O mapa antigo que o Tiago encontrara no sótão do avô não prometia ouro, mas sim um mistério guardado numa ilha esquecida pelo tempo. Acompanhado pela sua irmã mais velha, a Sara, e pelo seu fiel cão Farofa, o jovem partiu num pequeno barco a motor em direção à Ilha da Bruma, um pedaço de terra densa e selvagem mesmo ao largo da costa algarvia. Quando o barco finalmente raspou na areia grossa de uma praia deserta, os três desembarcaram com o coração a bater acelerado, prontos para explorar o desconhecido.
A caminhada começou por uma densa vegetação que parecia fechar-se atrás deles à medida que avançavam. Sem grandes rodeios ou armadilhas misteriosas, seguiram um trilho antigo que os conduziu diretamente até à base de uma imponente falésia de rocha escura. Lá no alto, três pinheiros mansos destacavam-se contra o céu azul e, logo abaixo deles, uma abertura camuflada por heras grossas revelava a entrada de uma grande gruta. Afastando as folhas com as mãos, o grupo entrou sem hesitar, ligando as lanternas para iluminar o caminho de pedra.
O interior da ilha era um sistema simples de túneis formados por antiga atividade vulcânica. O chão era firme e, guiados pelo som suave de água a correr, o Tiago, a Sara e o Farofa avançaram sem se perderem. O túnel principal desembocou, pouco depois, numa gigantesca gruta subterrânea que os deixou completamente sem fôlego. O teto estava coberto por milhares de pirilampos azuis que iluminavam o espaço com uma luz suave e mágica, refletindo-se num lago de águas cristalinas no centro da caverna.
No meio desse lago, sobre uma plataforma de pedra, repousava o verdadeiro tesouro da ilha: uma colossal geode de ametista e quartzo rosa, que brilhava intensamente sob a luz dos pirilampos. Junto a ela, o Tiago encontrou um velho diário de bordo escrito pelo seu próprio avô anos antes. Ao folhear as páginas amareladas, leram que o verdadeiro valor daquele lugar não estava no ouro, mas sim na beleza natural e no segredo de uma ilha intocada pelo homem. Satisfeitos e de alma cheia, os dois irmãos e o cão iniciaram o caminho de regresso ao barco, guardando aquela incrível viagem na memória para sempre.
A cache:
Para chegar á cache há duas maneiras de o fazer
1º Ir de barco e atracar na ilha
2 º Seguir pelo waipoint e nele virar em direção á ilha esta opção só é possivel na maré baixa e mesmo assim pode ter que se molhar.
Levem material de escrita pois a cache não contém material de escrita.
Logs que estejam na plataforma e nao no loogbok serao apagados sem aviso prévio.