Skip to content

O Ninho Traditional Cache

This cache is temporarily unavailable.

Bitaro: Olá Jucal,

Pelo teor dos últimos registos, parece necessária a intervenção do dono da cache para verificar o estado da mesma.
Até lá, ficará desativada.

Por favor leia atentamente as Linhas de Orientação que regulam a manutenção das geocaches.

Como Dono da cache, tem ao dispor algumas soluções possíveis:

  1. Efetuar a manutenção necessária e reativar a geocache, dentro do prazo estabelecido pelas Linhas de Orientação
  2. Colocar uma nota na geocache com o plano de manutenção, caso esta não possa ocorrer num curto espaço de tempo. Nessa nota deve constar:
    • o prazo em que pretende efetuar a manutenção,
    • o argumento pelo qual o prazo indicado abaixo terá de ser ultrapassado para que fique novamente ativa;
  3. Caso não consiga assegurar a manutenção da mesma, pode considerar o processo de adopção por um geocacher local;
  4. Arquivar a geocache se não tiver disponibilidade para assegurar o estado pleno da mesma. Por favor, tenha em consideração que nesta opção é necessário remover a geocache ou os conteúdos da mesma para evitar que se tornem lixo (*geolitter*).

Assim, caso não seja feita manutenção ou indicado um motivo válido pelo qual a geocache deva estar desativada além do tempo previsto pelas Linhas de Orientação, a mesma será arquivada num prazo de 60 dias.

Obrigado pela colaboração
Bitaro
Community Volunteer Reviewer

Centro de Ajuda
Linhas Orientação

More
Hidden : 11/08/2022
Difficulty:
1 out of 5
Terrain:
2 out of 5

Size: Size:   small (small)

Join now to view geocache location details. It's free!

Watch

How Geocaching Works

Please note Use of geocaching.com services is subject to the terms and conditions in our disclaimer.

Geocache Description:


A cache:

O container contém o habitual logbook, não tem material de escrita.
Façam os possiveis para serem discretos, e nao estragar nada,  assim como colocar a cache tal como  a encontraram de forma a manter a sua longevidade. N
ão publiquem fotos do container pfv

 

Lenda Rio Âncora

 

No tempo em que ainda não havia nome de Portugal, a Rainha desta terra, que ia desde a Galiza até Gaia, tomou-se de namoros com um fidalgo marroquino. Chamava-se a Rainha D. Urraca e o mouro Alboazar.

Bem ela afirmava o seu amor ao Rei D. Ramiro, mas o coração fugia-lhe para longe. Um dia a renegada, perdida de amores, fugiu com o marroquino para um castelo em Gaia. Julgava-se ali segura e feliz! 

 O pobre Rei D. Ramiro viu-se sem esposa e sem honra! Tal ultraje e afronta não podia ficar assim. Temia envolver numa guerra todo o seu exército, aquando a traidora fugisse para mais longe. Por isso resolveu tomar outras medidas. Vestiu-se de pobre mendigo, e embarcou numa pequena barca, que foi descendo pela costa até entrar pelo rio dentro. Aí informou-se da presença da mulher. Era verdade! Eles estavam naquele castelo, em descurada vigilância, entregues à paixão. 

  Assim, numa noite de breu, roubou a esposa enquanto todos dormiam. Correndo para um navio que ali estava atracado, subiu pelo mar até um lugar chamado de Gontinhães, na foz de um pequeno rio, onde atracou para descansar. Aqui chegado, contou aos seus fidalgos e aos seus filhos a traição da rainha, pedindo-lhes ajuda para dar a melhor justiça, a tão vil ato de sua mulher. Todos ouviram com muita tristeza a tamanha maldade daquela mulher. O Infante D. Ordonho, com as lágrimas pelos olhos, disse para seu pai. 

   - Senhor, a mim não cabe falar, porque é minha mãe! Não digo senão que olheis pela vossa honra! Mais ninguém ousou dizer alguma coisa ao Rei. Como era noite, foram todos descansar, deixando a rainha presa, junto com as mulheres que estavam com ela. No dia seguinte foram dizer ao Rei que a Rainha estava a chorar. Logo o Rei disse: 

   - Vamos vê-la! 

 Foram todos os seus conselheiros com ele. Quando chegaram junto dela, perguntou-lhe o rei: 

  - Porque é que chorais? 

 - Porque mataste Alboazar, que era muito melhor do que tu! 

 Todos ficaram horrorizados com semelhante afronta! O Infante, não querendo acreditar no que ouvira, só teve tempo para dizer: 

  - Isto é obra do diabo! Meu pai, o que fareis com ela? Ela ainda vai fugir novamente! 

  - Então o Rei amarrou a esposa traidora a uma âncora e lançou-a ao mar!

  - Orgulhoso, não a deixou nas mãos do inimigo, mas, ofendido na sua honra, também a não quis para si. 

  - Abandonando D. Urraca no fundo do mar presa à âncora, regressou D. Ramiro ao seu castelo. 

  - A partir daquele dia, o rio onde tal sucedeu passou-se a chamar Âncora!

 

Additional Hints (No hints available.)