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This cache is temporarily unavailable.

Bitaro: Olá JPPS26,

Pelo teor dos últimos registos, parece necessária a intervenção do owner para verificar o estado da geocache.
Até lá, ficará temporariamente inactiva.

Por favor leia atentamente as Linhas de Orientação que regulam a manutenção das geocaches:

O dono da geocache é responsável por visitas à localização física.

Você é responsável por visitas ocasionais à sua geocache para assegurar que está tudo em ordem para funcionar, especialmente quando alguém reporta um problema com a geocache (desaparecimento, estrago, humidade/infiltrações, etc.), ou faz um registo "Precisa de Manutenção". Desactive temporariamente a sua geocache para que os outros saibam que não devem procurar a geocache até que tenha resolvido o problema. É-lhe concedido um período razoável de tempo - geralmente até 4 semanas - dentro do qual deverá verificar o estado da sua geocache. Se a geocache não estiver a receber a manutenção necessária ou estiver temporariamente desactivada por um longo período de tempo, poderemos arquivar a página da geocache.

Esta designação serve para geocaches que estão com alguma questão pendente ou um problema temporário por resolver.
Como owner, tem ao dispor, pelo menos, quatro soluções possíveis:

  1. Efectuar a manutenção necessária e reactivar a geocache, dentro do prazo estabelecido pelas Linhas de Orientação
  2. Colocar uma nota na geocache com o plano de manutenção, caso esta não possa ocorrer num curto espaço de tempo. Nessa nota deve constar:
    • o prazo em que pretende efectuar a manutenção,
    • o argumento pelo qual o prazo indicado abaixo terá de ser ultrapassado para que fique novamente activa;
  3. Caso não consiga assegurar a manutenção da mesma, pode considerar o processo de adopção por um geocacher local;
  4. Arquivar a geocache se não tiver disponibilidade para assegurar o estado pleno da mesma. Por favor, tenha em consideração que nesta opção é necessário remover a geocache ou os conteúdos da mesma para evitar que se tornem lixo (*geolitter*).

Assim, caso não seja feita manutenção ou indicado um motivo válido pelo qual a geocache deva estar desactivada além do tempo previsto pelas Linhas de Orientação, a mesma será arquivada num prazo de 60 dias (este prazo não é rigoroso enquanto a pandemia COVID-19 se mantiver - a manutenção deverá ser feita sempre em segurança, pois a sua saúde está primeiro que a saúde da cache!).

Relembro que não é possível desarquivar uma geocache que seja arquivada por falta de manutenção.

Obrigado pela colaboração
Bitaro
Community Volunteer Reviewer

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Avenida dos Descobrimentos

A cache by JPPS26 Send Message to Owner Message this owner
Hidden : 09/26/2019
Difficulty:
1.5 out of 5
Terrain:
1.5 out of 5

Size: Size:   micro (micro)

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Geocache Description:


Descobrimentos

Com a morte de D. Fernando, em 1383, instala-se uma crise de sucessão uma vez que este não deixa herdeiro varão e apenas uma filha D. Beatriz, casada com o rei de Castela. Apesar de, por contrato, este estar impedido de ser rei de Portugal, apresenta-se rapidamente como um dos candidatos à sucessão. No entanto, outros candidatos assumem-se também: D. Dinis, D. João e D. João Mestre de Avis, para onde pendeu o patriotismo. Com a morte do conde Andeiro, amante da Rainha regente D. Leonor e apoiante de Castela, a invasão torna-se inevitável e dão-se uma série de batalhas para defesa do reino sendo a mais importante a batalha de Aljubarrota, vencida pelos Portugueses. D. João, mestre de Avis é aclamado rei nas cortes de Coimbra o que, juntamente com as vitórias nas batalhas pela independência levam a que Castela reconheça a independência portuguesa a 31 de Outubro de 1411 confirmando-a depois a 30 de Outubro de 1451 pelo tratado de Medina del Campo. Não é possível compreender os motivos que levaram os portugueses aos descobrimentos de novas terras e novos povos sem compreender o contexto histórico que levou a tal iniciativa (Autor: Joaquim Alves Gaspar) Não é possível compreender os motivos que levaram os portugueses aos descobrimentos de novas terras e novos povos sem compreender o contexto histórico que levou a tal iniciativa (Autor: Joaquim Alves Gaspar) Portugal depara-se com um problema de difícil resolução: o de obter alimentos e rendimentos para desenvolver o país e melhorar o nível de vida das populações. Para além disso, na segunda metade do século XIV, surtos de peste bubónica levaram a um grave despovoamento, a economia era extremamente frágil, mesmo nas cidades, e o êxodo rural levou ao abandono da agricultura e ao aumento do desemprego nas povoações. Só o mar oferecia alternativas, com a maioria da população fixada nas zonas costeiras de pesca e comércio. Como a produção interna era insuficiente e por via terrestre Portugal estava “cercado” por um país inimigo, o rei vigente, D. Dinis, interessou-se pelo comércio externo marítimo, organizando a exportação para países europeus. É esta tradição marítima que vai conduzir, juntamente com muitos outros factores, à expansão marítima portuguesa e europeia nos séculos XV e XVI. O canal de comunicação e transporte de mercadorias vindas do oriente era o Mar Mediterrâneo, dominado pelos italianos. Encontrar um novo caminho para as Índias era uma tarefa difícil, porém muito desejada. Portugal e Espanha desejavam muito ter acesso directo às fontes orientais, para poderem também lucrar com este interessante comércio e procurar acesso directo a fontes de fornecimento de trigo, de ouro ou de escravos no norte de África. Em 1453, com a tomada de Constantinopla pelos Otomanos, as trocas comerciais no Mediterrâneo de Veneza e de Génova ficaram muito reduzidas. O proveito de uma rota comercial alternativa mostrava-se recompensador. O país que o conseguisse iria ligar directamente as regiões produtoras das especiarias aos seus mercados na Europa. Um outro factor importante, que estimulou as navegações nesta época, foi a necessidade dos europeus de conquistarem novas terras. Eles queriam isso para poder obter matérias-primas, metais preciosos e produtos não encontrados na Europa. Até mesmo a Igreja Católica estava interessada neste empreendimento, pois, significaria novos fiéis. O motivo religioso, sobrepondo-se a todos os outros, foi como tal apontado, entre outros, por João de Barros, Luís de Camões e Gil Vicente. Os Reis também estavam interessados, tanto que financiaram grande parte dos empreendimentos marítimos, pois com o aumento do comércio, poderiam também aumentar a arrecadação de impostos para os seus reinos. Mais dinheiro significaria mais poder para os réis absolutistas da época. Mas outros factores tiveram também bastante importância: a necessidade de expandir o território português; a experiência que os marinheiros possuíam devido à longa costa atlântica e aos bons portos portugueses; os instrumentos náuticos conhecidos na altura pelos portugueses: a bússola, o astrolábio, o portulano, o quadrante e a balestilha; e o avanço que a construção naval portuguesa teve sobre a dos restantes países ao desenvolver a caravela e as naus, mais resistentes para viagens longas e para as condições do mar que ainda eram desconhecidas. Portugal contou ainda com uma quantidade significativa de investimentos de capital vindos da burguesia e também da nobreza, interessadas nos lucros que este negócio poderia gerar.

Additional Hints (Decrypt)

VP1

Decryption Key

A|B|C|D|E|F|G|H|I|J|K|L|M
-------------------------
N|O|P|Q|R|S|T|U|V|W|X|Y|Z

(letter above equals below, and vice versa)



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