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Odivelas Histórica Multi-Cache

Hidden : 7/4/2013
Difficulty:
1.5 out of 5
Terrain:
1 out of 5

Size: Size:   other (other)

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Geocache Description:

Esta é a nossa 1ª cache e há muito que andamos a planeá-la. Não era bem o que pensávamos fazer mas, devido à proximidade de outras caches, teve de ficar assim!

 


A Quinta da Memória, também conhecida por Casa do Arcebispo ou Paços do Concelho, é um dos monumentos arquitectónicos cujo estado e função actuais definem toda a linha orientadora do executivo para a requalificação/reabilitação e dotação de qualidade de vida para o concelho de Odivelas.
Esta quinta, cujas referências históricas permitem-nos viajar até aos séculos XVII e XVIII, está intimamente ligada a um homem, D. Rodrigo de Moura Teles (nascido em 1644, estudou em Coimbra, e doutorou-se em Direito Canónico, vindo a ser Reitor em 1694), figura notável da Igreja Católica nesse período e que desempenhou vários cargos, dos quais se destacam ter sido membro do Conselho de Estado dos reis D. Pedro II e D. João V e foi bispo da Guarda antes de ser sagrado Arcebispo de Braga. A sua presença ainda é bem visível neste edifício, quer seja no brasão que encima o portão da entrada principal, representativo das armas que o identificavam e que resistiu aos tempos até aos dias de hoje, quer seja pela traça da construção representada nas janelas setecentistas que ainda hoje são uma evidência da Quinta da Memória.

Era um complexo habitacional composto de casas nobres, capela (dedicada a Nossa Senhora da Conceição) e alojamentos para os “servidores” que garantiam  aos seus proprietários todo o trabalho na quinta e ainda o serviço doméstico. Entre 1742 e 1744 ou 1747, a Condessa deu aqui alojamento a Frei António dos Santos, durante o tempo em que se ocupou da construção do monumento do Senhor Roubado. A sua extensão ia da Memória até ao ponto “onde o rio da Costa” se encontra com a ribeira de Odivelas. O Livro das Décimas de 1763 informa que, nesta propriedade, existiam casas nobres, (não deixando margem para dúvidas), que foram concluídas e habitadas.

Pelo que as ruínas do espaço exterior nos indicam, havia um jardim, o que era comum nessa época, e desse jardim existe ainda, quase destruída, uma construção semi cilíndrica, de pedra miúda, que se acredita ter sido o que chamavam “casa de fresco”, lugar onde se recolhiam, estando no jardim, em horas de calor. Admite-se ainda, que poderia também ter sido uma fonte. Nas quintas que desse tempo se conservam, poderemos constatar a sua existência.

Reconstruir esta fonte, ou casa de fresco, só acrescentaria valor ao edifício dos Paços do Concelho. Ainda se podem observar os restos das canalizações que ali conduziam a água. É sempre de aplaudir a conservação do património, sobretudo quando tem qualidade, como é o caso destas edificações, que eram parte integrante dos jardins, e estes, parte integrante das casas de arquitectura nobre.


A Igreja Matriz de Odivelas, também conhecida por Igreja do Santíssimo Nome de Jesus e Igreja do Sagrado Coração de Jesus , situa-se no núcleo antigo da cidade de Odivelas, sendo original do século XVI e de porte sumptuoso, tendo sido reconstruída em finais do século XVII a que se seguiram beneficiações no século seguinte. Está classificada pelo IGESPAR como Imóvel de Interesse Público . A Igreja foi palco de um assalto a 11 de Maio de 1671, ação que levou à construção do padrão do Senhor Roubado. A igreja foi reedificada em finais do século XVII, sendo a data provável da sua construção original o ano de 1573 já que é a data que se encontra no depósito do lavabo da sacristia, o único vestígio da Igreja primitiva em conjunto com a pia baptismal  . A reconstrução da mesma teve inicio provável em 1626, data encontrada no cruzeiro fronteiro à porta principal, o que comprova que é anterior à escadaria que ostenta a data de 1680, data condizente com o estilo das janelas da fachada, envoltas por aletas  .

