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Júlio Verne no centro do Porto

A cache by joom Send Message to Owner Message this owner
Hidden : 08/28/2018
Difficulty:
3.5 out of 5
Terrain:
1 out of 5

Size: Size: other (other)

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Geocache Description:


Perguntas para responder - questions to answer

Para reclamar esta earthcache deverá enviar-me, através do meu perfil e antes de qualquer registo, as respostas às seguintes questões. Se algo estiver incorrecto será contactado. Não é necessário esperar por qualquer autorização. Por favor não envie fotografias. Essas são mais úteis no registo.

Nas coordenadas e como pode haver alguma variação na recepção do sinal, na sexta pedra de mármore da fila mais exterior e mais perto da paragem de autocarro, a contar do canto mais a Oeste. Aí é possível ver um fóssil de amonite.

1 - Qual é o diâmetro exterior da amonite? E qual e o diâmetro interior? Ou seja o diâmetro do círculo menor e que está quase todo preenchido pela pedra base.

Na nona pedra a contar do mesmo ponto anteriormente. Aí é possível ver outro fóssil de amonite.

2 - Qual é o diâmetro exterior da amonite?

3 -Na espiral mais interior da amonite, quantas câmaras internas é possível ver? Qual é a dimensão média dessas câmaras?

4 - Ao lado da fila onde é possível ver os fosseis de amonite está uma parte de calçada. Das seguintes opções qual é a que designa a rocha usada na calçada? (granito, calcário, basalto, xisto)

5 - Na esquina da praça D. João I com a Rua de Sá de Bandeira, canto nordeste, a placa indicadora do nome da praça é do mesmo tipo de rocha que o chão onde estão os fósseis de amonite. Consegue ver algum fóssil semelhante nessa placa? O nome da praça está completo? Se não, que letra falta?

Obrigatório:

Uma foto por cada registo. Ou claramente identificado no ponto zero ou senão o desejar uma foto na zona do ponto zero em que apareça o nick, a data da visita e um pé em cima de um fóssil. Por favor não revele as respostas com essa foto. Obrigado pela visita.

 

To claim this earthcache one should send me, through my profile and before any found log, the answers to the following questions. If something is incorrect I'll contact you. There is no need to wait for any authorization. Please do not send photos. These are more useful on the log.

 

At the earthcache coordinates, and because one could experience some signal variations on the reception, from the western corner count six stones on the outer row of the square. It is the row nearer the bus stop . There one can see an ammonite fossil.

1 - What is the outside diameter of the ammonite? And what is the inside diameter? That is to say the diameter of the smaller circle almost filled by the base stone.

On the ninth stone counting from the same point previously. There you can see another ammonite fossil.

2 - What is the ammonite outside diameter?

3 - In the innermost spiral of ammonite, how many inner chambers can you see? What is the average size of these chambers?

4 - Beside the row where you can see the ammonite fossils is a section of sidewalk. Which of the following is the name of the rock used on the sidewalk? (granite, limestone, basalt, shale)

5 - At the corner of D. João I square and Rua de Sá de Bandeira, northeast corner, the sign indicating the name of the square is the same type of rock as the floor where the ammonite fossils are. Can you see any similar fossils on that plate? Is the square name complete? If not, what letter is missing?

Mandatory:

A photo for each log. Or clearly identified (a selfie) at ground zero or if you don’t wish a photo at ground zero that shows your nickname, date of visit and a foot on a fossil. Please do not reveal the answers with this photo. Thank you for your visit.

 


Fósseis

Os fósseis (palavra derivada do termo latino fossillis que significa "desenterrado" ou "extraído da terra") são restos de seres vivos ou evidências de suas actividades biológicas preservados em diversos materiais. Essa preservação ocorre principalmente em rochas, mas pode ocorrer também em materiais como sedimentos, gelo, piche, resinas, solos e cavernas e os exemplos mais citados são ossos e caules fossilizados, conchas, ovos e pegadas. A Paleontologia é a principal disciplina científica que utiliza fósseis como objecto de estudo, instaurada com a aceitação dos trabalhos de Georges Cuvier. Nessa área do conhecimento, os fósseis fornecem dados importantes quanto a evolução biológica, datação e reconstituição da história geológica da Terra.

A totalidade dos fósseis e sua colocação nas formações rochosas e camadas sedimentares é conhecido como registo fóssil, o qual contém inúmeros restos e vestígios fossilizados dos mais variados seres do passado geológico da Terra. Porém, apenas uma percentagem ínfima das espécies que já habitaram a Terra preservou-se na forma de fósseis, já que a fossilização é considerada um fenómeno excepcional por contrapor-se aos processos naturais de decomposição e a meteorização. Logo, as partes esqueléticas biomineralizadas, mais duras e resistentes à decomposição e à erosão, tais como dentes, conchas, carapaças e ossos, é bem mais frequente e, por isso, a esmagadora maioria do registo fóssil é constituída por fósseis deste tipo de restos biológicos. Entretanto, restos orgânicos mais delicados e perecíveis também podem fossilizar. A preservação de matéria orgânica ou de restos esqueléticos delicados, uma vez que estes se decompõem e são destruídos rapidamente, requer condições de fossilização fora do comum que, por serem especiais, ocorrem na natureza mais raramente. Isso implica que fósseis de restos destes tipos não sejam frequentes. Em qualquer das circunstâncias, para que os restos de um qualquer ser vivo fossilizem, é fundamental que estes sejam rapidamente cobertos por um material que os preserve, geralmente sedimento.

