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PT 7 A Lagartixa

A cache by ThaliaClm Send Message to Owner Message this owner
Hidden : 10/06/2015
Difficulty:
1.5 out of 5
Terrain:
1.5 out of 5

Size: Size: small (small)

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Geocache Description:

A cache é um tubo cinza de plastico preso a uma árvore sem ferir a mesma. Contém logbok.As coordenadas foram feitas com o GPS da aplicação da Geocaching. A cache está no local pronta a ser procurada.


 

A Lagartixa-ibérica é um pequeno lagarto comum em muros, montes de pedras e ruínas, onde encontra abrigo. Com uma coloração muito variável, possui cabeça achatada e órbitas salientes, que são características diagnosticantes da espécie.

 

IDENTIFICAÇÃO E CARACTERÍSTICAS

A Lagartixa-ibérica (Podarcis hispânica) é um sáurio (grupo de répteis vulgarmente conhecidos por lagartos) de tamanho médio, alcançando 18 cm de comprimento total (incluindo a cauda, que compreende cerca de dois terços do comprimento do animal). A cabeça achatada e as órbitas salientes são características diagnosticantes da espécie. A coloração é muito variável. No dorso, os indivíduos podem apresentar tons que vão desde o castanho claro ao verde intenso. Nos flancos, é comum a presença de um reticulado mais escuro, verde, castanho ou preto.

Nesta espécie o dimorfismo sexual é perceptível ao nível do tamanho, sendo os machos maiores do que as fêmeas, e na coloração, sendo o reticulado dos flancos em geral menos intenso nas fêmeas. Os juvenis são muito parecidos com os adultos apenas diferindo normalmente na menor pigmentação ventral e, claro, no tamanho.

DISTRIBUIÇÃO GEOGRÁFICA

Ocorre em practicamente toda a Península Ibérica, na costa mediterrânica francesa e em áreas costeiras montanhosas do Norte de África. A taxonomia desta espécie é controversa estando em fase de revisão. Actualmente é reconhecida a existência de duas formas em Portugal. APodarcis hispânica tipo1, que se encontra a norte do rio Tejo, nas zonas norte e interior centro do País, e a Podarcis hispânica tipo2, que se distribui a sul e a oeste do território nacional.

 


ESTATUTO DE CONSERVAÇÃO E FACTORES DE AMEAÇA

Considerada como “Não ameaçada” em Portugal. Não são conhecidas ameaças específicas a esta espécie, sendo mesmo bastante comum na maior parte da sua distribuição. Esta espécie faz parte do Anexo II da Convenção de Berna.

HABITAT

Ocorre numa grande variedade de biótipos, preferindo áreas abertas de substrato predominantemente rochoso como prados e olivais ou carvalhais dispersos. É também muito comum em zonas urbanas, utilizando as construções em ruínas ou os muros como refúgio. Distribui-se desde o nível do mar até aos 1600 metros de altitude na Serra da Estrela.

 


ALIMENTAÇÃO

É uma espécie insectívora alimentando-se principalmente de centopeias, moscas, escaravelhos, aranhas, gafanhotos e outros invertebrados. Em meios urbanos pode também consumir restos de alimentos e outros detritos.

REPRODUÇÃO

É uma espécie territorial onde cada macho defende o seu território de uma possível intrusão de outros machos concorrentes. A reprodução desta espécie inicia-se em Fevereiro, podendo a época de acasalamento estender-se até Abril. Durante o acasalamento os machos seguram as fêmeas mordendo-lhes o baixo ventre ou, mais raramente na base da cauda. As posturas, podem ser de um a cinco ovos, tendo normalmente lugar entre Abril e Junho. Deste modo, muitas fêmeas são capazes de efectuar duas e até três posturas por ano. O período de incubação é de cerca de dois meses, tendo a eclosão lugar a partir de Junho até Setembro. A longevidade desta espécie é de aproximadamente três anos.

 


COMPORTAMENTO

Tem hábitos diurnos, estando activa durante todo o ano se as temperaturas forem superiores a 13 ºC. O período de maior actividade é a Primavera. A sua temperatura corporal varia entre os 26 e 41ºC, utilizando o substrato rochoso como principal fonte de calor. O seu corpo e cabeça achatados maximizam o aproveitamento de fendas em muros, amontoados de pedras e outros substratos rochosos, locais de ocorrência preferencial. Como meio de defesa utiliza principalmente a fuga e a capacidade de autotomia da cauda. A autotomia consiste na existência de pontos de fractura que facilitam, neste caso, a separação da cauda do resto do corpo. Assim, em caso de um animal ser apanhado pela cauda por um predador, conseguirá fugir. Nesta eventualidade os músculos da cauda continuam a contrair-se, durante alguns segundos, mesmo depois desta ser separada do resto do corpo. Esta capacidade permite atrair a atenção do predador e a fuga ao animal. A cauda é posteriormente regenerada embora seja normalmente distinguível pela diferente coloração que apresenta.

Não serão permitidos logs não presenciais, ou seja, não será permitido uma pessoa assinar por outras que nem sequer põem cá os pés. Todos os logs que forem postos no site só serão validados se for o próprio a assinar o logbook. Por um jogo "mais verdadeiro" e não cheio de "batota"!! Obrigado.

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