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This cache has been archived.

btreviewer: Esta cache foi arquivada por falta de uma resposta atempada e/ou adequada perante as situações relatadas. Relembro a secção das guidelines sobre a manutenção http://www.geocaching.com/about/guidelines.aspx#cachemaintenance :

[quote]
Você é responsável por visitas ocasionais à sua geocache para assegurar que está tudo em ordem para funcionar, especialmente quando alguém reporta um problema com a geocache (desaparecimento, estrago, humidade/infiltrações, etc.), ou faz um registo "Precisa de Manutenção". Desactive temporariamente a sua geocache para que os outros saibam que não devem procurar a geocache até que tenha resolvido o problema. É-lhe concedido um período razoável de tempo - geralmente até 4 semanas - dentro do qual deverá verificar o estado da sua geocache. Se a geocache não estiver a receber a manutenção necessária ou estiver temporariamente desactivada por um longo período de tempo, poderemos arquivar a página da geocache.

Por causa do esforço requerido para manter uma geocache, por favor coloque geocaches físicas no seu espaço habitual de geocaching e não em sítios para onde costuma viajar. Geocaches colocadas durante viagens não serão muito provavelmente publicadas a menos que possa fornecer um plano de manutenção adequado. Este plano deve permitir uma resposta rápida a problemas reportados, e deverá incluir o Nome de Utilizador de um geocacher local que irá tomar conta dos problemas de manutenção na sua ausência. [/quote]

Como owner, se tiver planos para recolocar a cache, por favor, contacte-me por [url=http://www.geocaching.com/email/?u=btreviewer]e-mail[/url].

Lembro que a eventual reactivação desta cache passará pelo mesmo processo de análise como se fosse uma nova cache, com todas as implicações que as guidelines actuais indicam.

Se no local existe algum container, por favor recolha-o a fim de evitar que se torne lixo (geolitter).

Obrigado

[b] btreviewer [/b]
Geocaching.com Volunteer Cache Reviewer

[url=http://support.groundspeak.com/index.php?pg=kb.page&id=77][i][b]Work with the reviewer, not against him.[/b][/i][/url]

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#6 Power Trail do Lima - Lampreia

A cache by cagaNAcunca team & cagaNAcriba Send Message to Owner Message this owner
Hidden : 12/06/2012
Difficulty:
2 out of 5
Terrain:
2 out of 5

Size: Size:   small (small)

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Geocache Description:


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#6 Power Trail do Lima - Lampreia

Powertrail do Rio Lima

Esta cache está inserida no Powertrail do Rio Lima: um percurso pela Ecovia do Rio Lima (Troço dos Açudes) que se estende ao longo da margem esquerda do rio, unindo as duas Vilas Minhotas de Ponte de Lima a Ponte da Barca, numa extensão de cerca de 16 km.

O percurso caracteriza-se pelos vários açudes e moinhos ao longo do rio, onde pode encontrar igualmente vários tipos de containers em locais totalmente diferentes. Desfrute plenamente deste passeio, em BTT ou a Pé, uma vez que é interdita a circulação a automóveis e motociclos.

Um agradecimento muito especial ao Fernando Rei por me ceder todo o trabalho por ele antes feito!:D

Lampreia

Lampreia

Nas noites frias de Inverno e dos primeiros dias de Primavera, as lampreias-marinhas entram nos estuários e dirigem-se para os cursos superiores dos rios onde se irão reproduzir. Porém, a maior parte nunca irá atingir os locais de reprodução. Como esta espécie migradora é alvo de importante exploração comercial muitos indivíduos assim que entram nos rios são capturados.

A lampreia-marinha (Petromyzon marinus) é a maior lampreia anádroma que se conhece, podendo atingir 1.20 m de comprimento e pesar 2.30 Kg. As regiões laterais e dorsais do corpo têm uma coloração cinzenta-amarelada com manchas irregulares escuras. A região ventral é branca-amarelada.         

A sua distribuição geográfica é muito ampla, encontrando-se em quase todos os rios da Europa e América do Norte. Em Portugal encontra-se nas bacias hidrograficas do Minho, Lima, Cávado, Douro, Mondego, Tejo, Sado e Guadiana, embora seja mais abundante nos rios do Minho.

Não se sabe muito bem quais são os factores que estimulam a entrada dos indivíduos adultos nos rios. Pensa-se que a temperatura e o caudal que chega ao estuário são os factores mais importantes. Nos rios procuram fundos pedregosos de granulometria entre 10 e 50 mm, zonas de corrente com velocidade de cerca de 1 a 2 m s-1, com uma profundidade de 40 a 60 cm e com pouco ensombramento. Aí constroem os seus ninhos, movendo as pedras do fundo de modo a criar uma depressão oval. Não se sabe se o ninho é construído só pelos machos ou só pelas fêmeas ou se por ambos os sexos. A postura é realizada nos meses de Março-Abril, sendo precedida de acasalamento. Durante o acasalamento o macho fixa-se, com o auxílio da ventosa, à cabeça da fêmea, que, por seu lado, utilizando o mesmo processo se prende a uma pedra. O macho coloca o seu orifício genital em frente ao da fêmea e os óvulos são fecundados externamente á medida que se realiza a postura. Os cerca de 60.000 ovos são cobertos de areia e os reprodutores, esgotados, morrem no final da reprodução. Após a eclosão dos ovos as larvas movem-se para jusante deixando os fundos pedregosos e procuram troços com fundos com substratos de granulometria inferior a 1 mm, com uma corrente de velocidade pequena e parcialmente ensombrados onde se enterram deixando apenas a cabeça de fora. A vida larvar prolonga-se por 4 a 5 anos, permanecendo os amocetes enterrados nos sedimentos onde se alimentam por filtração de plâncton e de detritos. Pouco depois da metamorfose, que ocorre quando os amocetes medem 15 a 20 cm de comprimento começa a migração para o mar. As migrações das jovens lampreias rio abaixo são nocturnas e ocorrem entre Dezembro e Janeiro. Viverão no mar durante cerca de 3 anos até atingirem a maturidade sexual altura, em que voltarão aos rios para se reproduzirem. Pouco se sabe sobre a ecologia desta espécie durante a sua vida no mar. Os indivíduos de menores dimensões são encontrados nas zonas costeiras e próximo dos estuários mas os maiores já foram encontrados a profundidades entre os 280 e os 650 m. Durante este período parasitam várias espécies de peixes, alimentando-se do seu sangue. Entre as espécies parasitadas destacam-se bacalhaus, salmões, sardas, arenques e até mesmo espadartes. Alguns investigadores sustentam que a lampreia-marinha pode igualmente parasitar várias espécies de mamíferos cetáceos. Quando entram nos estuários para se reproduzir deixam de se alimentar.

Esta espécie constitui um recurso pesqueiro importante desde tempos remotos. Por ser muito apreciada do ponto de vista gastronómico, atinge um elevado valor comercial que vai aumentando à medida que a sua captura vai sendo cada vez mais rara.



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Additional Hints (Decrypt)

cbe onvkb qr hzn crqen tenaqr!

Decryption Key

A|B|C|D|E|F|G|H|I|J|K|L|M
-------------------------
N|O|P|Q|R|S|T|U|V|W|X|Y|Z

(letter above equals below, and vice versa)



Reviewer notes

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