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Tancos, uma aldeia pitoresca. Multi-Cache

Hidden : 10/03/2015
Difficulty:
2 out of 5
Terrain:
2 out of 5

Size: Size:   micro (micro)

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Geocache Description:


 

                                      

 

 Várias teorias surgiram sobre o nome desta povoação, segundo viterbo, Tancos, foi fundada por cavaleiros franceses que vieram ajudar D. Afonso Henriques na luta contra os Muçulmanos. Dos seus primitivos moradores ficaria o nome de Francos que depois se teria corrompido em Tancos.

Outros autores dão-lhe uma fundação mais antiga, derivando esta toponímia dos Tancos ou Tabucos, povos da antiga Lusitânia que se fixaram neste local.
Localizada junto ao rio Tejo, Tancos possui grande beleza paisagística com um traçado urbanístico que emoldura o rio e nele se projecta.
Esta existência ligada ao rio deu à povoação grande prosperidade económica no séc. XVI pois constituía um importante porto fluvial de ligação entre províncias do interior e a Capital. D. Manuel atribui-lhe foral em 1517 libertando-a da jurisdição de Atalaia. Dessa época são alguns edifícios elogiosos e dois magníficos cais que com o tempo se transformaram.
Para além da formosura do seu enquadramento natural, Tancos possui um riquíssimo património arquitectónico. Uma terra de pescadores e marítimas é terra de devoção. Várias construções religiosas testemunham a fé dessas gentes que labutavam diariamente no rio.
A importância e a grandeza da Igreja Matriz impõe-se sobre a Vila. É um edifício do século XVI cuja impressionante robustez  torna credível que tenha sido adaptada sobre uma estrutura arquitectónica mais antiga.
Vale a pena subir até ao adro para vislumbrar a paisagem magnífica do rio e do seu guardião, o Castelo de Almourol, peça arquitectónica ligada às necessidades da reconquista cristã.
Junto ao cais ergue-se a Igreja da Misericórdia, de bela fachada renascentista, hoje transformada interiormente em Centro Cultural Municipal.
À entrada da localidade deparamos com a simplicidade da Capela de Nª Srª da Piedade, edifício do século XVIII que possuí um retábulo que obriga a belíssima imagem da Padroeira.
Na memória ficaram as referências às ermidas do Espírito Santo e de S. Baptista.
Local aprazível, todo o aglomerado convida ao passeio tranquilo por entre as suas ruas estreitas e típicas.
Em cada uma se encontram motivos de interesse: uma janela de ferro forjado; a grandiosidade das chaminés.
Na zona ribeirinha são os portais e as janelas dos velhos muros que nos recordam silenciosamente a azáfama de outras épocas.
Travessas floridas, um belo edifício senhorial ornamentado de magníficas varandas, os edifícios alinhados em ruas calcetadas são agradáveis de percorrer a pé.
No cais as áreas relvadas e arborizadas, que envolvem a margem do rio são propícias ao lazer.
Os bares, a esplanada e a construção do anfiteatro ribeirinho dão à Vila uma intensa vida nocturna durante a época de Verão.
Foi ainda adquirido um barco de recreio, com capacidade para 40 pessoas, que faz passeios no Tejo até ao Castelo de Almourol.
Generoso em peixe, o rio Tejo possuí espécies como o sável, a fataça, a lampreia e as enguias que originaram uma gastronomia específica. Com merecida fama ficaram a caldeirada e a fritada de peixe do rio.
Na doçaria destaca-se o doce de pão, iguaria cuja simplicidade nos ingredientes e confecção é ultrapassada pelo seu riquíssimo sabor.
 
Retirado do site da Junta de Freguesia.

 

                  

 Deverão estacionar no local recomendado, e a partir daqui fazer uma pequena caminhada  por ruas calcetadas com as suas casas pitorescas e muito floridas. Para recolherem os dados necessários para esta multi-cache,  apreciem então entre outros o seguinte:-

A Igreja da Misericórdia, actualmente Centro Cultural onde ocorrem varias exposições e onde ensaia o Grupo Coral de Tancos.

O parque de merendas  totalmente relvado, com varias mesas, churrasqueira, agua corrente e muitas sombras.

A capela Nossa Senhora da Piedade.

O anfiteatro onde se realizam alguns espectáculos de cariz cultural.

O cais del rey de onde partem os barcos para as visitas ao Castelo de Almourol.

Mais ao longe na outra margem do rio podem ver aldeia de Arripiado, que algumas pessoas de Tancos carinhosamente dizem ser do outro lado da fronteira.

As varias escalas usadas para medir o nível das cheias, sendo possível numa delas ver o nível da cheia de 1957.

 

Em meados de Agosto realiza-se aqui uma das mais pitorescas festas, a festa do Rio e das aldeias.

Nestes dias ambas as aldeias ( Tancos e Arripiado ) estão em festa, sendo possível visitar ambas atravessando o rio em pequenos barcos. Nessa altura realiza-se uma procissão, passando o Santo padroeiro de uma delas para margem oposta, assistindo lá à missa e regressa de seguida para a sua paroquia, alternando no ano seguinte.

 

 
 
                  tancos

 

Para encontrar a cache vai ter de dar uma volta pela zona baixa da vila e à medida que vai apreciando a sua beleza vai retirando os dados necessários.

A- Nº de cantarinhas no cimo do Centro cultural.

B- Numero de mesas no parque de merendas.

C- Numero mais elevado em metros nesta escala.

D- Número de janelas com gradeamento mais o número de portas da Capela de Nossa Senhora da Piedade.

 

As coordenadas finais serão. 

N 39º 2 A. B 0 D     W 008º 24.  A+B+C+D+4

 

Additional Hints (Decrypt)

Yrirz pnargn, inv qne cnen nffvane b ybtobbx r aãb fó.. Bf hygvzbf qítvgbf qnf pbbeqranqnf A + J qãb 532.

Decryption Key

A|B|C|D|E|F|G|H|I|J|K|L|M
-------------------------
N|O|P|Q|R|S|T|U|V|W|X|Y|Z

(letter above equals below, and vice versa)