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Volframite - Wolframite

A cache by joom Send Message to Owner Message this owner
Hidden : 05/03/2018
Difficulty:
4.5 out of 5
Terrain:
4.5 out of 5

Size: Size:   other (other)

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Geocache Description:


Perguntas para responder - questions to answer

Para reclamar esta earthcache deverá enviar-me, através do meu perfil e antes de qualquer registo, as respostas às seguintes questões. Se algo estiver incorrecto será contactado. Não é necessário esperar por qualquer autorização. Por favor não envie fotografias. Essas são mais úteis no registo.

Nas coordenadas da earthcache, que não é um túnel da mina principal mas sim um túnel de prospecção e que foi usado para tomar a direcção do filão Salto do Lobo. Por vezes o chão está debaixo de água mas o solo é de rocha dura. A galeria não tem continuação e acaba mais à frente na rocha mãe. A sensivelmente 6 metros da entrada e no interior da galeria. Nessa altura e onde a parte mais alta da mina acaba há dois buracos no tecto. O do lado direito, para quem tem a saída nas costas, é em granito sólido. O do lado esquerdo, o relevante para se observar volframite, está em parte rochosa com várias inclusões.

1 – No buraco do lado esquerdo é possível ver um pouco de volframite. É preto e com brilho metalizado. Qual é a sua dimensão? Qual é a cor predominante da rocha em contacto com a volframite? É possível observar mais volframite na zona entre a parede vertical e o tecto horizontal ao lado do buraco?

2 – Mais para dentro desse buraco há um cristal de quartzo aproximadamente piramidal. Qual é a cor desse cristal? Qual é a profundidade desse buraco?

3 – Qual é a orientação da galeria segundo Norte?

No WP1 (bloco) há um bloco de cimento onde se pode ver uma data: 1954. Por cima há dois números e duas letras.

4 – Qual é o elemento químico referente às duas letras que aí estão?

No WP2 (mina) está à entrada de um dos túneis de acesso da mina principal e da concessão do Salto do Lobo. Está inundada e não se aconselha a sua exploração.

5 – Nas paredes de entrada consegue ver algum filão de quartzo no granito? Qual a sua espessura?

6 – Segundo o texto quantas vezes maior do que a densidade da água é a densidade do Volfrâmio?

Obrigatório:

Uma foto por cada registo. Ou claramente identificado no ponto zero ou senão o desejar uma foto na zona do ponto zero em que apareça o nick, a data da visita e um pé no WP1. Por favor não revele as respostas com essa foto. Obrigado pela visita.

 

To claim this earthcache one should send me, through my profile and before any found log, the answers to the following questions. If something is incorrect I'll contact you. There is no need to wait for any authorization. Please do not send photos. These are more useful on the log.

 

At the earthcache coordinates, which is not a tunnel of the main mine but a prospecting tunnel that was used to find the direction of the Salto do Lobo lode. Sometimes the ground is flooded but the ground is hard rock. The gallery has no continuation and finishes later in the mother rock. At approximately 6 meters from the entrance and inside the gallery. At this point and where the highest part of the mine ends there are two holes in the ceiling. The one on the right side, for those who have the exit on the back, is in solid granite. The one on the left, the one that is relevant for observing wolframite, is in a rock with several inclusions.

1 – In the hole on the left side you can see some wolframite. It is black and with metallic luster. What is its size? What is the predominant color of the rock in contact with wolframite? Is it possible to see more wolframite in the zone between the vertical wall and the horizontal ceiling next to the hole?

2 – Further into this hole is a quartz crystal approximately pyramidal. What is the color of this crystal? How deep is that hole?

3 – According to the North what is the gallery orientation?

At WP1 (bloco) there is a cement block where you can see a date: 1954. On top there are two numbers and two letters.

4 – What is the chemical element referring to the two letters that are there?

At WP2 (mina) you are at the entrance to one of the main mine belonging to the Salto do Lobo concession. It is flooded and its exploitation is not advisable.

5 – At the entrance walls can you see any quartz vein on the granite? What is its thickness?

6 – According to the text how many times is the Tungsten density greater than the density of water?

Mandatory:

A photo for each log. Or clearly identified (a selfie) at ground zero or if you don’t wish a photo at ground zero that shows your nickname, date of visit and a foot at WP1. Please do not reveal the answers with this photo. Thank you for your visit.

