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Real Fábrica - Juncal Traditional Geocache

This cache has been archived.

Bitaro: Esta cache foi arquivada por falta de uma resposta atempada e/ou adequada perante as situações relatadas.
Relembro a secção das Guidelines sobre a manutenção http://support.groundspeak.com/index.php?pg=kb.page&id=307#maint :

Você é responsável por visitas ocasionais à sua geocache para assegurar que está tudo em ordem para funcionar, especialmente quando alguém reporta um problema com a geocache (desaparecimento, estrago, humidade/infiltrações, etc.), ou faz um registo "Precisa de Manutenção". Desative temporariamente a sua geocache para que os outros saibam que não devem procurar a geocache até que tenha resolvido o problema. É-lhe concedido um período razoável de tempo - geralmente até 4 semanas - dentro do qual deverá verificar o estado da sua geocache. Se a geocache não estiver a receber a manutenção necessária ou estiver temporariamente desativada por um longo período de tempo, poderemos arquivar a página da geocache.

A região onde um geocacher é considerado capaz de manter geocaches responsavelmente irá variar de pessoa para pessoa. Um geocacher que anteriormente fez registo de geocaches numa área alargada a partir da sua residência pode ser considerado habilitado a manter uma geocache a 200 milhas (322 Km) de distância. Contudo, alguém cujas actividades de geocaches têm sobretudo estado dentro da distância de 25 milhas (40km) de sua casa não deverá estar preparado para manter uma geocache tão distante de casa. O critério usado nesta situação fica a cargo do revisor da geocache ou pela Groundspeak.

Por causa do esforço requerido para manter uma geocache, por favor coloque geocaches físicas no seu espaço habitual de geocaching e não em sítios para onde costuma viajar. Geocaches colocadas durante viagens não serão muito provavelmente publicadas a menos que possa fornecer um plano de manutenção adequado. Este plano deve permitir uma resposta rápida a problemas reportados, e deverá incluir o Nome de Utilizador de um geocacher local que irá tomar conta dos problemas de manutenção na sua ausência. Alternativamente poderá treinar uma pessoa local para fazer manutenção à geocache. Documente o seu plano de manutenção numa Nota ao Revisor ou na sua página de geocache. Isto deverá incluir a informação contacto da pessoa que irá efectuar a manutenção. A nota irá ser apagada automaticamente aquando da publicação.

Se no local existe algum recipiente por favor recolha-o a fim de evitar que se torne lixo (geolitter).

Uma vez que se trata de um caso de falta de manutenção a sua geocache não poderá ser desarquivada. Caso submeta uma nova será tido em conta este arquivamento por falta de manutenção.

Obrigado pela colaboração
Bitaro
Community Volunteer Reviewer

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Hidden : 08/30/2014
Difficulty:
1.5 out of 5
Terrain:
1.5 out of 5

Size: Size:   micro (micro)

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Geocache Description:

Real Fábrica - Juncal


A Fábrica do Juncal foi fundada em 1770, por José Rodrigues da Silva e Sousa, natural dos Milagres (Leiria) mas descendente de juncalenses já que seu avô e seu pai, artistas que dirigiram a construção do Santuário dos Milagres daqui eram naturais.

Como foi já referido, esta indústria foi incentivada pela política do Marquês de Pombal que pretendia desenvolver a economia com o incentivo à produção nacional.

O Juncal, zona de argilas, por excelência, era assim um local privilegiado para a criação de uma indústria de cerâmica a que se juntavam as condições de escoamento dos produtos, já que se encontrava próximo da Estrada Real que ligava Lisboa ao Porto. Localizada, segundo documentação da época, na rua da Carreira da Vila, a fábrica funcionou, inicialmente, em barracões provisórios tendo-se desenvolvido progressivamente com a construção de novas instalações.

O fundador foi quem primeiro dirigiu a fábrica, pelo menos artisticamente. Ele próprio pintou algumas peças de faiança havendo, ainda hoje, alguns exemplares por si assinados. Da sua autoria são também os azulejos que decoram as igrejas do Juncal e dos Milagres, estes, aliás, datados e assinados.

