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Um interessante património ligado ao rio, aprazíveis zonas verdes e a riqueza da actividade cultural e recreativa fazem do concelho da Moita um local de visita obrigatório para quem pretende conhecer melhor a margem sul do Tejo.
O concelho da Moita, faz parte da área metropolitana de Lisboa, do distrito de Setúbal. Situa-se na margem esquerda do bonito Estuário do Tejo, com uma zona ribeirinha superior a 20 km.
A história da Moita remonta a tempos bem antigos, com diversos núcleos ribeirinhos primitivos, tendo tido um maior desenvolvimento a partir do século XIII com o incremento da agricultura, extração de sal, recolha de lenha, fabrico de cal e vidro e moagem de cereais e o desenvolvimento medieval e renascentista da construção naval.
No início do século XX, a Moita era uma zona marcadamente rural e marítima, tendo a partir dos anos 60 perdido a grande referência ribeirinha, industrializando-se e adaptando-se como zona dormitório das cidades maiores circundantes, assegurando igualmente uma boa rede de transportes para outras cidades da margem sul que sofreram grande desenvolvimento (Setúbal, Almada, Barreiro) e para a outra margem do Tejo: Lisboa.
A Moita é conhecida pelas suas tradições de Festa brava, com Touradas e largadas de Touros muito apreciados e célebres por todo o País, imprescindíveis nas festas mais características da localidade.
Na Moita vale a pena visitar a Igreja de Nossa Senhora da Boa Viagem, de inícios do século XVII, em estilo “Chão”, um estilo arquitetónico frio e funcional. Nesta vila ribeirinha atente-se aos monumentos fluviais, como o típico Bote “a Pombinha” ou o interessante Varino “O Boa Viagem”.
A Gastronomia da região é rica e condimentada, influenciada pela presença marcante do Tejo, oferecendo especialidades como salada de búzios, cogumelos com linguiça, massada de peixe e, para sobremesa, as tradicionais farófias à moda da Moita.
Fonte: http://www.cm-moita.pt e www.guiadacidade.pt
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