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They're here, run!

A cache by The_Dukes Send Message to Owner Message this owner
Hidden : 07/21/2012
Difficulty:
4 out of 5
Terrain:
4 out of 5

Size: Size:   other (other)

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"I can conceive of no nightmare so terrifying as establishing communication with a so-called superior (or, if you wish, advanced) technology in outer space." - Nobel Laurette George Wald


"For the first time in our history, we are studying something that is studying us." - Marilyn Teare

"Two possibilities exist: Either we are alone in the Universe or we are not. Both are equally terrifying." – Arthur C. Clark

"We have never denied that it is possible, indeed probable, that other forms of life, even intelligent life, exist in the universe. But this is different from the belief that we are now being visited by extraterrestrial beings in spacecraft, that they are abducting people, and the there is a vast government cover-up." - Paul Kurtz

David Stark sabia que não era nenhum “cover up”. O governo estava tão acagaçado como o próprio povo, a única diferença é que o povo estava às escuras, enquanto que ele, David, sabia de alguma coisa.

Desde que fora recrutado para o OFELF (Observatory For External Life Forms | Observatório para Formas de Vida Exteriores) que a sua vida tinha virado uma loucura. Em 2010 quando o satélite Voyager II deixou de funcionar durante algum tempo de uma forma súbita, entrou em marcha o plano ELEP (External Life Erradication Protocol | Protocolo de Erradicação de Formas de Vida Externas). O plano previa a descodificação de eventuais mensagens alienígenas, e a elaboração de um protocolo mundial para contra atacar um eventual ataque hostil. O satélite Voyager II enviava regularmente mensagens do seu estado e percurso pelos sistema solar a intervalos regulares, até que, após um silêncio de vários meses, ao entrar na heliosfera começou a enviar mensagens esquisitas, mas sempre com o mesmo padrão e a intervalos bem definidos.

A NASA inicialmente desvalorizou, dizendo tratar-se de um erro qualquer devido à idade do satélite. Mas quando a mensagem foi decifrada começaram as preocupações. Alguma forma de vida inteligente viu a placa com informações sobre a humanidade na lateral da Voyager II e interpretou a informação. O mistério estava na maneira como conseguiram falar uma língua do nosso planeta na transmissão que fizeram, porque a mensagem era clara para os astrofísicos:

World I come. My Voyager HHH

“Mundo, estamos a ir”, a primeira parte era fácil, mas a segunda tinha a haver com um isótopo de Hidrogénio, o Deutério, que tem 3 átomos de hidrogénio (HHH) e que existe em grande abundância nos nossos oceanos. Eles sabiam isso porque na chapa da nossa Voyager, havia uma representação de uma molécula de hidrogénio, e onde há muito hidrogénio haverá certamente deutério. A parte “my Voyager” era também simples, as naves deles funcionavam a deutério, chamaram-lhes Voyager para nós entendermos. Tudo somado era algo como Mundo, estamos a ir, precisamos de deutério para as nossas naves. A comunidade científica acreditava que eles conseguiram falar a nossa língua porque de alguma maneira enviaram uma nave de escuta para ouvir o que os nossos satélites reflectiam das nossas chamadas de telemóvel e agora estavam a preparar uma visita em massa para abastecer as naves. Ninguém arriscou se seria uma visita pacífica ou hostil, mas o OFELF não quis esperar. A nossa única esperança era o facto de saber como desactivar motores propulsionados a deutério, com canhões de plasma!

David Stark não ajudou na descodificação da mensagem, mas ficou encarregue de colocar no terreno os vários canhões de plasma que faziam o deutério ionizar, inactivando a nave. Os canhões eram colocados em países perto de grandes oceanos por razões óbvias.

David Stark estava Portugal para fazer a manutenção ao canhão. Tinha já verificado tudo no canhão da Islândia na semana antes. Hoje seria uma noite rotineira, em que encontrava o canhão escondido na floresta, verificava a pressão do gás e a voltagem da pilha.

Eram 2:57 da manhã e o seu Jeep estava a chegar perto do canhão quando a luz o cegou… Tentou controlar o carro, mas entendeu perfeitamente o que era, era o ataque… Viu o rasto azul claro deixado pelos propulsores de Deutério e sabia que tinha pouco tempo! Pegou no “transponder” e carregou em activar, mas o canhão não respondeu, algo estava mal. Tinha que o activar manualmente. O problema era descer a encosta a pé, neste caso, tinha que ser a correr e activar o canhão manualmente porque o tempo estava contado, ainda bem que ele tinha trazido calçado confortável, estava em boas condições físicas e um sentido de orientação apurado…

 


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