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Duque da Terceira

A cache by Procuratu Trilhos Send Message to Owner Message this owner
Hidden : 02/17/2018
Difficulty:
1.5 out of 5
Terrain:
1.5 out of 5

Size: Size:   regular (regular)

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Geocache Description:


António José de Sousa Manuel de Meneses Severim de Noronha[1] GCNSC (Lisboa, 18 de março de 1792 — Lisboa, 26 de abril de 1860), 7.º Conde de Juro e Herdade e 1.º Marquês de Vila Flor e ainda 1.º Duque da Terceira com Honras de Parente, foi um importante general e homem de Estado português do tempo do liberalismo, sendo uma das mais importantes figuras do tempo, tanto no plano político, como, e talvez sobretudo, no plano militar. De herói das guerras liberais tornou-se no líder incontestado dos cartistas, a facção mais conservadora do liberalismo português, embrião do futuro Partido Regenerador. Pertencente à mais genuína alta nobreza portuguesa, teve múltiplos cargos e honrarias na corte, entre as quais, moço fidalgo da rainha Maria I, gentil-homem da câmara de el-rei João VI, copeiro-mor e estribeiro-mor. Exerceu as funções de marechal de campo, comandante-em-chefe do Exército Português, conselheiro de Estado, par do Reino, tendo por quatro vezes (1836, 1851, 1842-1846 e 1859-1860) exercido o cargo de Presidente do Conselho de Ministros. Foi o 10.º capitão-general dos Açores, ali presidindo à Regência de Angra durante a fase inicial das guerras liberais.

Duque da Terceira é um título nobiliárquico, que foi instituído de juro e herdade, com honras de parente, por decreto do regente do Reino D. Pedro de Bragança, em nome da rainha Dona Maria II de Portugal, em 8 de Novembro de 1832, em benefício de António José de Sousa Manuel de Menezes Severim de Noronha, sétimo conde de Vila Flor, com varonia real de Portugal por bastardia (Souza), e que havia sido entretanto agraciado com o título de primeiro marquês de Vila Flor.
 

Foi primeiro conde de Vila Flor D. Sancho Manuel de Vilhena, com varonia real de Castela (Manoel de Vilhena), vencedor da Batalha do Ameixial e herói de Linhas de Elvas, nomeado Vice-Rei do Brasil, Governador da Torre de Belém, Governador de Armas (posto equivalente ao de Marechal) do Alentejo e da Beira, etc.

Herói das Guerras liberais, o sétimo conde de Vila Flor recebeu a mais alta distinção nobiliárquica, a par da ascensão à dignidade de Marechal, em virtude da denodada resistência que promoveu na ilha Terceira. Condestável (temporário) fez toda a campanha do Algarve, tendo entrado em Lisboa no dia 24 de Julho à cabeça das forças liberais. Vencedor de batalha de Asseisseira, decisiva para a vitória da causa liberal, assinava pouco depois a Convenção de Évora-Monte, em representação de Dom Pedro, duque de Bragança e Regente. Foi por quatro vezes Presidente do Conselho de Ministros.

António José de Sousa Manuel de Meneses Severim de Noronha nasceu em Lisboa, a 18 de Março de 1792, filho primogénito de António de Sousa Manuel de Meneses Severim de Noronha, 6.º conde de Vila Flor, então um dos homens mais ricos de Portugal, e de Maria José de Mendonça, filha do 6.º conde de Vale de Reis. Como grande do reino, era membro da alta nobreza e o herdeiro de uma das mais ricas e antigas casas vinculares portuguesas.

Tinha apenas dois anos de idade quando em 1795 lhe faleceu o pai, sucedendo-lhe no título de conde de Vila Flor e no cargo de copeiro-mor da rainha, herdando uma imensa fortuna, composta por bens de raiz e por múltiplas comendas e outros rendimentos vinculados. Entre outras, herdou as comendas de Santa Maria de Pereira, de São Pedro de Calvelo, de São Tiago de Cassourado, de São Vicente de Figueira e de São Geris de Arganil, e várias tenças, sendo uma de 500$000 réis e outra de 200$000 réis no almoxarifado do pescado de Lisboa.

Herdou igualmente o padroado do convento dos Capuchos de Nossa Senhora dos Anjos, do lugar de Sobralinho, da capela de Nossa Senhora do Pópulo, na cerca do convento da Boa Viagem, da ermida de Nossa Senhora da Conceição do Portal, na vila da Alhandra, e a administração de vários morgadios, que compreendiam duas quintas em Alverca do Ribatejo, a Lezíria da Corte da Vila e o casal de Borges, no termo de Azambuja, a Herdade da Aravia, em Avis, e as casas de São João da Praça e o morgado de Braço de Prata, em Lisboa.

Teve a excepcional honra, a par com o duque da Saldanha, de ser sepultado no Panteão Real.

