em 1931 funda a Revista de Música e a Gazeta Musical, 20 anos mais tarde.

Fernando Lopes-Graça morre a 27 de Novembro de 1994 após uma longa e buliçosa vida dedicada à música e, enfim, à vida cultural nacional. Mas é a música a actividade mãe da vida deste compositor, jornalista, professor… a música. Aquela que Lopes-Graça considerava como a sua única religião.

Fonte: www.cm-seixal.pt

Additional Hints (Decrypt)

Zhvgb snpvy cnen cvfgnf

Decryption Key

A|B|C|D|E|F|G|H|I|J|K|L|M
-------------------------
N|O|P|Q|R|S|T|U|V|W|X|Y|Z

(letter above equals below, and vice versa)