O Maníaco da Foice e o Lobisomem
Em 1977 um bandido apelidado de Paraibinha tocou o terror em Campo Largo. Assaltava nas estradas rurais e matava suas vítimas com uma foice. Um dia entrou numa casa, roubou a família e matou todos os seus membros, menos Paulo, o filho mais novo que tinha 13 anos de idade e permaneceu escondido num armário do porão. O jovem, então, jurou vingança. O curioso, porém, é que ele tinha fama de virar lobisomem. E teria sido justamente numa sexta-feira de Lua cheia que o serial killer foi morto numa estrada rural. Ele foi golpeado com sua própria foice nas pernas, nos troncos e nos braços.
Seu corpo foi mumificado e exposto no Museu do Instituto Médico Legal, que desde 1975 era aqui no subsolo do Instituto.

Com função educativa para estudantes de Ciências Biológicas e criminais. São expostos crânios, fotos de pessoas mortas e estraçalhadas e fetos com má formação conservados em formol.
O acervo conta histórias de assassinos em série, psicopatas, magia negra, suicídio e até de um ladrão com fixação por calcinhas.
Narra histórias macabras. Desde pessoas que introduziram objetos nas partes íntimas e morreram, um doente psiquiátrico que martelou um prego na própria cabeça, até a má sorte de um homem que foi beber água em uma bica e engoliu uma cobra coral.
O museu hoje fica em outro local, na nova sede do IML, no bairro Tarumã.
Este é um cache bônus para quem concluiu o Lendas Urbanas de Curitiba.
As coordenadas, dica e até spoiler para encontrar o recipiente físico estarão nos registros do diário deste Adventure Lab Cache.