No único livro de matrícula que se conhece e onde o primeiro registo dos empregados datado de 1778, destaca-se José Luís Fernandes da Fonseca, natural de Raxal do Bispo, em Coimbra, que terá trabalhado nas oficinas do ceramista Brioso e que veio para o Juncal para “...benefício da fábrica e fazê-la manobrar”.

Com este artista que viria a ser o administrador da Fábrica, foram introduzidas novas influências e novas técnicas na decoração. A maneira clássica e erudita viria a dar lugar à denominada “maneira do Juncal”, mais simples nas formas e na decoração.
Relativamente ao azulejo, ele seguia os modelos da época, apesar de revelar algumas particularidades. São ainda hoje dignos de destaque a maior parte dos azulejos, já referidos, que decoram as Igrejas do Juncal e dos Milagres.

A importância que a fábrica foi adquirindo levou o seu fundador, em 1782, a dirigir à rainha D. Maria I uma petição para usar as Armas Reais por cima da porta da fábrica, graça que lhe foi concedida em 28 de setembro de 1784. Dois anos depois, a rainha concedia a José Rodrigues o título de Monteiro - Mor de Vila de Rei, decerto pelo apreço que ele lhe merecia, graças à atividade de ceramista.

Durante as Invasões Francesas o país sofreu grande destruição sendo toda a região, largamente afetada e a fábrica também destruída, como se refere no documento a propósito das invasões francesas.

Em 1811, José Rodrigues voltava a reconstruir tudo de novo, fazendo sociedade com José Luís Fernandes da Fonseca, já administrador e casado com uma sobrinha do primeiro mas, só mais tarde, em 1823, era oficializada esta sociedade.
Em 1837, a Fábrica do Juncal, continuava a figurar nas estatísticas como a única fábrica de louça branca do distrito  tendo, por morte de José Rodrigues, em 1824, passado para a posse do seu sócio José Luís Fernandes da Fonseca.

A Fábrica pertenceu ainda a mais duas gerações da família tendo sido administrada por Bernardino da Fonseca e depois por seu filho José Calado da Fonseca que viria a encerrá-la no ano de 1876 para se dedicar à agricultura já que possuía grande número de propriedades, nomeadamente com cultura de olival, vinha e cereais.
 

Na rua da Carreira da Vila, no Juncal, na fachada de uma casa de habitação, próxima do local onde existiu a antiga Fábrica do Juncal, pode encontrar-se um painel de azulejos com a representação da Nossa Sra. das Dores. O painel representa a Nossa Sra. das Dores sobre uma peanha e está emoldurado por elementos que lembram um oratório. A cena é representada nas cores típicas da azulejaria, o azul e o branco, e nos contornos da moldura o amarelo. Ao cimo e por baixo da imagem podem ler-se as palavras: MATER DOLOROSA. Diz a história que a parteira da Vila, sempre que era chamada para assistir a um parto, acendia a lamparina que pende por cima do painel. Até à pouco tempo as parturientes ainda acendiam a lamparina à Sra. das Dores quando estavam prestes dar à luz.

No entanto, a atividade cerâmica no Juncal e região perdura até aos nossos dias sendo o Juncal conhecido por esta atividade.
Quanto às peças da Real Fábrica que ainda existem elas são todas obras de museus ou de colecionadores sobretudo porque a sua decoração se distinguiu de todas as outras provenientes de fábricas da mesma época.

No final da Rua Carreira da Vila, o geocacher poderá seguir a rua de São Miguel (à direita) e dirigir-se até à Igreja de São Miguel, que tem como revestimento das suas paredes laterais e de fundo ilustres painéis, existindo junto a esta igreja também uma geocache com o código GC5C010.

A cache está localizada junto da Fonte Carreira da Vila. A Antiga Fábrica do Juncal e o Painel de Nossa Senhora das Dores estão a cerca de 400 metros da cache (ver waypoints).

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Additional Hints (Decrypt)

Serfdhvaun

Decryption Key

A|B|C|D|E|F|G|H|I|J|K|L|M
-------------------------
N|O|P|Q|R|S|T|U|V|W|X|Y|Z

(letter above equals below, and vice versa)