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PAI Traditional Cache

This cache has been archived.

TEAM JH71: Boa noite,
É com muita tristeza que arquivo esta cache.
Mas como não tenho alternativa😩
No entanto já estou a preparar a nova cache PAI.
Vou voltar noutro lugar😆

Até já...

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Hidden : 3/19/2014
Difficulty:
2.5 out of 5
Terrain:
2.5 out of 5

Size: Size:   other (other)

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Geocache Description:

Com a colocação desta cache no dia de hoje, presto homenagem a todos os PAIS…

O pinheiro… também ele um “pai”

Só existem pais, porque existem filhos… um obrigado enorme aos meus.

A cache é frágil a sua longevidade depende de si, obrigado.

Agradeço que não coloquem fotos do container.


O Pinheiro Manso (Pinus pinea L.) é uma gimnospérmica, da família das Pináceas, a mesma família dos abetos e larícios, sub-família das Pinóideas e género Pinus a que pertencem os outros pinheiros

CARACTERÍSTICAS GERAIS E MORFOLÓGICAS

É uma árvore que frequentemente ultrapassa os 30 metros de altura, de folha persistente. A copa é arredondada, semelhante a um guarda-chuva, sobretudo nos exemplares mais jovens. O tronco é direito cilíndrico de casca muito grossa e coloração parda a acinzentada, muito gretada, que com o tempo vai soltando pedaços da casca no lugar das quais aparece uma coloração castanho avermelhada.

As folhas são agulhas verde claras, rígidas com 10 a 20 cm de comprimento e 1 a 2 mm de grossura, agrupadas duas a duas. As flores masculinas são cones quase cilíndricos com 15 mm de comprimento, agrupados na parte terminal dos ramos de cor amarela. As pinhas estão isoladas ou agrupadas em 2 ou 3 de dimensões apreciáveis (8 a 15 cm de comprimento com cerca de 10 cm de diâmetro), de cor pardo castanho-avermelhado, e escamas com um pinhão de 15 a 20 mm de comprimento.

O Pinheiro Manso é uma árvore que tem preferência por solos frescos, profundos e arenosos, adaptando-se mesmo a areais marítimos e dunas. Prefere solos ligeiramente ácidos mas adapta-se a solos calcários se não forem muito argilosos. Prefere boa luminosidade e temperaturas quentes, não suportando geadas fortes e/ou continuadas. É comum encontrá-lo entre o nível do mar e os 1000 metros de altitude.

 

O PINHEIRO MANSO NO ECOSSISTEMA

Muito associado às plantações de Pinheiro Manso surge o Coelho-bravo, que nestes solos arenosos encontra boas condições para escavar as suas luras (tocas), alimentando-se das plantas que se desenvolvem sob as árvores ou nos terrenos agrícolas adjacentes. Desde que não sejam dizimados por doenças ou caça excessiva, estas populações de Coelho são muito favoráveis à ocorrência de diversas espécies de predadores, algumas delas com um estatuto de conservação muito delicado, como o Lince-ibérico e algumas espécies de aves de rapina.

UTILIZAÇÕES

O Pinheiro Manso é muito apreciado pela produção de pinhões comestíveis que, nalgumas zonas, constitui um importante fator de rendimento económico. O pinhão pode ser consumido diretamente ou utilizado em confeitarias e culinária diversa.

Estrutura reprodutiva: pinhas solitárias, aos pares ou aos trios, ovaliformes com 8-14 x 7-10cm de apófises convexas e cor brilhante. Contém uma semente áptera comestível (o pinhão).
Floração: março, abril, maio
Maturação dos frutos: amadurecem depois de três verões e o pinhão cai no outono do terceiro ano ou na primavera do quarto.

A casca também foi explorada durante muitos anos para a extração de taninos utilizados na indústria de couros.

 A madeira é resinosa pelo que desta árvore é extraída resina e a madeira é muito dura, difícil de trabalhar mas muito impermeável. Os troncos produzem boas vigas muito utilizadas na construção e em caminhos-de-ferro, bem como na indústria naval.

Tem ainda uma importante utilização na proteção de solos arenosos como seja na fixação de dunas, permitindo a utilização de solos de fracas condições.
É também estimado como árvore ornamental pelo seu valor paisagístico e pela densa sombra.

CURIOSIDADES

O Pinheiro Manso é uma árvore que vulgarmente atinge grande porte como o atestam os inúmeros exemplares desta espécie que são referências de algumas regiões de Portugal, particularmente os da Península de Setúbal, onde existem algumas árvores com mais de 5 metros de diâmetro de tronco a 1,30 metros do solo, e copas com mais de 25 metros.

 As Naus que dobraram o Cabo da Boa Esperança tiveram na sua construção Pinheiros Mansos de Alcácer do Sal, tendo o próprio Bartolomeu Dias escolhido as árvores nesta região.

As ligações do Lince-ibérico ao ecossistema do pinheiro manso e matagal associado são bem patentes na toponímia da península de Setúbal, onde existem diversos exemplos desta presença, como a Herdade do Gato Pedral.

 

A cache apenas contem o logbook

Additional Hints (Decrypt)

“Cnen b ybtobbx rapbagene, ab cvaurveb graf dhr cebphene”

Decryption Key

A|B|C|D|E|F|G|H|I|J|K|L|M
-------------------------
N|O|P|Q|R|S|T|U|V|W|X|Y|Z

(letter above equals below, and vice versa)