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Esta rota propõe dar a conhecer o património cultural de Loriga com uma série de caches colocadas junto a monumentos, edifício de importância histórica entre outros. O trajeto inicia-se onde supostamente “nasceu” Loriga, na Portela do Arão, e de onde podem seguir pela calçada Romana e que nos levará até ao Caixão da Moura. Após a visita à sepultura o percurso segue em direcção à vila com várias passagens por antigas fábricas de lanifícios, fontanários, igreja matriz, nomeando apenas alguns e sem nunca perder de vista a maravilhosa paisagem dos socalcos tão característicos de Loriga. Por favor sejam discretos na procura das caches, pois a sua durabilidade vai depender da vossa discrição.
Esta rota propõe dar a conhecer o património cultural de Loriga com uma série de caches colocadas junto a monumentos, edifício de importância histórica entre outros.
O trajeto inicia-se onde supostamente “nasceu” Loriga, na Portela do Arão, e de onde podem seguir pela calçada Romana e que nos levará até ao Caixão da Moura. Após a visita à sepultura o percurso segue em direcção à vila com várias passagens por antigas fábricas de lanifícios, fontanários, igreja matriz, nomeando apenas alguns e sem nunca perder de vista a maravilhosa paisagem dos socalcos tão característicos de Loriga.
Por favor sejam discretos na procura das caches, pois a sua durabilidade vai depender da vossa discrição.
Fundada em 1862 por José Marques Guimarães, Na década de 1920, esta Fábrica passou a pertencer à Sociedade Carlos Nunes Cabral & Comp., e mais tarde passando a ser propriedade da firma Moura Cabral & Companhia. Tinha duas rodas hidráulicas ambas no mesmo edifício junto à ribeira, uma roda de madeira com força de 30 cavalos, colocada no topo do edifício virado para o caminho, ou seja para o sul, e outra situada a nascente do edifício. Produzia frises, saragoças e palmilhas. Encerrou definitivamente em 1949. Sendo a primeira das fábricas, a paralisar, devido à impossibilidade de boas vias de acesso.
Fundada em 1862 por José Marques Guimarães, Na década de 1920, esta Fábrica passou a pertencer à Sociedade Carlos Nunes Cabral & Comp., e mais tarde passando a ser propriedade da firma Moura Cabral & Companhia.
Tinha duas rodas hidráulicas ambas no mesmo edifício junto à ribeira, uma roda de madeira com força de 30 cavalos, colocada no topo do edifício virado para o caminho, ou seja para o sul, e outra situada a nascente do edifício.
Produzia frises, saragoças e palmilhas. Encerrou definitivamente em 1949. Sendo a primeira das fábricas, a paralisar, devido à impossibilidade de boas vias de acesso.
Additional Hints (Decrypt)
Decryption Key
A|B|C|D|E|F|G|H|I|J|K|L|M ------------------------- N|O|P|Q|R|S|T|U|V|W|X|Y|Z
(letter above equals below, and vice versa)
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