
Igreja do Bom Jesus de Matosinhos
A Igreja do Bom Jesus de Matosinhos, também referida como Igreja Matriz de Matosinhos e Igreja do Salvador, localiza-se na cidade e município de Matosinhos, distrito do Porto
Para realizar a inscrição da sua filha ou do seu filho na catequese a Paróquia de Matosinhos disponibiliza duas modalidades. Na forma presencial ou utilizando uma aplicação disponibilizada on-line. Neste caso deve dirigir-se ao Cartório Paroquial nos horários de funcionamento (consultar em https://paroquiadematosinhos.pt/cartorio-paroquial/). Para realizar a inscrição em regime on-line deve aceder à aplicação “A PARÓQUIA – Versão Web-based” através do link: https://www.aparoquia.com/aparoquia/index.php.
Constitui destino de peregrinação, lugar de romaria e festas em honra do Senhor de Matosinhos.
Encontra-se classificada como Imóvel de Interesse Público desde 1982.[1
Historial:
Verdadeiramente impressionante de obras, quer como escultor, quer como arquitecto, tal acabou por prejudicar muitas das vezes a qualidade dos seus trabalhos ou, como aconteceu em Matosinhos, a sua demorada execução. Tendo morrido em 1580 foi, no entanto, dos três escultores franceses do Renascimento português, aquele que deixou discípulos e continuadores. Entre estes viria a destacar-se Tomé Velho a quem, de resto, se associa para terminar a Igreja de Matosinhos.

Nos primeiros documentos relativos à edificação da nova igreja fala-se ainda de “reconstrução” da igreja de Bouças. É pois bem possível que, num primeiro momento, fosse essa a ideia da Universidade de Coimbra. Contudo, depois que, em Julho de 1560, o Reitor envia João de Ruão a Matosinhos para este analisar o “chão em que se havia de fazer a egreja”, a opção pela construção de um novo templo parece ser definitiva. De facto a partir de então os documentos deixam de se referir à reconstrução e/ou obras na igreja de Bouças. O estado de ruína daquela devia ser de tal forma significativo e o apogeu do lugar de Matosinhos de tal forma evidente que não terá restado qualquer dúvida sobre a utilidade de uma nova construção, bem mais próxima de Matosinhos.
Não obstante a sua ruína e decadência, o peso histórico, as tradições e as ligações a Bouças eram ainda fortes. Tal como a veneração ao seu Bom Jesus. Vários indícios o comprovam. O empenhamento demonstrado pelo rei nas obras é um bom exemplo.

Já no ano anterior, 1559, o monarca mandava que o corregedor da comarca do Porto e todas as autoridades dessem a João de Ruão, sempre que este o solicitasse, “oficiais, servidores, barcas, navios, carros e tudo o necessário para as obras na igreja do Salvador de Bouças”. E, na mesma altura que João de Ruão se desloca a Matosinhos, a Universidade de Coimbra, muito segura de uma resposta afirmativa, solicita ao rei que seja permitido pescar nos dias santos para ajuda da obra.
Mas um facto parece comprovar de forma significativa a importância, pelo menos simbólica e tradicional, que Bouças ainda possuía: o sítio escolhido para a construção da nova igreja. De facto, embora ela não seja construída em Bouças, também não o foi claramente em Matosinhos, optando-se por um lugar que na época era ermo e equidistante entre os dois locai

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