
Solar dos Duques ou Quinta do Silveiro
Silveiro



HISTÓRIA:
Pouco ou nada se sabe sobre esta Quinta, Brasão ou Famílias...
"Sobre a Quinta do Silveiro, os dados históricos disponíveis apontam para a possibilidade, muito verosímil, de a mesma ter sido adquirida por José Ferreira Pinto Basto (a quem o rei D. João VI concedera carta de armas em 2 de Setembro de 1818), ao último descendente do seu fundador original, tendo este deixado a sua pedra de armas na propriedade; e a ser assim as armas gravadas na dita peça, uma cartela decorativa esquartelada, com quatro quartéis ou brasões que revela, pelo nível escultórico, datar de cerca de 1750, sobrepondo-a uma coroa, ou coronel de nobreza, já mutilado, traduzem uma situação de heráldica assumida, cuja titularidade é regulada pela via do direito civil em favor dos actuais titulares da propriedade do imóvel."
"Interessa recordar que na referida Quinta do Silveiro viveu e morreu Augusto Valério Ferreira Pinto Basto, filho de José Ferreira Pinto Basto, e que foi presidente da câmara municipal de Oliveira do Bairro (1856/1857; 1862/1863 e 1868/1869), tem aí nascido os seus filhos Henrique Ferreira Pinto Basto, que tal como o seu pai também foi presidente da câmara municipal de Oliveira do Bairro (1882/1883) e Gustavo Ferreira Pinto Basto, que foi presidente da câmara municipal de Aveiro."
"Augusto Ferreira Pinto Baslo foi o primeiro administrador da empresa, de 1824 a 1828, tendo a fábrica da Vista Alegre sido fundada por seu pai, José Ferreira Pinto Basto, contratador geral dos tabacos do Reino e a quem D. João VI concederá carta de armas a 2 de Setembro de 1818. Tudo leva a crer que a Quinta do Silveiro terá sido comprada por Augusto Pinto Basto, no final do reinado de D. João VI, ao último descendente do seu fundador original, tendo este deixado a sua pedra de armas na primitiva casa.
Na verdade, a pedra de armas da Quinta do SiÌveiro, sendo uma cartela decorativa esquartelada (com quatro quartéis ou brasões) revela, pelo nível escultórico, datar de cerca de 1750, sobrepondo-a uma coroa ou coronel de nobreza, já mutilado, que tanta gente confunde com a coroa de marquês ou conde e era atribuída a alguns nobres que provavam ter várias gerações de nobreza. Rodeiam estas armas flores e frutos, bem ao gosto do estilo "rocaille" que em Portugal, foi introduzido no início do reinado de D. José I. Os Pinto Basto terão adquirido a Quinta com a decadência das velhas famílias nobres que rejeitavam jurar a constituição e não aceitavam a Monarquia Liberal."
"Ao que parece não apareceu alguém que pudesse prestar esclarecimentos que contribuíssem para se fazer luz sobre a origem, ou a razão de ser, ou ainda apresentar o titular a quem o Brasão do Silveiro terá pertencido, e que continua a exibir-se na casa que pertenceu, mais tarde ao meu bisavô, Augusto Valério Ferreira Pinto Basto."
"Tudo isto leva-me à conclusão que a quinta do Silveiro pertenceu a uma Família que teve bastantes terras na região, durante o fim do Antigo Regime e ter-se-ão mantido fiéis ao regime absolutista. Daí a sua decadência e daí terem começado a vender os seus bens em 1834. Augusto Pinto Basto era já senhor dela em 1838, tendo-se mantido a pedra de armas do anterior proprietário.(...) "in blog, "falemos sinceramente", 12.01.2012

Multi-Cache:
Ponto 1:
Na placa de informação estão representadas quatro espécies de aves:
- Cegonha, Corvo-marinho, Guarda-rios e Pato Real : N 40° 32.013′ W 8° 30.337′
- Guarda-rios, Cegonha branca, Garça-real e Garça-branca pequena : N 40° 32.151′ W 8° 30.369′
- Cegonha branca, Corvo-marinho, Guarda-rios e Garça-real : N 40° 32.087′ W 8° 30.410′
Ponto 2:
Neste ponto encontras:
- Um caminho agrícola: N 40° 32.087′ W 8° 30.410′
- Uma casa antiga com uma bonita arquitetura: N 40° 32.173′ W 8° 30.229′
- Arrozais: N 40° 32.058′ W 8° 30.359′
Ponto Final
A cache:
Trata-se de um container simples, com logbook e sem material de escrita.
Peço que sejam discretos e que deixem tudo como gostariam de ter encontrado.
A longevidade desta cache depende disso.
Obrigada!