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Memória

A cache by ZéSampa Send Message to Owner Message this owner
Hidden : 05/01/2016
Difficulty:
1.5 out of 5
Terrain:
2.5 out of 5

Size: Size:   small (small)

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Geocache Description:

Esta cache é um convite à descoberta do passado da desertificada aldeia da Ariola. Uma rápida viagem pelas perdidas memórias dos seus caminhos e ruínas, tendo como destino final os antigos banhos que desde os meados dos anos 80 jazem entre a tranquilidade da vegetação e da ribeira.

Banhos da Ariola

"O Dr. João dizia que os de Longroiva não chegavam nada aos nossos banhos, para reumatismo, e para doenças de pele era mais os de Longroiva."

"Muita gente se curou lá. Chegou a ir lá um homem arrochado num burro, ali só se chegava de burro ou cavalo não havia meio de transporte. Antão ia tão mal, tão mal que ia arrochado, não se endireitava, tomou 10 banhos mas o mal estava tão entranhado que ele não se curava, queria-se ir embora. Então o meu marido disse «deves tomar 15 banhos, os que tomares a mais de 10, não pagas», ele assim fez e acabou por sair dali direitinho.

Fechámos aquilo vai para uns vinte e tantos anos. Um banho nessa altura custava 7$50. O livro de registos está com o meu filho. Os banhos eram no mínimo de sete, quinze banhos era o que o doutor dizia." (casal Figueiredo)

Montagem horizontal

Ao local só se chega a pé. A ribeira no sítio de Poios, um local de moagem em ruínas, corre entre escarpas de granito. Para jusante o vale torna-se ainda mais estreito, sendo necessário subir a colina na margem. Depois entra-se num denso bosque de salgueiros e olmos, por um mal definido atalho no meio da vegetação, que de repente se abre junto de um açude. Eram aqui os Banhos da Ariola, e o terreiro servia aos encontros dos aquistas.

"Sr.ª - Aquilo era muita gente, no Verão uns iam à aldeia ver a família outros estavam lá, aquilo no Verão não parava, aquilo era uma alegria, havia bailaricos …

Sr. – Tinha lá uma grafonola"

Sobre a porta, a inscrição “1953 – AMF” corresponde às obras que o proprietário António Figueiredo concluiu nesse ano em que os banhos passaram a ser dotados de quartos de dormir.

 "Sr.ª - Já havia banhos, não tinha era onde dormir, as pessoas ficavam em duas casitas um pouco mais acima ou nos moinhos ali perto. Depois nós construímos aquela casa.

 Sr. – A casa tem 20 quartos, a casa que eu fiz tinha 20 quartos, tinha cinco banheiras." (casal Figueiredo)

Além dos 17 quartos existentes no edifício, há mais duas casas um pouco acima, que também servia de alojamento assim como os moinhos de Poios. Num total de alojamentos que deveria servir cerca de 100 aquistas.

Fonte: http://www.aguas.ics.ul.pt/guarda_bariola.html

Montagem vertical

A cache:

Para completarem esta descoberta é importante que sigam os pontos adicionais que facilmente vos farão chegar aos dois locais assinalados pela multi-cache.

Como só é possível chegar às coordenadas finais a pé, devem deixar o carro junto ao cemitério, no estacionamento recomendado, e a partir daí seguirem pelo caminho de terra batida em direção à ribeira de Teja. Caso tenham um todo-o-terreno com relativa facilidade conseguirão chegar às coordenadas iniciais. De qualquer modo, a partir daí, só será possível fazer o resto do curto percurso a pé, pelo que deverão deixar o vosso meio de transporte no primeiro ponto.

Nas coordenadas publicadas, no sítio de Poios, para além da centenária ponte de possível origem medieval, podem também observar alguns moinhos e o açude que canalizava a água para a moagem. Aqui, num dos muros da ponte, deverão recolher a data (ABCD) aí gravada e substituir as letras pelos números na seguinte fórmula:

N 40° 5B.4DC W 007° 1B.4C0

Depois, já na posse das coordenadas finais, devem regressar ao caminho que vos trouxe até aqui e seguir pela esquerda. Passados alguns metros surgem as primeiras ruínas dos antigos edifícios de apoio aos banhos. Sigam até aí, contornem a casa à vossa direita, passem por entre as ruínas e continuem até ao trilho que segue mais acima junto ao muro.

A partir daí, seguindo o caminho rodeado pelo bosque de olmos e salgueiros, não há que enganar e após alguns metros, depois do último moinho, por entre a vegetação não tardará muito até que avistem o grande edifício caiado de branco. Quando aí chegarem já sabem que estão perto do objetivo… Depois é só seguirem o vosso olfacto!

Atenção!!! A cache não se encontra no interior do edifício dos banhos ou qualquer outra estrutura abandonada! Caso decidam explorar o edifício principal estarão por vossa conta e risco, pois, para além dos perigos inerentes a qualquer estrutura abandonada, trata-se de propriedade privada pelo que não é aconselhável e/ou autorizada a sua invasão!

Finalmente, respeitem o local, desfrutem da descoberta e, claro, partilhem as vossas memórias!

Ribeira de Teja


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Additional Hints (Decrypt)

Fvtnz b ibffb bysnpgb r n pnpur iãb rapbagene!
(Qronvkb qn tenaqr crqen)

Decryption Key

A|B|C|D|E|F|G|H|I|J|K|L|M
-------------------------
N|O|P|Q|R|S|T|U|V|W|X|Y|Z

(letter above equals below, and vice versa)



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