
A Sociedade Portuguesa de Autores (ou SPA)é uma cooperativa de responsabilidade limitada que tem como objectivo gerir os direitos de autor, através da representação dos autores portugueses de todas as disciplinas artísticas que nela estejam inscritos.
Foi fundada em 1925, na época com a designação Sociedade de Escritores e Compositores Teatrais Portugueses (SECTP), como cooperativa, na sequência de duas tentativas anteriores, 1873 e 1911, de formar uma associação que defendesse os direitos dos autores e compositores teatrais. Entre os fundadores constam os nomes de Mário Duarte, Henrique Lopes de Mendonça, Félix Bermudes, André Brun, João Bastos, Ernesto Rodrigues, Alves Coelho, Carlos Calderón e Luz Júnior. O escritor Júlio Dantas foi escolhido para presidente da sociedade, que no ano da sua fundação abriu a primeira delegação, no Porto.
Félix Bermudes sucedeu a Júlio Dantas na presidência em 1928 e manteve-se no cargo até 1960. Quase no final da sua presidência, em 1958, foi lançado o boletim Autores e, onze anos mais tarde, começou a ser publicada uma coleção de textos dramáticos.
Entretanto, em 1968, a SECTP tinha aderido ao Bureau Internacional das Sociedades de Gestão dos Direitos de Edição Mecânica.
Só em 1970 foi adotada a designação SPA devido a uma revisão dos estatutos, que datavam de 1928, que originou uma maior abrangência da ação da entidade nas áreas de criação intelectual.
Cerca de vinte anos mais tarde, em 1989, foi constituído o Grupo Europeu das Sociedades de Autores e Compositores, do qual a SPA foi fundadora.
Cinco anos mais tarde, foi assinalado o 50.º aniversário da sociedade com inauguração de uma nova sede, na Avenida Duque de Loulé, em Lisboa.

Edificios I e II da SPA
Desde 1982, é assinalado o Dia do Autor Português a 22 de maio, uma iniciativa do maestro Nóbrega e Sousa. Todos os anos, neste dia, é divulgada a Mensagem do Dia do Autor, assinada por personalidades da cultura portuguesa, assim como organizados eventos culturais e atribuídos prémios.
A SPA recebeu, em 1985, a Ordem do Infante D. Henrique e a Medalha de Mérito Cultural e, dez anos mais tarde, a Ordem de Mérito Nacional e distribui anualmente os prémios Consagração de Carreira, Revelação e o Grande Prémio do Teatro Português.
Por altura do 75.º aniversário a sociedade representava quase vinte mil criadores cujo número hoje se eleva a cerca de vinte e cinco mil. Em simultâneo, salvaguarda os direitos dos criadores inscritos em cerca de 200 sociedades congéneres, existentes em cerca de 90 países de todos os continentes, com as quais a SPA mantém relações contratuais recíprocas.
Funções
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Autoriza a utilização das obras dos titulares de direitos de autor que representa, fixando as respectivas condições de utilização e cobrando os direitos respectivos, distribuindo-os pelos respectivos titulares.
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Complementarmente, desempenha funções de carácter social e cultural.
Reportório
As obras que constituem o repertório da SPA são:
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Obras literárias, originais, traduzidas ou adaptadas.
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Obras dramáticas e dramático-musicais e respectiva encenação.
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Obras musicais, com ou sem letra.
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Obras coreográficas.
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Obras radiofónicas, televisivas, cinematográficas e multimédia.
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Obras de artes plásticas, arquitectura, urbanismo, "design" e fotográficas.
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Obras publicitárias.
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Obras informáticas (programas de computador)
Lemas
www.spautores.pt/
http://www.facebook.com/spautores
http://pt.wikipedia.org/wiki/Sociedade_Portuguesa_de_Autores
A Cache
Esta cache é a minha primeira. A SPA é um local que estimo por muitos motivos. Tenham cuidado pois o local é movimentado e não é fácil passar despercebido.
NÃO CONTÉM MATERIAL DE ESCRITA..
Espero que gostem.
