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Dolmen-Capela [PNSAC] - BE07

A cache by bmps2003 Send Message to Owner Message this owner
Hidden : 07/24/2020
Difficulty:
2 out of 5
Terrain:
1 out of 5

Size: Size:   other (other)

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Geocache Description:


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Horários de VISITA:

Todos os dias: 09h00 - 17h30

Não visitar ao Domingo:

11h00 - 13h00 (Horário em que decorre a missa)

Valida o teu Found It!

1 - Explica por palavras tuas o que é um Tafoni.

2 - Em que tipo de rochas são formados os Tafoni?

3 - De que tipo de Rocha é formado os esteios desta Anta?

4 - Achas que os Esteios desta Anta, tem Tafoni ou Fossetes? Se forem Fossetes ignora a pergunta seguinte!

5 - Que tipos de Meteorização encontras presentes nestas Rochas?

6 - Qual a Altura máxima no interior desta Anta-Capela?

7 - Quantos Esteios tem esta Anta?

8 - Coloca uma foto tua ou de algo que te identifique no interior da capela!

Poderás fazer o teu registo online, (caso assumas que as respostas possam estar corretas) no entanto de seguida, deverás enviar as respostas por email ou mensagem para o meu perfil afim de serem validadas!

Caso não sejam enviadas respostas, esses registos serão apagados sem qualquer aviso prévio

O que são Tafoni?

Um tafone (plural: tafoni) é uma formação geológica que se assemelha a uma pequena caverna com uma entrada redonda e paredes lisas e côncavas. Tafoni são frequentemente encontrados em redes conectadas que esculpiram em penhascos, colinas e áreas rochosas. Tafoni são por norma formados em granito, arenito ou calcário arenoso e são particularmente comuns em climas desérticos semi-áridos a áridos. Esta formação é facilmente reconhecida devido à sua aparência de favo de mel ou esponja.

Como são formados os Tafoni?

Várias teorias foram apresentadas para explicar a formação de tafoni, incluindo: congelamento-descongelamento, secagem humedecida e intemperismo salino. O intemperismo do favo de mel, uma forma de intemperismo salino, é a explicação mais comum. Ocorre quando o sal se acumula na superfície de rochas permeáveis, geralmente por ondas do mar, neblina ou vento. À medida que a água salgada evapora, ela deixa o sal para trás.

O sal entra nos poros da rocha, onde cristaliza e empurra os poros para mais. Estes poros aumentados da rocha tornam-se suscetíveis a intempéries adicionais, incluindo os ciclos de secagem e congelamento-degelo mencionados anteriormente. Depois de uma quantidade significativa de tempo, o intemperismo torna-se perceptível na forma de tafoni.

Outras teorias tentam explicar a presença de tafoni em áreas costeiras. Alguns exploradores acreditam que, além do intemperismo salino, os moluscos e outras formas de vida marinha também podem iniciar o tafoni. Eles fazem-no criando pequenos buracos nas costas rochosas, onde se ligam e extraem minerais. O buraco cresce ao longo do tempo até que, eventualmente, o molusco ou outro organismo caia. O buraco é então deixado para os elementos, como vento, chuva e água das marés. Estes trabalham juntos para criar as formações de tafoni.

Tafoni e ruínas antigas:

Embora o tafoni tenha uma aparência interessante que atrai a atenção, também representa uma ameaça para algumas ruínas arquitetónicas antigas. Uma vez que começa, tafoni devora lentamente a superfície dessas estruturas, o que pode levar à sua completa destruição. Este efeito de intemperismo foi identificado na antiga cidade de Petra, na Jordânia, bem como ao longo dos paredões de Weston-super-Mare, no Reino Unido. Esse fenómeno motivou projetos de pesquisa académica para melhor entender sua formação.

Algumas das técnicas de pesquisa incluíram o seguinte: uso de imagens de microscopia eletrónica de varredura, espectroscopia de difração de elétrons, espectrometria de massa e reconstrução de laboratório.

Meteorização:

Meteorização define o conjunto de processos biológicos, físicos, químicos e / ou que decompõem e quebram a pedra em pedaços menores. Os processos de meteorização podem atuar de forma independente ou em conjunto, bem como em diferentes escalas. Depois da meteorização atua a erosão (transporte dos detritos pelo vento e pela água, longe do interior da cavidade).

a) Meteorização biológica. Por ácidos orgânicos que segregam na forma de um halo, as colónias de microrganismos, corroendo quimicamente a biotite. Este processo bioquímico deixa para trás uma área elipsoidal, empobrecida em cimento de óxido de ferro, que é mais facilmente desgastado e corroído.

b) Meteorização química. Processos químicos associados ao desenvolvimento tafoni tendem a incluir a hidratação, hidrólise, e a troca de catiões entre as soluções minerais e rocha hospedeira. Fontes de humidade que promovem formação tafoni podem ser água do mar rica em sais, humidade da condensação do ar, neve derretida, água subterrânea e água da chuva. A decomposição de feldspato e de minerais de argila, o ataque químico do quartzo pelo sal, e o destacamento de ferro a partir da biotite são particularmente importantes na meteorização química de tafoni.

c) Meteorização física. Os processos atmosféricos físicos ou mecânicos responsáveis pela formação de cavernas geralmente referem-se à destruição grão-a-grão de uma rocha (também conhecido como desintegração granular). A meteorização física é nomeada pelos investigadores mais frequentemente do que os biológicos ou químicos ao descrever as forças criativas dos tafoni.