 


O edifício do século XIX, onde funciona a Biblioteca Municipal D.Dinis, integrava uma quinta com 43 hectares, conhecida por Quinta de Nossa Senhora do Monte do Carmo. Situada no núcleo histórico da cidade de Odivelas, próxima do Convento de São Dinis – atual Instituto de Odivelas –, foi adquirida, no último quartel do século XIX, por um beirão, José Rodrigues Mendes.

A neta do proprietário, Luísa Vilarinho, (d)escreve como era Uma Casa de Férias em Finais do Séc. XIX (SPB Editores e Livreiros, Lda., 1998), através de uma “viagem” pelo interior da casa: desde a capela em honra de Nossa Senhora do Monte do Carmo, passando pelas salas de estar (a sala rosa, onde a proprietária despachava a correspondência; a sala do piano; a sala azul, que acolhia as visitas; a sala Bordallo, pela coleção ali existente), até à copa e à cozinha. Por toda a extensão da quinta surgiam as nascentes, os pomares, o jardim que fazia ligação às capoeiras, o mirante do lago, onde as crianças da quinta brincavam. Os tempos mudaram e os lugares também – hoje o local é ocupado por uma pista de desportos radicais e pela Piscina Municipal. Após um incêndio em 1992, o edifício é recuperado pela Câmara Municipal de Loures, com o intuito de o transformar num espaço público de cultura e educação. Assim, a 22 de novembro de 1997, é inaugurada a Biblioteca. A partir de setembro de 1999, passa a fazer parte do património cultural do Município de Odivelas.

 

Este monumento, situado na zona antiga da povoação de Odivelas, no local que foi a entrada do velho povoado, está classificado como Monumento Nacional por Decreto Lei de 16/06/1910. De arquitetura gótica primitiva, é também conhecido por “cruzeiro”. Fica situado a escassos duzentos metros do antigo convento, orientado no sentido Sudoeste-Nordeste, uma das faces voltadas para Lisboa, outra para o Mosteiro. Monumento da época diocesana, é construído em calcário Lioz, extraído das pedreiras de Trigache - Famões, e compõe-se de dois registos. No primeiro andar, quatro pares de colunelos apoiam os arcos trilobados. Sobrepõe-se à arcaria, um arco ogival, caraterístico do gótico primitivo. Coroa o monumento a empena lisa e, na face Noroeste, o escudo português medieval, usado na Armaria até ao reinado de D. Fernando. Remata o monumento uma cruz, constituída por quatro semicírculos, formando um florão, semelhante a outros que aparecem em monumentos portugueses do séc. XIV. Descrito o monumento, resta a incerteza quanto à sua origem e significado. As explicações dividem-se entre ter sido erguido para nele descansar o caixão mortuário de D. Dinis, falecido em 1325, que vinha a sepultar no Mosteiro das freiras Bernardas, ou para D. João I ao ser transportado de Lisboa para a Batalha, em 1433. Ou ainda, tratar-se-ia de um simples padrão de couto demarcando limites territoriais na área jurisdicional do Mosteiro, ou um local de portagem, tendo objetivos fiscais de cobrança do imposto de barreira da coutada.



  A Cache:
Final: N 38 47.400+D-C W 009 (A-B*2).777

Additional Hints (Decrypt)

Qrcbvf qbf zbahzragbf grerf pbaurpvqb, fragn-gr, snm nf pbagnf r qrfpnafn. Pnzvaun ngé nb TM. Cebphen an tenqr zrgáyvpn, ab pnagb fhcrevbe rfdhreqb. É boivnzragr crdhran r zntaégvpn.

Decryption Key

A|B|C|D|E|F|G|H|I|J|K|L|M
-------------------------
N|O|P|Q|R|S|T|U|V|W|X|Y|Z

(letter above equals below, and vice versa)