 

Volframite e volfrâmio

Volframite

A volframite é um minério de tungstato de ferro e manganês com fórmula química (Fe,Mn)WO4. Pode ser considerado uma mistura variável (entre 20 e 80%) , isomorfa, de dois minerais: tungstato de ferro (FeWO4) e tungstato de manganês (MnWO4). Quando a variedade do ferro é dominante (mais de 80%) o mineral é denominado ferberita e, quando a variedade manganês é dominante (também acima de 80%) é denominada hubnerita.
A volframite é um mineral com estrutura cristalina monoclínica, cor variando entre cinza, castanho e preto, translúcido a opaco, brilho submetálico a resinoso, massa específica entre 7,0 e 7,5, e com dureza entre 5,0 e 5,5.
Ocorre frequentemente nas veias hidrotermais associado com minérios de zinco. Encontrado em veias de quartzo em associação com rochas graníticas, e com a hematite, turmalinas, cassiterite, micas e pirite.

Junto com a scheelite é o minério mais importante para obtenção do tungsténio. No quadro abaixo é possível ver algumas ocorrências de volframite.

Ocorrência 1 Ocorrência 2 Ocorrência 3

Volfrâmio ou Tungsténio

O tungsténio é também conhecido como volfrâmio e é um dos raros elementos conhecidos por dois nomes. É representado pelo símbolo químico W e tem número atómico 74.

Um metal de cor branco cinza sob condições padrão, quando não combinado, o tungsténio é encontrado na natureza apenas combinado com outros elementos. Foi identificado como um novo elemento em 1781, e isolado pela primeira vez como metal em 1783. Os seus minérios mais importantes são a volframite e a scheelite. O elemento livre é notável pela sua robustez, especialmente pelo fato de possuir o mais alto ponto de fusão de todos os metais e o segundo mais alto entre todos os elementos, a seguir ao carbono. Também notável é a sua alta densidade, 19,3 vezes maior do que a da água, comparável às do urânio e ouro, e muito mais alta (cerca de 1,7 vezes) que a do chumbo. O tungsténio com pequenas quantidades de impurezas é frequentemente frágil e duro, tornando-o difícil de trabalhar. Contudo, o tungsténio muito puro é mais dúctil, e pode ser cortado com uma serra de metais.

O termo tungsténio, do sueco tung sten, significando "pedra pesada", foi utilizado por Axel Fredrik Cronstedt em 1757 para designar o mineral que hoje se designa scheelite e descoberto na Suécia em 1750. É usado em muitas línguas como nome deste elemento. O termo volfrâmio (ou por vezes wolfrâmio), usado em muitas línguas europeias (sobretudo línguas eslavas e germânicas), deriva do mineral volframite. Este, por seu lado, deriva do alemão "wolf rahm" (espuma de lobo ou creme de lobo), o nome dado ao tungsténio por Johan Gottschalk Wallerius em 1747, e do qual derivou também o símbolo químico do elemento, W. Wolf rahm por sua vez deriva de "Lupi spuma", o nome usado por Georg Agricola para este elemento em 1546 e é uma referência às grandes quantidades de estanho perdidas na extracção deste metal devido à presença de volframite no minério que continha o estanho.

Em 2005, a União Internacional de Química Pura e Aplicada decidiu utilizar o termo tungsténio em vez de volfrâmio, mas “W” permanece sendo o seu símbolo químico.

O tungsténio é o metal mais importante para aplicações de termo-emissão, não só por causa da sua elevada emissividade de elétrons (que é causada pela adição de elementos estranhos), mas também devido à sua elevada estabilidade térmica e química. Algumas aplicações do tungsténio podem ser vistas na figura acima. Através deste vídeo, em inglês, é possível aprender um pouco mais sobre o tungsténio.

Fontes:

Wikipedia, Carris e “A atividade mineira na região transfronteiriça da Serra do Gerês / Xurés (Trás-os-Montes/Minho/Galiza) – Influência das Minas dos Carris e Mina Las Sombras nos sistemas naturais e humanizados (Liliana Gonçalo, novembro de 2013)

As Minas dos Carris

As Minas dos Carris

As Minas dos Carris é um complexo mineiro abandonado na Serra do Gerês e incluído no interior da área do Parque Nacional da Peneda-Gerês. Era constituído por três concessões mineiras: Salto do Lobo, Corga das Negras n.º 1 e Lamalonga n.º 1.

Segundo os dados recolhidos a exploração das minas pode ser dividida em quatro fases distintas. Não tendo em conta as explorações artesanais que podem ter ocorrido antes do estabelecimento da primeira concessão legal, a primeira fase terá início já durante a Segunda Guerra Mundial e a exploração é baseada nos simples trabalhos executados entre 1941 e 1943 onde a exploração é feita em aluvião e muito rudimentar. A segunda fase decorre entre 1943 e 1945/1946 levada a cabo por uma empresa portuguesa denominada Sociedade das Minas dos Castelos, Lda. que extrai volfrâmio para ajudar na máquina de guerra nazi através já do alargamento da exploração e da sua iniciação em profundidade.

