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HISTÓRIA DE BAGUNTE

A cache by Camone_S Send Message to Owner Message this owner
Hidden : 10/21/2014
Difficulty:
4 out of 5
Terrain:
1.5 out of 5

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Geocache Description:


HISTÓRIA DE BAGUNTE

 

A Freguesia de Bagunteé uma povoaçãoportuguesado concelho deVila do Conde, a norte do rio Ave, com 9,21 km² de área ,1 489 habitantes edensidade populacionalde 161,7 hab/km².Limita a sul com o mesmo rio, a nascente comFerreiró,Outeiro MaioreBalasar, a norte comArcose a poente comTouguinhó.A antigafreguesiadeSantagõesintegra a localidade de Bagunte.Foi sede de umafreguesia.extinta (agregada) em 2013, no âmbito de uma reforma administrativa nacional, tendo sido agregada às freguesias deFerreiró,Outeiro MaioreParada, para formar uma nova freguesia denominadaUnião das Freguesias de Bagunte, Ferreiró, Outeiro Maior e Paradada qual é sede.O Brasão é composto por um escudo de azul com toque de prata entre dois pés de milho de ouro,com espigas do mesmo ; em campanha,a ponte de três arcos de prata lavrada de negro, movente dos flancos e nascente de um pé ondado de prata e azul de três peças.listel branco,com a legenda a negro:« BAGUNTE»A freguesia de Bagunte dispõe também de um clube de futebol « Bagunte Futebol Clube», onde os jovens têm oportunidade de passar o tempo e praticar desporto.Os Restauradores' é o nome atribuído à associação que promove a cultura dentro e fora da freguesia. Desde dezembro de 1997 a associação tem a preocupação de preparar espetáculos teatrais, dando-os a conhecer em espetáculos abertos à população geral.Dada a sua extensão e a boa qualidade agrícola das suas terras, é natural que a localidade possua uma história rica, que ainda não está estudada relativamente a muitos aspectos. A Quinta de Vilar foi a mais notável casa da freguesia.Bagunte possui, além da Igreja Paroquial, dedicada a Santa Maria, várias outras capelas. A mais notável é a da Senhora das Neves, no extremo nascente, que pertencia a Cavaleiros. Noutros tempos foi, de acordo com o Tombo da Comenda de Balasar, conhecida pelo poético nome de Ermida do Vale das Flores.ACasa de Cavaleiroslocaliza-se face à recente auto-estrada que ligaVila Nova de FamalicãoaVila do Conde.A edificação remonta ao final doséculo XV, erguida por iniciativa de D.Martim Ferreira(1325-?), que instituiu o Morgado dos Cavaleiros, junto aGuimarães.A sua feição atual data doséculo XVI, quando foi reconstruída. Foi pertença dosCavaleiros do Outeiro Maior.Atualmente encontra-se em precário estado de conservação.Agustina Bessa-Luísevoca tempos da sua adolescência passada em Cavaleiros no romanceAntes do Degelo(uma fotografia desta casa ilustra a capa da edição original), nosDentes de Ratoe no contoO Soldado Romano. EmDentes de Rato, chega a haver um capítulo com o título de 'Os Condes de Cavaleiros'.Aparenta certa uniformidade de estilo, mormente na fachada principal, voltada a este. No primeiro andar, chamam a atenção as portas que tomam o lugar das janelas, como era uso no tempo em casas fidalgas, com grade protetora ao modo desacada, e a porta propriamente dita, acedida por uma escadaria defendida por um corrimão de pedra. Aí ficaria o bloco mais nobre da habitação. Ainda nesta fachada, mas para norte, abria-se omiranteou varandim, sustentado porcolunas, com larga vista para os campos por onde corria o acesso principal da casa.Sensivelmente ao centro, no rés-do-chão, larga abertura rematada em arco, na parede frontal (e também na traseira), dava para ojardim(serviria acaso de acesso às cocheiras). Aí, à direita, elevava-se atorre senhorial, muito desfigurada, mas mostrando ainda as suas paredes de imponente espessura. É ela o testemunho mais convincente do que noséculo XVse chamou oPalácio de Cavaleiros– mesmo que alguns trechos de parede sejam mais antigos ainda.Os pavimentos dos andares estão hoje por terra. Ao nível do solo, abre-se uma porta bastante vulgar e ao seu lado uma fresta ou seteira. Pelo exterior norte da torre, umas escadas de feitio recente davam acesso ao primeiro piso e certamente uma escada interior levaria ao segundo.A parte da casa que ainda avança para norte, na direcção dacapela, denota também nalguns casos verdadeira antiguidade. Na capela, merece atenção a sua boa talha de recorteneoclássicoa ameaçar ruína. De notar que ela seria porventura de mais avantajadas dimensões – superfície e altura – que a própria igreja paroquial, pelo que aí afluiria muita gente quer doOuteiro Maior, quer sobretudo de Corvos (Bagunte).



