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AFONSO DUARTE E AS PORTAGENS NAS SCUT Multi-Cache

This cache has been archived.

btreviewer: Esta geocache foi arquivada por falta de uma resposta atempada e/ou adequada perante uma situação de falta de manutenção.
Relembro a secção das Linhas de Orientação que regulam a manutenção das geocaches:

O dono da geocache é responsável por visitas à localização física.

Você é responsável por visitas ocasionais à sua geocache para assegurar que está tudo em ordem para funcionar, especialmente quando alguém reporta um problema com a geocache (desaparecimento, estrago, humidade/infiltrações, etc.), ou faz um registo "Precisa de Manutenção". Desactive temporariamente a sua geocache para que os outros saibam que não devem procurar a geocache até que tenha resolvido o problema. É-lhe concedido um período razoável de tempo - geralmente até 4 semanas - dentro do qual deverá verificar o estado da sua geocache. Se a geocache não estiver a receber a manutenção necessária ou estiver temporariamente desactivada por um longo período de tempo, poderemos arquivar a página da geocache.

Se no local existe algum recipiente por favor recolha-o a fim de evitar que se torne lixo (geolitter).

Uma vez que se trata de um caso de falta de manutenção a sua geocache não poderá ser desarquivada. Caso submeta uma nova será tido em conta este arquivamento por falta de manutenção.

btreviewer
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Hidden : 6/17/2013
Difficulty:
1.5 out of 5
Terrain:
1.5 out of 5

Size: Size:   small (small)

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Geocache Description:

Esta multicache pretende levar o geocacher numa viagem pela vida, pensamento e obra do poeta Afonso Duarte, bem como pelos vários locais onde as caches se encontram.
Está dividida em 3 etapas, sendo que nas duas primeiras encontrará indicações para a seguinte e também para a cache final.
Os locais são de fácil acesso, basta ter atenção às dicas e às informações colhidas!

AFONSO DUARTE (1884 - 1958)

Vida

Filho de Henrique Fernandes Duarte e D. Maria Pereira Cantante, nasceu a 01 de Janeiro de 1884, na aldeia da Ereira, freguesia de Verride, concelho de Montemor-o-Velho e foi poeta, professor, pedagogo e lavrador.
Em 1902 assentou praça em Lanceiros de EI-Rei e matricula-se no Liceu de José Falcão. Como preparatórios para a Escola do Exército, matricula-se em 1908 na Universidade de Coimbra. Um ano depois, desiste da carreira das armas, passando a frequentar o curso de Ciências Físico-Naturais da então Faculdade de Filosofia, hoje extinta.
Em 1913, terminou a sua licenciatura em Coimbra e foi naquela cidade que passou a exercer como professor da Escola Normal, dedicando-se em especial à pedagogia do desenho. Exerceu funções docentes até ser aposentado de forma compulsiva pelo regime salazarista, em 1932, data a partir da qual se dedicou quase exclusivamente à obra literária e de investigação, nos domínios da pedagogia, da etnografia e da arte popular portuguesa. Manteve, ao longo da sua vida, um intenso e caloroso convívio literário com sucessivas escolas e grupos, acompanhando praticamente todos os movimentos literários da primeira metade do século XX em Portugal, dos quais se destacam o “Saudosismo” e as suas colaborações na Renascença Portuguesa e na Águia, a passagem pela Presença e pela Seara Nova e a sua ligação ao Novo Cancioneiro.
Faleceu a 05 de Março de 1958, em Coimbra.
Em Montemor-o-Velho, sua terra natal, além de vários monumentos, ruas e prémios literários em sua homenagem, também a Escola Profissional e a Biblioteca Municipal têm o seu nome.

Para uma biografia completa consulte: http://epaad.no.sapo.pt/historia/ad_bio.htm

Obra

A sua obra poética acusa um permanente esforço de renovação, mantendo-se, todavia, fiel à inspiração tradicional, aos motivos da terra, da vida animal, do povo e da lide agrária, das crenças e mitos seculares. Sempre rica de poder metafórico e alusivo, evoluiu progressivamente, para uma forma mais despojada e algo sarcástica, num denso e sentencioso comentário profético do mundo contemporâneo.

