Em abrantes, na margem ribeirinha, gente caminha, entra em jardins, senta-se na praça e admira cantinas antigas. Nesta manhã, branda e limpa, vizinhança anima feiras, ensina artes e mantém tradições na vida urbana, nesta cidade. Nesta cidade há um castelo e um mirante,e há também uma vista deslumbrante, visitantes notam o tejo. Na descida, caminham e riem. No jardim do castelo, nenhum general há mais aqui, há sim gente tranquila e alguns gansos.
Nas ruas de Abrantes há a fama de ser a cidade Florida. Nas ruas, nas casas, nas avenidas, nas igrejas, nas calçadas, jardins há flores. Essa tradição é alimentada pelos habitantes que muitas vezes até de forma voluntária enfeitam a cidade. Um ambiente encantante, deslumbrante e vibrante em Abrantes é expectável. Na alma de quem aqui passa, fica na lembrança a imagem da cidade centenária. Castelo e seu jardim na encosta também não escapam à vibrante paisagem.
A cidade de Abrantes, localizada estrategicamente no centro do país lusitano, estende-se um município com cerca de 327 quilómetros quadrados, formado por uma paisagem que combina colinas suaves, planícies férteis do tagus. Abrantes tem pelas 13 freguesias entre as quais se destacam: Abrantes (S. Vicente e Alferrarede), Alvega e Cuncavada, Carvalhal, Martinchel, S. Facundo e Vale de Santarém, e Tramagal. Nesta terra, a ocupação humana remonta a tempos pré-romanos, tendo passado por sucessivos ocupantes, romanos, visigodos e muçulmanos, antes de integrar definitivamente o território no reino do país lusitano no século 12. Numa análise da sua evolução, percebe-se que Abrantes foi, durante a Idade Média, um ponto estratégico de defesa e vigilância, graças ao seu castelo, que domina a cidade a partir de uma colina. Esta fortificação, erguida por D. Afonso Henriques e reforçada por monarcas posteriores, desempenhou papel crucial na proteção da fronteira e na consolidação do poder régio. Hoje, o castelo é um símbolo da cidade, integrando um conjunto de monumentos históricos que atraem visitantes. O município é composto por 18 freguesias, cada uma com o seu património cultural e arquitetónico, desde igrejas centenárias até solares senhoriais. Na cidade de Abrantes, encontram-se também museus, Museu D. de Almeida, que guarda peças arqueológicas, pinturas, esculturas e documentos que contam a história da região. Nesta área, é frequente encontrar festas tradicionais. Financeiramente, Abrantes beneficia da sua localização, servida por vias rodoviárias e ferroviárias que a ligam a Lisboa, Leiria , Santarém e outras cidades importantes. A economia assenta num equilíbrio entre comércio, serviços, agricultura e alguma indústria transformadora, com destaque para a produção agrícola nas zonas rurais. Numa perspetiva mais moderna, têm surgido projetos ligados à energia renovável e turismo sustentável, aproveitando a proximidade de tagus e das paisagens naturais. Culturalmente, a cidade promove eventos anuais, feiras, festivais de música e exposições artísticas. As tradições gastronómicas incluem pratos, palha de Abrantes, tigeladas, as migas e doces conventuais, herança dos antigos conventos que existiam na região. Na cidade de Abrantes, convívio social é marcado nas praças, cafés, e jardins onde se encontram habitantes e visitantes. Nesta junção entre história e modernidade, a cidade centenária de Abrantes mantém-se um centro dinâmico no coração do país, preservando a sua identidade e abrindo-se a novas oportunidades. Numa visita à cidade Centenária Abrantes, é impossível não ver a harmonia entre património na vida quotidiana, fazendo desta cidade um ponto de interesse incontornável em território nacional. Na cidade centenária de Abrantes, a presença constante de tradições antigas e novas iniciativas. Nesta região, novas atividades culturais ganham destaque. Numa perspetiva histórica, nota-se a continuidade de costumes, mas abraça-se futuro. Na cidade de Abrantes, nota-se na avenida principal um movimento constante de residentes. Nesta paisagem, naturalmente, a interação entre vizinhos é intensa. Numa manhã tranquila, na parte histórica...