Alguns dos edifícios que ainda hoje são possíveis de visitar no complexo mineiro, são contemporâneos da fase de exploração pela Sociedade Mineiras dos Castelos.
Após o final dos trabalhos de exploração finda a Segunda Guerra Mundial, a Sociedade Mineira dos Castelos passa a ser dirigida por uma comissão liquidatária nomeada pelo estado português até que em princípios dos anos 50 as concessões são compradas pela Sociedade das Minas do Gerês, Lda. É esta sociedade que vai levar a cabo a terceira fase de exploração mineira ao mesmo tempo que vai dotar o complexo de estruturas mais modernas e avançadas de forma a rentabilizar a extracção mineira. Os trabalhos serão levados a cabo até 1957/1958, altura em que a mina é «abandonada» até ao princípio dos anos 70. É aqui que se inicia a quarta e última fase de exploração mineira que se vai prolongar até 1974/1975. Uma última tentativa de reactivar as Minas dos Carris nos princípios dos anos 80 não tem sucesso muito em parte devido à implementação do Parque Nacional da Peneda-Gerês, fundado a 8 de Maio de 1971 pelo Decreto-Lei n.º 187/71.
Com o final da exploração todo o complexo foi abandonado e, pouco depois, começaram os actos de vandalismo quando certamente o último guarda abandonou a zona. As pilhagens trataram de desnudar as paredes e tectos das casas que, juntamente com a intempérie do duro Inverno da serra, foram degradando as construções. Mais eficaz que os elementos naturais, a acção do Homem foi destruindo Carris, levando as telhas para melhorar as suas casas, retirando o cobre das ligações eléctricas, as louças, os azulejos e tudo o que se podia aproveitar. Aos poucos e poucos Carris vai desaparecendo da memória.
Muito se poderia dizer sobre este complexo que vale a pena explorar, com todo o cuidado necessário pois é uma área com os seus inerentes perigos. Como curiosidade o edifício que parece uma capela não o é. Era a cozinha usada para o pessoal superior e por baixo existe o único lugar que ainda tem tecto e serve de abrigo em condições menos favoráveis.

Há muito mais informação sobre as minas que pode ser consultada neste blog, aqui (pdf 11 MB) ou no livro a elas dedicado: Minas dos Carris – Histórias mineiras na Serra do Gerês” (Rui Barbosa, dezembro de 2013)


Wolframite and Tungsten

Wolframite

Wolframite, (Fe,Mn)WO4, is an iron manganese tungstate mineral that is the intermediate between ferberite (Fe2+ rich) and hübnerite (Mn2+ rich). Along with scheelite, the wolframite series are the most important tungsten ore minerals. Wolframite is found in quartz veins and pegmatites associated with granitic intrusives. Associated minerals include cassiterite, scheelite, bismuth, quartz, pyrite, galena, sphalerite, and arsenopyrite.

Together with scheelite is the most important ore for obtaining tungsten. In the table below you can see some occurrences of tungsten.

Occurrence 1 Occurrence 2 Occurrence 3

Wolfram orTungsten

Tungsten or wolfram is one of the few elements which is known by two names. It is a chemical element with symbol W and atomic number 74.

The free element is remarkable for its robustness, especially the fact that it has the highest melting point of all the elements discovered, melting at 3422 °C (6192 °F, 3695 K). It also has the highest boiling point, at 5930 °C (10706 °F, 6203 K). Its density is 19.3 times that of water, comparable to that of uranium and gold, and much higher (about 1.7 times) than that of lead. Polycrystalline tungsten is an intrinsically brittle and hard material (under standard conditions, when uncombined), making it difficult to work. However, pure single-crystalline tungsten is more ductile and can be cut with a hard-steel hacksaw.

The name "tungsten" (from the Swedish tung sten, "heavy stone") is used in English, French, and many other languages as the name of the element, but not in the Nordic countries. Tungsten was the old Swedish name for the mineral scheelite. "Wolfram" (or "volfram") is used in most European (especially Germanic and Slavic) languages and is derived from the mineral wolframite, which is the origin of the chemical symbol W. The name "wolframite" is derived from German "wolf rahm" ("wolf soot" or "wolf cream"), the name given to tungsten by Johan Gottschalk Wallerius in 1747. This, in turn, derives from "lupi spuma", the name Georg Agricola used for the element in 1546, which translates into English as "wolf's froth" and is a reference to the large amounts of tin consumed by the mineral during its extraction.

In 2005, the International Union of Pure and Applied Chemistry decided to use the term tungsten rather than wolfram, but "W" remains its chemical symbol.

Tungsten is the most important metal for thermo-emission applications, not only because of its high emissivity of electrons (which is caused by the addition of foreign elements) but also because of its high thermal and chemical stability. Some applications of tungsten can be seen in the figure above. Through this video, in English, you can learn a little more about it.

