B.O.D.A.: Obrigado pelo report. Estes latifundiários, pá! A terra a quem a geocacha!
GC5TK0R ▼
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'Lição 1: um, dois, três. Tempo, tiempo, timing. Como em música. Um, aproximação. Esta é óbvia. Vai-se espreitando o GPSr e chega-se ao denominado ponto zero. O conselho vem a seguir: Dois, detecção. Começa a trabalhar só com os olhos. Pode ser que a coisa se resolva desde logo. Senão, terás que se proceder a trabalho manual. Mas uma coisa é certa: se há muggles, aconteça o que acontecer, não saques a cache pra fora ao primeiro contacto. Trabalha como um actor, não reveles emoções, continue à procura. Se alguém te estiver a “morder” não vai saber ao que andas e muito menos que já encontraste. Mantem a macacada durante um bocado. Agora que já sabes onde está, poderás esperar por uma aberta nas atenções para, num movimento rápido e preciso, proceder à extracção e posterior devolução. Com tudo isto, tudo o que o muggle conservará na ideia é que esteve ali um tipo estranho, mas não fará ideia dos seus propósitos e muito menos cheirará a cache.'
O texto acima, parte de um artigo escrito há alguns anos pelo Torgut no seu Blog 'Papacaches', continua muito actual e é o mote para uma série de geogaches que se pretende que saiam sob a chancela do B.O.D.A., no ambito do Geo.Aware.15 e com o intuito de chamar a atenção da comunidade para as 'boas praticas' na colocação (e procura) de novas caches.
A pressa é inimiga da perfeição! Ninguém ganha com a revelação do esconderijo de uma cache aos muglles... nem o Owner nem os próximos visitantes!
Foto2 - Geocachers fraquinhos a dar bandeira na Challenge dos Geocachers Fraquinhos em Lisboa do Clavent de 2014.
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