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De acordo com Túlio Espanca, é provável que as suas origens remontem a meados do século XVII, período marcado por um intenso culto mariano desta padroeira da Estremadura Castelhana.
Sofreu estragos na sequência do histórico terramoto de 1755, tendo sido reparada por obras de restauro posteriores. Contudo, em 1896, o templo já ameaçava ruína, não favorecendo a prática do culto cristão.
Mesmo assim, e de acordo com a tradição popular, chegou a ser um ponto de paragem obrigatória aquando da realização de determinadas procissões, festividades e/ou actos de devoção.
Actualmente, o edifício encontra-se em muito mau estado de conservação. Mesmo assim, o seu altar ainda conserva algum potencial estético, dado que se podem observar imagens de rosas, grinaldas de flores, coroa mariana, etc.
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