O duque da Terceira era o chefe do ramo português dos Manoeis de Vilhena (sendo chefes do ramo espanhol a Casa de Manuel de Villena em Espanha que ostentou recentemente os seguintes títulos que foram objecto de divisão - cessão e distribuição - no início do século XX: duques de Arévalo d'el Rey, condes de Via Manuel com grandeza de 1.ª classe, Marqueses de Vellisca, Marqueses de Rafal, quatro vezes Grandes de Espanha e ainda marqueses de la Puebla de la Rocamora, marquese de Vadesillas e marqueses de Villa Alegre de Castilla, Condes de Cheles, Viscondes de Cheles, Condes de la Granja, Barões da Puebla de Rocamora, Barões de Monte Villena, Condes de Assumar, etc.). Esta família procede do filho segundo do terceiro Senhor de Cheles (procedente o ramo espanhol do quarto senhor de Cheles), Don Juan Manuel de Villena, cavaleiro do Tosão de Ouro, Mordomo-Mor do Imperador Carlos V, que passou a Portugal. Descendia por varonia Don Juan Manuel, do conde de Seia e Sintra, Dom Henrique Manuel de Vilhena, senhor do Palácio da Vila, Oeiras e Cascais, meio irmão da Rainha D. Constança de Portugal, filho de Don Juan Manuel, princípe de Vilhena em Aragão e duque de Escalona e de Penafiel em Castela, Adelantado-Mor de Murcia, Regente de Castela, escritor, filho do Infante D. Manuel, irmão de D. Fernando Manuel, Despot da Roménia no Império Romano do Oriente, por seu turno neto do Rei Fernando III, o Santo, de Castela e por essa via bisneto por via materna do Imperador do Sacro Império Romano-Germânico e trineto de Inácio Ângelo de Constantinopla, Imperador Romano do Oriente, de onde de acordo com certa tese os Manoeis de Vilhena retiraram o segundo quartel das armas.

Pela morte sem descendência do 1.º duque da Terceira, de juro e herdade, e tendo passado todos os títulos da Casa Vila Flor ao ramo colateral, o uso deste título só viria a ser pedido pela família legitimamente representante de todos os outros títulos da Casa, na pessoa de D. Maria Luísa de Almeida Manuel de Vilhena, 2.ª duquesa da Terceira, já no período republicano.

As Casas Vila Flor e Alpedrinha deram origem ou representam dois Marechais do Exército de Portugal (1.º Conde de Vila Flor e 1.º Duque da Terceira) e oito oficiais-generais (D. Franscisco Manoel, irmão do 2.º conde de Vila Flor, e outros três Manoel de Vilhena filhos do 3.º Senhor da Zibreira e netos do 2.º conde de Vila Flor, D. Cristóvão, D. Sancho e D. João), dois Almeida-Lavradio (D. Tomás e D. Martinho- Lourenço), um Senhor de Pancas (Francisco da Costa Freire, Governador da Madeira) e Jaime Malaquias de Lemos, Comnandante da Guarda (pelo lado Azarujinha), dois Capitães-Mor dos Mares da Índia (D. Cristóvão e D.Franciso Manoel de Vilhena, avô e pai do 1.º Conde de Vila-Flor), um Cardeal-Bispo Decano do Sacro Colégio - depois de Julio II - e Carmelengo (Alpedrinha), dois Arcebispos de Lisboa e Braga (sobrinhos do Cardeal), um Bispo do Porto, Leão e Osma, Capelão-Mor da Imperatriz Isabel, Rainha de Espanha (D. Pedro da Costa, sobrinho neto do Cardeal) e outro Bispo de Porto (D. Diogo da Costa), um Príncipe-Grão-Mestre da Ordem de Malta (D. António Manoel de Vilhena) e dois Bailios da Ordem (um filho do terceiro conde de Vila Flor e em tempos recentes o 9.º conde de Vila Flor), um Vice-Rei do Brasil (nomeado - o 1.º conde de Vila Flor), um Governador interino do Brasil e também Governador do Estado do Grão Pará e Maranhão (Cristóvão da Costa Freire, 8.º Senhor de Pancas), uma Camareira-Mor (D. Maria Ana, Marquesa Honorária de Vila Flor), um Presidente do Conselho de Ministros (Duque da Terceira), e mais dois "primeiros-ministros", o Cardeal Alpedrinha (de D. Afonso V) e Gaspar de Faria Severim (de D. Afonso VI, antes do Conde de Castelo Melhor) e ainda um Chefe do Governo no Exílio (8.º Conde de Vila Flor) e dois Juízes Conselheiros (um efectivo e outro com Honras de, respectivamente o 1.º Conde de Alpedrinha e o seu neto, D. Salvador Manoel de Vilhena), etc., uma Abadessa de Odivelas e uma Comendadeira de Santos, um D. Abade de Alcobaça (Cardeal), dois académicos em Espanha e no Brasil (o 8.º conde e a 10.ª condessa de Vila Flor), um Mordomo-Mor e dois Estribeiros-Mor (um deles temporário, o Senhor de Pancas), um Condestável Temporário, e diversos oficiais mores da casa real, governadores de Capitanias ou Praças, professores universitários, cónegos, etc.

Additional Hints (Decrypt)

V nz ebpx. Cbe snibe qrvkrz ghqb pbzb rfgnin cnen rivgne dhr bf zhttyrf n qrgrpgrz bh rager nthn. grzbf qhnf sbgb fcbvyref qb ybpny baqr rfgn fr rapbagen.

Decryption Key

A|B|C|D|E|F|G|H|I|J|K|L|M
-------------------------
N|O|P|Q|R|S|T|U|V|W|X|Y|Z

(letter above equals below, and vice versa)



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