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O Cobre Traditional Cache

Hidden : 07/01/2017
Difficulty:
1.5 out of 5
Terrain:
1.5 out of 5

Size: Size:   micro (micro)

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Geocache Description:

Poucos são os que ainda se dedicam ao trabalho em cobre de forma artesanal. Os mais jovens não fazem ideia de como são feitas essas peças. Dai, haver quem diga: “Oh menina, pensa que o cobre já vem assim, com esta textura? É tudo feito a martelo!”

 

O Cobre

 

O homem trabalha o cobre desde 6000 anos antes de Cristo, numa época compreendida entre a Idade da Pedra e a Idade do Bronze. É o primeiro metal a ser utilizado em larga escala.

Talvez, por isso, quando hoje visitamos uma oficina de artesãos deste metal, somos invadidos por uma sensação de regresso ao passado, que nos incute um misto de nostalgia e admiração pelo labor e carinho posto em cada peça que nos depara. Sim, porque cada um daqueles objetos é fruto do acumular do saber, transmitido de geração em geração, até aos nossos dias.

O cobre, pelas suas características condutoras, foi, desde os primórdios, utilizado no fabrico de caldeiras e outros artefactos que necessitassem de conduzir calor. Daí, o epíteto de caldeireiros, que perdurou até aos nossos dias, àqueles que se dedicam a esta atividade.

Esta arte teve na Idade Média grande importância económica, chegando a possuir em Lisboa um hospital e tendo até honras, no Porto, de uma rua com o seu nome: a famosa rua dos Caldeireiros.

Hoje já não se fabricam caldeiras nessas oficinas, também as máquinas de sulfatar, elemento obrigatório ainda há poucos anos foram substituídas por máquinas mais modernas. Até os velhos alambiques, quiçá o ex-libris dos caldeireiros, com as suas formas de influência árabe e o seu ar de instrumento de alquimia, não resistiram aos tempos e são agora fabricados apenas para consumo doméstico.

(Texto de Mário Costa, publicado no jornal Barcelos Popular de 06 de Fevereiro de 1997)


Há muito muito tempo – há coisa de 100 anos – vivia em Braga um senhor, de seu nome Manoel da Cunha Ferreira, que tinha como ganha-pão um ofício a que chamavam caldeireiro. Diz quem sabe que o nome tem origem na tradição cigana. Seja como for, este senhor fazia alambiques, caldeiras, chaminés e outras utilidades em cobre. Fazia-os artesanalmente, que é como quem diz, à força de bater o martelo.

 

 


A cache:

O recipiente é de tamanho micro, não permitindo trocas de objetos.

Contem apenas logbook. Levem material de escrita.

Coloquem a cache no mesmo local. Mantenham-na na posição correcta para prolongar a sua longevidade.

E, principalmente, divirtam-se! Façam CITO, se necessário. Mas, nunca deixe marcas da sua presença, que possam prejudicar o meio ambiente!

Pratique geocaching de forma responsável e consciente, respeitando as normas básicas de segurança. Faça-o por sua conta e risco!

Antes de avançar para o resgate do container, verifique sempre se tem condições de segurança para o fazer, tendo em conta também as condições atmosféricas.

Obrigado pela vossa visita!

e-mail: geo.amigosdanatureza@gmail.com

Additional Hints (Decrypt)

Pnfgnaub é n pbe. ABGN: Aãb gr cerbphcrf pbz b ivmvaub. Fr arprffvgnerf qr nwhqn, crqr.

Decryption Key

A|B|C|D|E|F|G|H|I|J|K|L|M
-------------------------
N|O|P|Q|R|S|T|U|V|W|X|Y|Z

(letter above equals below, and vice versa)