Meteorização Diferencial:

A propriedade desconcertante dos tafoni, é que rochas aparentemente homogéneas desenvolverem tafoni. Blackwelder (1929) descobriu que a forma do tafoni em rochas sem irregularidades estruturais ou composicionais aparentes, como variações litológicas, fraturas ou planos S0. Ele sugeriu que os tafoni se desenvolvem devido ao humedecimento diferencial da superfície da rocha e da criação de condições micro climáticas dentro de cavidades, que causam hidratação de minerais de feldspato e esfoliação e posterior remoção pelo vento e pela chuva.

a) Mecanismo de realimentação positiva. Tafoni interiores e os microclimas que promovem ciclos de realimentação positivo e diferenciais de intemperismo da rocha. Quando o ar entra num tafoni situado à sombra e arrefece, condensa humidade nas paredes da cavidade, promovendo, assim a meteorização química e física, e a criar uma maior área de superfície em que mais humidade pode-se condensar, aumentando ainda mais a meteorização.

b) Para cima e para trás. As paredes traseiras e telhados favorecem os processos de meteorização porque essas áreas protegidas são mais frias e a superfície da rocha permanece em contacto com a humidade por longos períodos, perpetuando, assim, mecanismos de crescimento positivo. Consequentemente, o tafoni cresce 'para cima e para trás' e cria viseiras ou margens salientes amplas nos maiores tafoni.

c) Mecanismos de crescimento negativo. Um exemplo de um mecanismo de feedback negativo, retardando ou impedindo o desgaste, é o interior das paredes da cavidade, que são reforçados com organismos ou minerais secundários precipitados.

d) Clima. Grandes e pequenos tafoni podem variar, um tafoni grande é suficiente volumoso para criar um microclima específico com condições húmidas 'suficientes' para a meteorização do interior.

Em arqueologia, denomina-se covinha, por vezes fossete (em inglês cupmark) a um pequeno oco artificial escavado na superfície de algumas rochas, tendo geralmente uma seção semi-esférica e planta circular (embora também as haja de planta quadrangular). Podem encontrar-se isoladas ou formando agrupamentos, quer com outras covinhas quer com outras gravuras rupestres.

Embora o caso mais comum seja encontrá-las gravadas nas superfícies de formações rochosas naturais, também se encontram em perafitas ou em esteios megalíticos.

As covinhas são um dos motivos rupestres mais recorrentes, em todas as épocas e latitudes. A sua cronologia abrangeria, na Europa, do Paleolítico Médio (La Ferrassie) até à Idade do Ferro.

A Igreja paroquial de Alcobertas é um raro exemplo de cristianização de um ancestral monumento megalítico, que sobreviveu até aos nossos dias inserido na obra arquitectónica do templo.

Trata-se de uma anta de planta poligonal, composta por sete esteios, dotada de corredor de extensão desconhecida, mas de que ainda se conservam dois esteios, que formam a passagem da câmara para o interior da igreja.

As diversas reformas efectuadas no conjunto monumental levaram à adulteração de parcelas no monumento pré-histórico, entre as quais se conta a colocação de um telhado de quatro águas, revestimentos nas juntas dos esteios e colocação de um retábulo junto ao esteio de fundo.

A Anta de Alcobertas, é também uma raridade por ser em calcário, É uma das maiores da Península Ibérica. Data dos finais do Neolítico Final (4000 a 3500 A.C.).

A igreja propriamente dita deve datar dos anos finais do século XV, crescendo de importância nas décadas seguintes, a ponto de o arcebispo de Lisboa a ter elevado a templo principal da freguesia, a 4 de Julho de 1536. A sua actual configuração resulta de uma campanha de obras levada a cabo na transição para o século XVIII. A anta deixou, então, de funcionar como capela-mor do templo, passando a desempenhar as funções de capela lateral.

Estilisticamente, o conjunto é algo incaracterístico, destinado a reforçar a monumentalidade da fachada principal, prolongada verticalmente de forma artificial. Esta é antecedida por alpendre de água única assente sobre tripla arcada classicizante (de colunas com assinalável entásis), de arcos abatidos, sobre a qual se abre janelão do coro e nicho com imagem do orago.

Do lado esquerdo, integrada no corpo do templo, eleva-se torre sineira de secção quadrangular, quatro vãos sineiros e terminação piramidal, igualmente muito vertical.

O interior é de nave única, com capela baptismal (onde se inclui uma pia de perfil manuelino), arco de volta perfeita de acesso à anta-capela e cabeceira tripartida, mais larga que o corpo, com capela-mor ladeada por duas pequenas sacristias e acesso pelo exterior do lado direito.

Salientam-se os conjuntos azulejares seiscentistas, que ornamentam o frontal de altar (com figuração de Santa Madalena enquanto pecadora) e o arco de acesso à anta (em que a santa reza aos pés de Cristo).

Additional Hints (Decrypt)

ABGN: Ngraçãb pbz bf ubeáevbf qr noreghen qn pncryn! Sbgbf ncranf inyvqnf ab vagrevbe qn zrfzn!

Decryption Key

A|B|C|D|E|F|G|H|I|J|K|L|M
-------------------------
N|O|P|Q|R|S|T|U|V|W|X|Y|Z

(letter above equals below, and vice versa)



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