O troço entre Agualva-Cacém e Torres Vedras, no qual o Apeadeiro se insere, foi aberto à exploração a 21 de maio de 1887.
Em data desconhecida, o Apeadeiro foi encerrado ao serviço, tendo sido reaberto em 1934.
Em 2013, fruto de nova alteração aos horários da Linha do Oeste, os comboios regionais deixaram de parar em Alcainça-Moinhos
Caracterização
Apresenta um comprimento total de 197,9 km. Encontra-se em funcionamento, tanto para tráfego de passageiros, quanto de mercadorias.
Serviços de passageiros
Inter-regional
• Caldas da Rainha - Coimbra-B
• Coimbra-B - Caldas da Rainha
Regional
• Mira-Sintra/Meleças - Caldas da Rainha - Mira Sintra Meleças
• Caldas da Rainha - Leiria - Caldas da Rainha
• Mira-Sintra/Meleças - Estação de Torres Vedras - Mira-Sintra/Meleças
Alguns destes comboios são prolongados a Lisboa (Santa Apolónia, via Concordância de Xabregas).
Urbano
• Mira Sintra Meleças - Oriente - Mira Sintra Meleças
• Coimbra - Figueira da Foz
Material circulante
Nesta linha, foram utilizadas as locomotivas das Séries 1500, e 1300 e as automotoras das Séries 0300 e 0600
Antecedentes
A primeira ligação ferroviária a servir a Região do Oeste foi o sistema Larmanjat, com duas linhas principais, unindo Lisboa a Sintra e a Torres Vedras; este caminho-de-ferro terminou em 1873.
Planeamento, construção e inauguração
Em Janeiro de 1880, foi apresentado um contrato no Parlamento, que tinha sido celebrado, naquele mês, com a Companhia Real dos Caminhos de Ferro Portugueses, para a instalação de uma linha entre a Estação de Lisboa-Santa Apolónia e Pombal, servindo as localidades de Caldas da Rainha, São Martinho do Porto, e Marinha Grande; a exploração desta linha beneficiária de uma garantia de juro de 6%. Este plano foi, no entanto, anulado devido à queda do governo, tendo uma nova proposta sido submetida no Parlamento em 31 de Janeiro de 1882; este documento sugeria a construção de duas linhas, uma delas de Alcântara a Torres Vedras, com um ramal para Sintra e outro para Merceana. A segunda linha continuaria a primeira, a partir de Torres Vedras, até à Figueira da Foz, passando pelas Caldas da Rainha, São Martinho do Porto e Leiria, com um ramal para Alfarelos, aonde se ligaria à Linha do Norte. A primeira parte foi contratada à casa Henry Burnay & C.ª, e a segunda parte foi adjudicada à Companhia Real, sendo o primeiro concorrente forçado a construir ambas as linhas caso a Companhia desistisse deste empreendimento.
A Companhia Real, no entanto, conseguiu que a casa Henry Burnay & C.ª abdicasse do seu contrato, em 9 de Maio de 1883, tendo o trespasse sido oficialmente requerido em 15 de Maio de 1885, e autorizado por um despacho ministerial de 28 de Julho. As obras prosseguiram enquanto decorria este processo, tendo o primeiro troço, entre Alcântara-Terra e Sintra, sido aberto em 2 de Abril de 1887; a linha de Cacém a Torres Vedras entrou ao serviço em 21 de Maio, tendo sido continuada até Leiria em 1 de Agosto, e à Figueira da Foz em 17 de Julho do ano seguinte, que era, desde 1882, uma estação terminal da Linha da Beira Alta. A ligação entre Amieira e Alfarelos foi aberta à exploração em 8 de Junho de 1889, unindo, assim, a Linha do Oeste à Linha do Norte, tendo a Concordância de Alfarelos entrado ao serviço em 25 de Maio de 1891.Considerava-se que a estação inicial desta linha era Alcântara-Terra. Em 1895, foi estabelecida a segunda via entre as estações de Campolide e Cacém.
Em 1888, começaram os serviços de ambulâncias postais na Linha do Oeste, tendo circulado até 1973.
Século XX
Em 1990, foi concluído o projeto de renovação integral da Linha do Oeste, e, em 1993, foi aberto o Ramal do Louriçal
Século XXI
No início do Século XXI, o troço entre Malveira e Torres Vedras foi renovado.
A cache apenas tem logbook.