-         Primeiro livro de versos, Composições Verdes, que não foi publicado (1904)

-         Cancioneiro das Pedras (1912)

-         Tragédia do Sol-Posto (1914)

-         Rapsódia do Sol-Nado (1916)

-         Ritual do Amor (1916)

-         Publica Barros de Coimbra (1919)



-         Os Sete Poemas Líricos (1929)

-         Desenhos Animistas de uma Criança de 7 Anos (1933)

-         O Ciclo do Natal na Literatura Oral Portuguesa (1936)

-         Ossadas (1947)

-         Um Esquema do Cancioneiro Popular Português (1948)



-         Post-Scriptum de um Combatente (1949)

-         Sibila (1950)

-         Canto da Babilónia (1952)

-         Canto de Morte e Amor (1952)

-         Obra Poética (1956)

-         Lápides e Outros Poemas (1960) – volume póstumo organizado por Carlos de Oliveira e João José Cochofel.



SCUTS










A sigla SCUT é uma abreviatura de "Sem Custo para os Utilizadores" e era o termo utilizado (o tempo está bem empregue, no passado) para designar uma autoestrada em regime de portagens virtuais, cujos custos eram suportados pelo Estado Português. A construção e manutenção desta eram da responsabilidade de uma empresa concessionária.
O conceito de SCUT foi introduzido em Portugal em 1997 no governo de António Guterres, pela mão do Ministro do Equipamento Social, João Cravinho (versão que consta do Portal do Governo). No entanto, foi da responsabilidade do então Primeiro-Ministro, Cavaco Silva, a concessão da primeira SCUT, hoje conhecida como A23 - na inauguração declarou que a única diferença para uma autoestrada era a não existência de portagens.
Dos 914 km de autoestradas em regime SCUT, cerca de 55% situavam-se no interior, atravessando concelhos cujo nível de desenvolvimento não justificaria o seu pagamento pelos utilizadores.

Esse conceito foi abolido em 2010, com as autoestradas A4, A17, A28, A29, A41 e A42 a passar a ser pagas às 00h00 de 15 de Outubro, dando-se assim inicio ao plano de eliminação das SCUT.
Às 00h00 de 8 de Dezembro de 2011, foi a vez das autoestradas A22, A23, A24 e A25.


 

AFONSO DUARTE E AS PORTAGENS NAS SCUT

Sendo um acérrimo defensor das tradições, da etnografia e da cultura popular portuguesa (por certo adorava uns caracóis ao final da tarde), o nosso poeta e também lavrador, ficaria tão espantado com a fauna e a flora dos locais que o geocaher vai percorrer, que iria sem dúvida, dedicar alguns versos a esta aventura!
Deixe-se também levar e solte a veia poética que existe dentro de si!





Conteúdo Inicial da Cache

Stashnote, Logbook, 01 Coin, 01 Brinde, 01 Lápis e 01 TB para o FTF.

Se possível não publique fotos das caches ou de qualquer coisa que as identifique.
Deixe tudo exactamente como encontrou, não deixe nada desarrumado!
Caso o queiram fazer, podem contribuir para a melhoria dos locais através da actividade de CITO (Cash In Trash Out)





Divirtam-se e Boas Cachadas! 




Bibliografia

http://lusografias.wordpress.com/2008/05/24/afonso-duarte/
http://www.antoniomiranda.com.br/iberoamerica/portugal/afonso_duarte.html
http://www.infopedia.pt/$afonso-duarte;jsessionid=OyddJMxeXVHDkn-obKizvg__
http://alfarrabio.di.uminho.pt/vercial/duarte.htm
http://www.apel.pt/pageview.aspx?pageid=514&langid=1
http://pt.wikipedia.org/wiki/SCUT





PÓDIO:

Additional Hints (Decrypt)

Pnpur #1: Qrintnevaub ryr fnv. Pnpur #2: Pbz rfgr crfb, gnzoéz ibn? Pnpur #3 (svany): Pbbeqranqnf: A 39° N.O J 8° N.P ...qronvkb.

Decryption Key

A|B|C|D|E|F|G|H|I|J|K|L|M
-------------------------
N|O|P|Q|R|S|T|U|V|W|X|Y|Z

(letter above equals below, and vice versa)