Rui de Pina , foi um Cronista e Diplomata português
Nasceu em 1440 na Guarda; Faleceu em 1522, em Lisboa (82 anos)
Ao serviço de D. João II, foi incumbido de várias missões diplomáticas, entre as quais, ao Vaticano, destaca-se a representação dos interesses portugueses em Barcelona, após a viagem de circun-navegação de Colombo, procurando delimitar, em ativas queprenunciavam já o Tratado de Tordesilhas, os domínios especializados a Portugal e suporte a Espanha.
Foi nomeado o nono cronista-mor do reino, guarda-mor da Torre do Tombo e da livraria régia por D, Manuel em 1497, cargo que ocupou até à sua morte em 1522. A atividade cronística desenvolvida-se pelo menos desde 1490, data em que D. João II lhe atribui uma tença para " escrever e assentar os feitos famosos asy nossos como de nossos Reynos ."
É por vezes acusado de se ter aproveitado de algumas crónicas desaparecidas de Fernão Lopes.
Mas, de todas as polémicas que envolveram a sua extensa obra, desde o seu mérito como historiador, cuja voz suportou fundamentalmente uma versão oficial dos acontecimentos históricos, até aos problemas que decorrem da estrutura e fontes das suas crónicas, apenas se depreende que a obra de Rui de Pina ainda não mereceu um estudo exaustivo que contemple também o estudo estílistico comparativo das suas crónicas e dos textos dos autores de quem é pretenso plagiário ou recompilador.
Escreveu como crónicas de vários Reis, adoptando um ponto de vista que axalta os seu feito.
Crónicas de D, Sancho I; D. Afonso II; D. Sancho II; D. Afonso III; D, Dinis; D. Afonso IV; D. Duarte; D, Afonso V e D, João II.
Fonte: Wikipédia