A CIVIDADE E A PONTE D. SAMEIRO


Há duas realidades com valor histórico que notabilizam Bagunte: aCividade de Baguntee a Ponte de D. Sameiro (assim, não a Ponte D. Zameiro, como frequentemente se escreve e diz: também se escrevia Zividade, por Cividade). Cividade de Bagunte é um nome antigo, mas não é o original: os documentos medievais chamam-lhe ora assim ora Castro de Argifonso, como se encontra nos muitos documentos transcritos no livro de Sérgio Lira sobreSão Simão da Junqueira. O nome primitivo poderia ter sido Brachal ou Azeveoso…, como se afirma nas 'Memórias Paroquiais de 1758' sobre a freguesia.A Cividade de Bagunte foi habitada por um povoado fortificado da Idade do Ferro, e que posteriormente romanizado, ocuparia uma considerável área, com cerca de 325 metros de comprimento por 150 metros de largura. Possuía, pelo menos, cinco linhas de muralhas defensivas, no interior das quais foram detectadas estruturas habitacionais de planta predominantemente circular e rectangular, agrupadas em aparentes 'quarteirões'. A Cividade de Bagunte também é um dos grandes povoados daCultura Castrejado Noroeste da Península Ibérica e terá sido um centro populacional de apreciável dimensão, ombreando com o magnífico conjunto de povoados.A Cividade apresentava-se como a guardiã da entrada do vales dos rios Ave e Este, coadjuvada por um grupo de pequenos povoados do mesmo período, coexistentes na região imediatamente circundante.Encontra-se classificada como Monumento Nacional desde 1910.A Cividade foi descoberta em finais do século XIX, suscitando desde logo um interesse por parte de investigadores que, nessa altura e no início do século XX, seguia as pisadas deMartins SarmentoeJosé Leite de Vasconcelos. Martins Sarmento visitou a Cividade em 1883 por indicação de José de Freitas Costa e movido pela sua insaciável curiosidade.Nesses tempos pioneiros Martins Sarmento observa já que os materiais aí encontrados eram similares aos materiais de Briteiros, deduzindo uma relação cultural entre os dois povoados e situando consequentemente Bagunte na Cultura dos Castros que então se começava a reconhecer no Noroeste Peninsular.Bagunte entra na primeira listagem de classificação de monumentos nacionais, cujo número faz parte desde 1910. A Cividade continuou todavia a alimentar o imaginário local e a fornecer boa pedra de construção durante mais oitenta anos.A Ponte de D. Sameiro data do tempo de D. Sancho I; existe um documento de 1209 que se refere às obras da sua construção como uma Arquitectura civil de equipamento,românica.Ponte de arco de tabuleiro em cavalete suave,assente sobre oito arcos plenos de tamanho desigual e separados por talha-mar a montante e talhantes quadrangulares a jusante de tabuleiro irregular, orientado no sentido N.(Macieira da Maia) e S. (Bagunte) e ligeiramente rampante e com guardas de cantaria com remate a S. apresentando volutas.Vilar era sede de pousa real, devido certamente a ficar à margem duma importante estrada, conhecida comoKarraria antiquaouvia vetera, que era caminho de Santiago. Era a estrada que vinha de Moreira da Maia por Vairão, Ponte de D. Sameiro e seguia depois para Rates e Barcelos.


 


Terás que encontrar as coordenadas que estão algures nesta pagina...boa sorte...levem material de escrita. GeoCheck.org

 

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Additional Hints (Decrypt)

Ab Trbpurpx greáf n cvfgn...

Decryption Key

A|B|C|D|E|F|G|H|I|J|K|L|M
-------------------------
N|O|P|Q|R|S|T|U|V|W|X|Y|Z

(letter above equals below, and vice versa)



 

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