O que determina o fóssil é a ocorrência conjunta de um resto identificável com origem biológica num contexto geológico, independentemente do seu tipo e da sua idade. Muitos autores, consideram que um fóssil é todo e qualquer resto ou vestígio de seres vivos do passado preservado em contexto geológico, qualquer que seja a sua idade. De acordo com estes paleontólogos, fixar uma qualquer data para se poder considerar se algo é ou não um fóssil é arbitrário. Desta forma, sendo o Holoceno (menos de 11700 anos) parte do registo geológico, os restos orgânicos contidos em materiais holocénicos deverão ser considerados fósseis. Há algumas fontes, entretanto, que consideram somente os restos ou vestígios de seres com mais de 11700 como fósseis. Esta idade, calculada pela última glaciação, é a duração estimada para a época geológica do Holoceno ou recente e, quando os vestígios ou restos possuíssem menos de 11700 anos, estes autores podem denominá-los de subfósseis, termo que também pode ser visto na literatura para designar os restos biológicos que não sofreram alterações.


Amonites


Recriação de amonite Fóssil em duas dimensões Fóssil em três dimensões

Não é conhecida a passagem do capitão Nemo e o seu submarino Nautilus por estas bandas. O que é certo é que aqui, nas lajes que formam a Praça D. João I, há vestígios dos antepassados dos nautilus actuais: as amonites.

As amonóides (do latim científico Ammonoidea), também chamados de amonites, constituem um grupo extinto de moluscos cefalópodes surgido no período Devónico e que desapareceu na extinção K-T, no final do Cretácico que também vitimou os dinossauros.

As amonites eram animais marinhos, que ocupavam o nicho ecológico das actuais lulas. Tinham dimensões muito variáveis, desde alguns centímetros a um metro de diâmetro. O animal vivia dentro de uma concha espiralada de natureza carbonatada, semelhante à dos nautilóides actuais.

As conchas de amonite são um tipo comum de fóssil em formações marinhas do Mesozóico. Em estratigrafia, as amonites são consideradas excelentes fósseis de idade.

As amonites viviam no meio aquático e eram carnívoras, usavam os seus tentáculos como pés para se deslocarem.

ref: wikipedia



Fossils

A fossil (from Classical Latin fossilis; literally, "obtained by digging") is any preserved remains, impression, or trace of any once-living thing from a past geological age. Examples include bones, shells, exoskeletons, stone imprints of animals or microbes, objects preserved in amber, hair, petrified wood, oil, coal, and DNA remnants. The totality of fossils is known as the fossil record.

Paleontology is the study of fossils: their age, method of formation, and evolutionary significance. Specimens are usually considered to be fossils if they are over 10,000 years old. The oldest fossils are from around 3.48 billion years old to 4.1 billion years old. The observation in the 19th century that certain fossils were associated with certain rock strata led to the recognition of a geological timescale and the relative ages of different fossils. The development of radiometric dating techniques in the early 20th century allowed scientists to quantitatively measure the absolute ages of rocks and the fossils they host.

There are many processes that lead to fossilization, including permineralization, casts and molds, authigenic mineralization, replacement and recrystallization, adpression, carbonization, and bioimmuration. Fossils vary in size from one micrometer bacteria to dinosaurs and trees, many meters long and weighing many tons. A fossil normally preserves only a portion of the deceased organism, usually that portion that was partially mineralized during life, such as the bones and teeth of vertebrates, or the chitinous or calcareous exoskeletons of invertebrates. Fossils may also consist of the marks left behind by the organism while it was alive, such as animal tracks or feces (coprolites). These types of fossil are called trace fossils or ichnofossils, as opposed to body fossils. Some fossils are biochemical and are called chemofossils or biosignatures.


Ammonites


Ammonite recreation Two dimensions fossil Three dimensions fossil

The passage of Captain Nemo and his Nautilus submarine in these bands is not known. What is certain is that here, on the slabs that form the D. João I Square, there are vestiges of the ancestors of the current nautilus: the ammonites.

Ammonoids are an extinct group of marine mollusc animals in the subclass Ammonoidea of the class Cephalopoda. These molluscs are more closely related to living coleoids (i.e., octopuses, squid, and cuttlefish) than they are to shelled nautiloids such as the living Nautilus species.[citation needed] The earliest ammonites appear during the Devonian, and the last species died out during the Cretaceous–Paleogene extinction event.

Ammonites are excellent index fossils, and it is often possible to link the rock layer in which a particular species or genus is found to specific geologic time periods. Their fossil shells usually take the form of planispirals, although there were some helically spiraled and nonspiraled forms (known as heteromorphs).

The name "ammonite", from which the scientific term is derived, was inspired by the spiral shape of their fossilized shells, which somewhat resemble tightly coiled rams' horns. Pliny the Elder (d. 79 AD near Pompeii) called fossils of these animals ammonis cornua ("horns of Ammon") because the Egyptian god Ammon (Amun) was typically depicted wearing ram's horns.

ref: wikipedia


Por favor não partilhe as respostas. Para que continuem a existir earthcaches junte ao registo uma fotografia desse dia no ponto zero. Assim ajuda a acabar com as visitas fantasmas a lembrar o Walter Mitty.
Please do not share the answers. To make sure that earthcaches endure append to your log a photo of the day at ground zero. It helps to end ghost visits that resemble Walter Mitty.

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