Foi prefeito de Glauchau, onde seu pai trabalhou como registrador. Casou com Ida Günter em novembro de 1846 e emigrou para o Brasil dois anos depois, devido ao seu envolvimento nos Movimentos Revolucionários pela unificação da Alemanha em 1848.
Chegou à Colônia Dona Francisca (atual Joinville) em 20 de novembro de 1854, aos 36 anos. Trabalhou como jornalista, cronista e matemático.
Na Colônia Dona Francisca exerceu o cargo de contador e tesoureiro na Direção da Colônia a partir de 31 de maio de 1858. Também exerceu o cargo de vereador, foi presidente da Câmara Municipal, com funções executivas outorgadas futuramente a prefeitos.
Foi primeiro cônsul honorário e teve também importante atuação na fundação da Colônia Agrícola de São Bento do Sul.
A casa que construiu há mais de cem anos, hoje localizada numa área nobre do centro de Joinville, hoje é chamada de "Castelinho" (Schloesschen) e abriga o Museu de Arte de Joinville.
Como jornalista, sua grande obra foi o Kolonie-Zeitung (Jornal da Colônia), que circulou por quase oitenta anos, a partir de 20 de dezembro de 1862. Doerffel também escreveu três livros importantes para a história da Colônia Dona Francisca.
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