Source:

Wikipedia, Carris e “A atividade mineira na região transfronteiriça da Serra do Gerês / Xurés (Trás-os-Montes/Minho/Galiza) – Influência das Minas dos Carris e Mina Las Sombras nos sistemas naturais e humanizados (Liliana Gonçalo, novembro de 2013)

Minas dos Carris

Carris' mines

Minas de Carris is an abandoned mining complex in the Serra do Gerês and included in the Peneda-Gerês National Park area. It was constituted of three mining concessions: Salto do Lobo, Corga das Negras n.º 1 and Lamalonga n.º 1.

According to the data collected the exploitation of mines can be divided into four distinct phases. Not taking into account the artisanal holdings that may have occurred before the establishment of the first legal concession, the first phase maybe begun during World War II and the exploration is based on the simple works executed between 1941 and 1943 where the exploitation is done in a very rudimentary alluvial mining. Second phase took place between 1943 and 1945/1946 carried out by a Portuguese company called Sociedade das Minas dos Castelos, Lda., Which extracts tungsten to help the Nazi war machine through the expansion of exploration and its initiation in depth.

Some of the buildings that are still possible to visit today in the mining complex are contemporary of the exploration phase done by Sociedade Mineiras dos Castelos. After the end of the exploration work after the end of World War II, the Sociedade Mineira dos Castelos is now run by a liquidator commission appointed by the Portuguese state until the beginning of the 1950s, when the concessions were acquired by the Sociedade das Minas do Gerês, Lda. It is this company that will carry out the third phase of mining at the same time as it will endow the complex with more modern and advanced structures in order to monetize mining. Work will be carried out until 1957/58, at which point the mine is 'abandoned' until the early 1970s. This is where the fourth and last phase of mining exploration begins, which will continue until 1974/1975. A last attempt to revive the Carris’ Mines in the early 1980s is not very successful in part due to the implementation of the Peneda-Gerês National Park, founded on May 8, 1971 by Decree-Law no. 187/71.

With the end of the exploration all the complex was abandoned and, shortly after, the acts of vandalism began when the last guard certainly left the zone. The looting stripped the walls and ceilings of the houses, which, along with the inclement weather of the harsh winter of the mountains, degraded the buildings. More effective than natural elements, the action of Man was destroying Carris, taking the tiles to improve their houses, removing the copper from the electrical connections, dishes, mosaics and all that could be enjoyed. Little by little Carris disappears from memory.

Much could be said about this complex that is worth exploring, with all necessary care as it is an area with its inherent dangers. As curiosity the building that looks like a chapel is not. It was the kitchen used for the upper staff and underneath there is the only place that still has ceiling and serves as shelter under less favorable conditions.

There is much more information about the mines that can be consulted in this blog, here (pdf 11 MB) or in the book dedicated to them: Minas dos Carris – Histórias mineiras na Serra do Gerês” (Rui Barbosa, dezembro de 2013). However is only in Portuguese.

Nota - Note

A cache não está em Zona de Protecção Total. O acesso à cache não atravessa qualquer zona de protecção total (ZPT). Há no entanto procedimentos a cumprir para quem queira ir pelo estradão de acesso às minas e que parte da Portela do Homem. É necessária uma autorização e aqui está explicado o que fazer. Há trilhos para se chegar às minas e nos quais não é necessário nem atravessar zonas de protecção total nem requerer autorização. É pelo outro lado.

Esta é uma marcha de montanha e requer cuidados convenientes. Estude o caminho previamente e leve água, comida e calçado apropriado.

The cache is not in Total Protection Zone. The cache access does not cross any total protection zone (ZPT). There are however procedures to be followed for those who want to go along the road to the mines which starts from the Portela do Homem. Authorization is required and here is what to do. There are access trails that do not need any of this. They are on the other side.

This is a mountain hike and one should make suitable preparations. Please study your path before hand and bring water, food and suitable shoes.

Por favor não partilhe as respostas. Para que continuem a existir earthcaches junte ao registo uma fotografia desse dia no ponto zero. Assim ajuda a acabar com as visitas fantasmas a lembrar o Walter Mitty.
Please do not share the answers. To make sure that earthcaches endure append to your log a photo of the day at ground zero. It helps to end ghost visits that resemble Walter Mitty.

Additional Hints (Decrypt)

phvqnqb pbz n pnorçn / jngpu lbhe urnq

Decryption Key

A|B|C|D|E|F|G|H|I|J|K|L|M
-------------------------
N|O|P|Q|R|S|T|U|V|W|X|Y|Z

(letter above equals below, and vice versa)



Reviewer notes

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