VILA VIÇOSA, 2020
Neste “Vale Viçoso”, ocupado em tempos por romanos e mouros, impera há muitos séculos a monumentalidade de uma terra com um rico e invejável património histórico, cultural e natural.
D. Afonso III outorgou-lhe o primeiro foral em 1270 e posteriormente a vila foi doada a D. Nuno Álvares Pereira.
No reinado de D. Manuel I, a vila passou a pertencer à Casa de Bragança e aqui nasceu a quarta dinastia de Portugal.
Pátria de gente ilustre, Vila Viçosa cativa pela abundância e multiplicidade de elementos que das igrejas aos conventos, da cultura à arte, do artesanato à gastronomia deleitam quem por aqui passa.
A tradicional paisagem alentejana manifesta, por estas bandas, outras cores e texturas. Aqui, o mármore é presença constante, marcando há séculos o quotidiano da população local e constituindo-se como o principal motor da economia.
Visitar Vila Viçosa é sinónimo de uma estada tranquila, tocada por saberes e sabores únicos e inesquecíveis.
No regresso, a alma vai cheia. Na memória fica a simpatia e hospitalidade das gentes e o perfume inesquecível das muitas laranjeiras que fazem da ampla praça central da vila uma das imagens de marca desta terra
In: Guia de Turismo 2017, Março 2017
BENCATEL - ALDEIA BRANCA DO MÁRMORE
O seu nome é de origem romana "Ben-catel", que significa "filho do matador".Primitivo curado do termo de Vila Viçosa, constituído em data incerta do séc. XVII, o templete original, situado na herdade da Cabeça do macho, nome que se mudou para Santa Ana, pela dedicação sagrada, era uma pequena hermita de traça rural. Este edifício ainda existia no ano de 1758, mas tendo progredido acentuadamente a população da aldeia de Bencatel, neste período, houve necessidade espiritual de transferir a sede de freguesia para o aglomerado, o que fez com que a criação da nova Igreja fundada 1763, com licença do Conde das Galveias, a qual ofereceu para culto público uma imagem sua particular, de Nossa senhora do Alcance que em homenagem passou a ser Orago da nova casa de Deus, embora persistisse santa Ana como titular e padroeira da freguesia. Com a sagração do templo em 1770, procedeu-se à demolição do antigo, que ficara totalmente desadornado. Arrancaram em 1950, algumas sepulturas antigas, de mármore, epigrafadas e provavelmente recolhidas do edifício anterior.Em 1815 inaugurou-se o cemitério público da aldeia. Na fase sul do mesmo terreiro fica a casa paroquial, também edificada a expensas do fundador, segundo requerimento de 1771.Em 1860 foi criada uma escola pública para meninos. A grande riqueza da freguesia, noutros tempos, estava nos lençóis de água, sendo o principal o da lagoa, cujas águas formavam uma ribeira que ia desaguar no Lucifecit. Nas margens desta ribeira chegaram a funcionar 19 azenhas para moer farinha, e nos quintais e hortejos, criavam-se frutas e hortaliças.As principais actividades económicas são Extracção e transformação de mármore, agricultura e comércio.
In: www.jfbencatel.pt
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