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PALÁCIO DA ROSA-Largo da Rosa Traditional Cache

This cache is temporarily unavailable.

Bitaro: Olá Team Ribeiro,

Pelo teor dos últimos registos, parece necessária a intervenção do dono da cache para verificar o estado da mesma.
Até lá, ficará desativada.

Por favor leia atentamente as Linhas de Orientação que regulam a manutenção das geocaches.

Como Dono da cache, tem ao dispor algumas soluções possíveis:

  1. Efetuar a manutenção necessária e reativar a geocache, dentro do prazo estabelecido pelas Linhas de Orientação
  2. Colocar uma nota na geocache com o plano de manutenção, caso esta não possa ocorrer num curto espaço de tempo. Nessa nota deve constar:
    • o prazo em que pretende efetuar a manutenção,
    • o argumento pelo qual o prazo indicado abaixo terá de ser ultrapassado para que fique novamente ativa;
  3. Caso não consiga assegurar a manutenção da mesma, pode considerar o processo de adopção por um geocacher local;
  4. Arquivar a geocache se não tiver disponibilidade para assegurar o estado pleno da mesma. Por favor, tenha em consideração que nesta opção é necessário remover a geocache ou os conteúdos da mesma para evitar que se tornem lixo (*geolitter*).

Assim, caso não seja feita manutenção ou indicado um motivo válido pelo qual a geocache deva estar desativada além do tempo previsto pelas Linhas de Orientação, a mesma será arquivada num prazo de 60 dias.

Obrigado pela colaboração
Bitaro
Community Volunteer Reviewer

Centro de Ajuda
Linhas Orientação

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Hidden : 7/12/2012
Difficulty:
1.5 out of 5
Terrain:
1.5 out of 5

Size: Size:   micro (micro)

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Geocache Description:

AQUI COLOCA O NOME DA FOTO


O Palácio da Rosa é um solar oitocentista com traços quinhentistas, no Largo da Rosa, na chamada Mouraria, freguesia do Socorro, em plena Lisboa,está classificado como Imóvel de Interesse Municipal. Em 16 de Dezembro de 1393 foi dada autorização pela câmara de Lisboa a Afonso Anes Nogueira, casado com Joana Vaz de Almada (filha de Vasco Lourenço de Almada, cavaleiro e alcaide-mor e morador da dita cidade, para derrubar uns "pardieiros" e fechar as ruas junto à Igreja de São Lourenço, para fazer umas casas e um edifício, "por que a dita cidade seria mais honrada", naquele que mais tarde veio dar origem a este Palácio da Rosa.

Afonso Anes Nogueira, Roglo, retirado de Manuel Abranches de Soveral («Ascendências Visienses», Porto 2004). Destruído quase na totalidade pelo Terramoto, foi reedificado no Século XVIII. Este que fazia parte do chamado morgado de S. Lourenço entra, por casamento, a casa dos Marqueses de Ponte de Lima e mais tarde, também por casamento, entra para os bens dos Marqueses de Castelo Melhor, daí igualmente ter sido conhecido por "Palácio dos Marqueses de Ponte de Lima e dos Castelo-Melhor". Entre 1927 e 1942 era proprietário e morador, o escritor e poeta, Afonso Lopes Vieira. Mais tarde, em meados da década de 60, o Palácio da Rosa passou a pertencer à Câmara Municipal de Lisboa, acabando, no entanto, por ser vendido já no final do século.

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O Presente e o Futuro do Palácio da Rosa

Atualmente, o Palácio da Rosa pertence a um grupo hoteleiro madeirense, tendo sido adquirido em hasta à Camara municipal de Lisboa. Já depois de ter sido vendido, o Palácio foi classificado como imóvel de interesse municipal, no âmbito de uma proposta aprovada, por unanimidade, pelo executivo da Câmara Municipal. Não deixa de ser curioso que, o pedido feito pela Unidade de Projecto da Mouraria (UPM), tenha apenas surgido quando já havia decorrido mais de um ano sobre a sua venda. Visto que aquando da compra do imóvel pela Olissibona, uma empresa madeirense de empreendimentos turísticos, ficou-se a saber que o objectivo da compra era transformar o Palácio da Rosa num hotel de charme com cerca de 60 quartos, o pedido de classificação deste como imóvel de interesse municipal surgiu com o objectivo de salvaguardar estéticos que a futura intervenção sobre o edifício poderia provocar. No entanto, como é óbvio, esta classificação deveria ter surgido anteriormente à venda pois, com este ato, foram mudadas as regras do jogo a meio do mesmo.

Apesar da venda do Palácio da Rosa, esta não contemplou a Igreja de São Lourenço, que integra o conjunto edificado, mas que permaneceu nas mãos da autarquia. Já há algum tempo, era objectivo da Câmara Municipal de Lisboa disponibilizar o Palácio da Rosa, por um determinado período de tempo, a um grupo hoteleiro que o recuperasse e usufruísse dos dividendos, já que a autarquia não tinha dinheiro para tal. No entanto, com o executivo actual, as prioridades mudaram e foi resolvido proceder-se à venda. Apesar do objectivo de aí se instalar um hotel de charme, a verdade é que o futuro do Palácio da Rosa é um tanto incerto pois, para que tal acontecesse, seria necessário que aí fosse construído um Parque de Estacionamento, tal como é obrigatório por lei. No entanto, segundo o Plano de Ordenamento do Território, nesse local será impossível a construção do dito Parque de Estacionamento. Como tal, resta-nos esperar para ver o que o futuro reserva para este imóvel que se encontra em estado adiantado de degradação.

Additional Hints (Decrypt)

1,50z uvtug / 1,50z qr nyghen Fcbvyre

Decryption Key

A|B|C|D|E|F|G|H|I|J|K|L|M
-------------------------
N|O|P|Q|R|S|T|U|V|W|X|Y|Z

(letter above equals below, and vice versa)