
- Igreja do Senhor Bom Jesus de Matosinhos — templo de arquitetura barroca setecentista, da autoria de Nicolau Nasoni.
- Padrão do Bom Jesus de Matosinhos — padrão setecentista constituído por um cruzeiro de granito é monumento nacional.
- Mosteiro de Leça do Balio — monumento nacional reconstruído no século XIV. O mosteiro possui uma igreja gótica que conserva elementos românicos.
- Cruzeiro manuelino — monumento nacional localizado em Leça do Balio construído em pedra de Ançã.
- Ponte de Carro — Ponte medieval classificada como Imóvel de Interesse Público.

- complexo fabril romano de salga e transformação de pescado — monumento nacional constituído por 23 tanques cavados nos penedos da praia de Angeiras, que servia durante a época romana para a salga de peixe e preparação de garum.
- Obelisco da Praia da Memória — comemorativo do desembarque das forças liberais de D. Pedro IV
- Casa do Mar e Tanques Romanos — Núcleo museológico etnográfico de pesca artesanal, na praia de Angeiras.
Matosinhos é uma terra recente para os padrões
portugueses,sendo portanto influenciada pela cidade do Porto. Incorpora tradições piscatórias do litoral Norte, em específico da comunidade piscatória da Póvoa de Varzim e Vila do Conde, as mais fortes na cidade, mas também tradições rurais das terras da Maia. A principal festa em Matosinhos é o Senhor de Matosinhos, cuja origem está numa antiga lenda em que a Imagem de Jesus Crucificado (obra de Nicodemus), aqui terá aparecido junto ao mar, onde existe uma Capela-Memorial. A imagem do Senhor é venerada no famoso Santuário do Senhor de Matosinhos (obra-prima de Nicolau Nasoni).
Outra lenda muitíssimo antiga, localiza aqui o milagre das vieiras (conchas), atribuído a Santiago-Maior.

Personalidades
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O Obelisco da Praia da Memória, também referido como Obelisco da Memória, Padrão Comemorativo da Memória ou Monumento do Mindelo, é um obelisco localizado na atual freguesia de Perafita, Lavra e Santa Cruz do Bispo, no Município de Matosinhos, em Portugal.[1] Foi construído em memória do desembarque de 8 de julho de 1832, ocorrido na praia junto a Arnosa do Pampelido.[2]
O desembarque foi o da esquadra comandada por D. Pedro IV composta por um exército de 7500 homens, com o intuito de instaurar no país um regime moderno e liberal. A escolha do local apanhou de surpresa o exército absolutista uma vez que este esperava um ataque a Lisboa, pelo que a defesa do Norte tinha sido desguarnecida. Após o desembarque o chamado “Exército Libertador” seguiu para o Porto onde entrou sem problemas no dia 9 de julho, e onde resistiu heroicamente durante um ano durante o “Cerco do Porto”.[2]

A assinalar o local do desembarque foi erguido, por subscrição pública, um obelisco destinado a lembrar este acontecimento. O lançamento da primeira pedra foi em 1 de dezembro de 1840, no dia em que se comemoravam 200 anos da restauração da independência portuguesa. Só 24 anos depois ficou concluído o monumento, tendo sido proposta a sua classificação como monumento nacional em 1880.[2]
O obelisco.é.construído.em.granito e.inclui.referências à.data do desembarque em duas coroas metálicas colocadas no topo. Os quatro painéis calcários na base referem a iniciativa da construção do monumento, os nomes de alguns dos comandantes do “Exército Libertador” e a proclamação que D. Pedro IV fez aos soldados antes do desembarque.[2]
O obelisco foi restaurado em 2001 por iniciativa da Câmara Municipal de Matosinhos.[2]

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