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Bitaro: Esta geocache foi arquivada por falta de uma resposta atempada e/ou adequada perante uma situação de falta de manutenção.
Relembro a secção das Linhas de Orientação que regulam a manutenção das geocaches:

O dono da geocache é responsável por visitas à localização física.

Você é responsável por visitas ocasionais à sua geocache para assegurar que está tudo em ordem para funcionar, especialmente quando alguém reporta um problema com a geocache (desaparecimento, estrago, humidade/infiltrações, etc.), ou faz um registo "Precisa de Manutenção". Desactive temporariamente a sua geocache para que os outros saibam que não devem procurar a geocache até que tenha resolvido o problema. É-lhe concedido um período razoável de tempo - geralmente até 4 semanas - dentro do qual deverá verificar o estado da sua geocache. Se a geocache não estiver a receber a manutenção necessária ou estiver temporariamente desactivada por um longo período de tempo, poderemos arquivar a página da geocache.

Se no local existe algum recipiente por favor recolha-o a fim de evitar que se torne lixo (geolitter).

Uma vez que se trata de um caso de falta de manutenção a sua geocache não poderá ser desarquivada. Caso submeta uma nova será tido em conta este arquivamento por falta de manutenção.

Obrigado pela compreensão,
Bitaro
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Poço da Areia

A cache by Pimentel team Send Message to Owner Message this owner
Hidden : 12/14/2012
Difficulty:
1.5 out of 5
Terrain:
1.5 out of 5

Size: Size:   micro (micro)

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Geocache Description:


Poço da Areia

A BATALHA DA PRAIA  foi um combate naval ferido no dia 11 de agosto de 1829, na baía da então Vila da Praia, em que forças Miguelistas intentaram um desembarque naquele trecho do litoral da Ilha Terceira, nos Açores. A derrota dos absolutistas neste recontro foi decisiva para a afirmação e posterior vitória das ideias liberais em Portugal.

O dia 11 de agosto apresentou-se com nevoeiro e tempo brusco, com pancadas de chuva e rajadas de vento. No mar, apresentou-se uma esquadra composta por vinte e uma embarcações, sob o comando do almirante José Joaquim da Rosa Coelho (1773-1833), com cerca de 4.000 homens, artilhada com um total de 340 peças:

  • 1 nau (Nau 'D. João VI')
  • 3 fragatas (Fragatas 'Pérola', 'Dianna' e 'Amazona')
  • 1 corveta (Corveta 'Princeza Real')
  • 5 charruas (Charruas 'Jaya Cardozo', 'Galatea', 'Orestes', 'Princeza da Beira' e 'Princeza Real')
  • 5 brigues (Brigues '13 de Maio', 'Infante D. Sebastião', 'Providência', 'Glória' e 'Devina Providência')

A força de desembarque era comandada pelo coronel Azevedo Lemos (que, em agosto de 1828 conquistara a Madeira), transportada em:

  • 2 patachos (Patachos 'Bom-fim' e 'Carmo e Almas')
  • 2 escunas (Escunas 'da Graciosa' e 'Triunfo d'Inveja')
  • 2 iates (Iates 'Bom Despacho' e 'Santa Luzia')

A esta força acrescentavam-se seis barcas canhoneiras, cada uma com uma peça.

Pelo lado de terra, um arco de pequenos fortes de marinha e baterias, leais a Maria II de Portugal, defendiam aquele trecho de litoral com cerca de cinco quilômetros de extensão:

  • Forte de Santa Catarina
  • Bateria de São José
  • Bateria de São Caetano
  • Forte de Santo Antão
  • Bateria de São João
  • Forte das Chagas
  • Forte da Luz
  • Forte do Porto
  • Forte do Espírito Santo

A batalha iniciou-se com a clássica abertura de pesado fogo da artilharia dos navios da esquadra sobre os fortes, tendo o bombardeamento se estendido por quatro horas. Estima-se que foram disparados, pelos navios, cerca de 5.000 tiros, a que os fortes resistiram como puderam.

Com o vento Oeste impelindo os navios para Leste, os invasores intentaram um primeiro desembarque junto ao Forte do Espírito Santo seguido por um segundo, mais para dentro do areal e próximo à Vila da Praia, a coberto da artilharia embarcada. Ambas as tentativas foram, entretanto, repelidas pelos defensores em terra, os chamados 'Voluntários da Rainha', homens recém-incorporados, com pouco treino, sob o comando de militares liberais evadidos de outras unidades do Exército Português e que haviam conseguido alcançar a ilha.

Ao fim do dia de luta os Miguelistas levantaram ferro, deixando nas mãos dos liberais algumas centenas de mortos e prisioneiros. A derrota Miguelista é atribuída a erros de estratégia por parte de seus comandantes.

A vitória liberal nesta batalha transformou a percepção da Terceira, antes considerada como 'a ratoeira', agora vista como 'baluarte da liberdade'.

Após o fim do conflito, a soberana concederia à vila o título de Praia da Vitória.

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Additional Hints (Decrypt)

Decryption Key

A|B|C|D|E|F|G|H|I|J|K|L|M
-------------------------
N|O|P|Q|R|S|T|U|V|W|X|Y|Z

(letter above equals below, and vice versa)