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Tongobriga Roman City

A cache by kidloco Send Message to Owner Message this owner
Hidden : 6/29/2007
Difficulty:
2 out of 5
Terrain:
2 out of 5

Size: Size: small (small)

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Geocache Description:


[PT] Sejam bem vindos a Tongobriga Cidade Romana, estão prestes a embarcar numa viagem no tempo com destino à época do Império Romano. Está na altura de vestirem as togas e partir à descoberta.

Vão ter a oportunidade de ver ao vivo como era uma cidade romana, o seu majestoso forum, as sempre surpreendentes termas, os templos, o teatro, a necrópole, as vivendas, mas também vão ver o que resta de um castro da idade do ferro, um balneário castrense, sem esquecer a linda aldeia do Freixo, com o solar da família Serpa Pinto logo à entrada e a sua formosa igreja, em cujas fundações foram descobertos vestígios de um templo dos inícios do cristianismo na península ibérica.

A dimensão das ruínas é grande e apenas uma pequena parte foi escavada, os trabalhos de escavação estão a decorrer em continuo com equipas de arqueólogos portugueses e estrangeiros e se tiverem sorte, como eu, vão poder assistir à descoberta de algo novo e surpreendente.

Quando quiserem tomar algo vão descobrir o mais surpreendente café, com a sua esplanada alteada por estar sob as ruínas de uma habitação romana, que podem observar enquanto relaxam.

[EN] Welcome to Tongobriga Roman City, you are about to embark on a journey throught time that will take you to the period of the Roman Empire. Its time for you to put on your toga and start the discovery.

You'll have the oportunity to see how a roman city used to be, its majestic Forum, the always surprising thermae, the temples, the theatre, the necropolis, the villas, but also whats left of an iron age castro and an iron age balnearium and, lets not forget the lovely village of Freixo, with the Serpa Pinto manor on its entrance, its beautifull church in which foundations where discovered vestiges of an early temple from the beginnings of christianity in the iberia peninsula.

The dimension of the ruins is big and just a small part of it has been excavated, the excavation works are still going on with teams of portuguese and foreigner archeologists and if you are lucky, like i was, you might witness the discovery of something new and surprising.

If you feel that you might want something to drink or eat head out to the small and surprising coffee shop with its heightened esplanade because ist above a roman ruin that you can see while relaxing.

[PT] Tongobriga

Em 1882, na borda de um poço da aldeia do Freixo, foi recolhido um bloco granítico paralelepipédico. actualmente no Museu da Sociedade Martins Sarmento, Guimarães, onde se lê:

[G]ENIO / [T]ONCOBR / CENSIV[M] / [FL]AVIUS

V(otum). S(olvit). A(nimo)

Esta referência a Tongobriga aponta para a existência de uma povoação, situando-se num ponto alto.

Ptolemeu (2,6,38-48) cita a cidade de Tuntobriga, situando-a entre Douro e Minho, integrada no território dos Callaeci Bracari. Das interpretações apontadas por diversos autores, optou-se pelo nome Tongobriga, e identificamos esta cidade com o actual lugar do Freixo, onde as evidências arqueológicas confirmam a propriedade da inscrição encontrada em 1882.

A urbe Tongobriga começou a ser escavada em Agosto de 1980, num sitio chamado "capela dos mouros", designação dada pela população local à pequena parte então visível das ruínas romanas.

Algumas referências bibliográficas apontavam para a existência de vestígios arqueológicos geralmente identificados com um "castro". Ao longo destes anos de investigação tem sido possível descobrir outros que permitem ampliar a perspectiva deste sítio.

A estrutura castrejo-romana criada em Tongobriga, possivelmente com Augusto, amadureceu politica, administrativa e economicamente, resultando daí a instalação de uma cidade como consequência da estratégia flaviana de ordenamento da Tarraconense.

A escavação permite dizer que no final do séc. I d.C., e ainda no séc. II, surge Tongobriga como organismo sócio-económico que concentra não só elementos residenciais, mas também uma produção artesanal e actividades sistemáticas de troca que justificaram a construção do forum. Podemos pensar que surgiu também nessa época como centro estruturado do poder, civitas, com natural preponderância sobre a região envolvente e o seu territorium.

O forum de Tongobriga salienta-se pelas suas dimensões (área de 9 521 m2), englobando os espaços comerciais e religiosos. Construído no inicio do séc. II d.C., tinha no lado sul uma plataforma a que se tinha acesso por escadas, onde estavam as lojas, protegidas pelo telhado de duas águas, suportado por uma colunata em granito, que cobria todo esse lado do forum. No lado norte, apresentava-se uma rua com 7 metros de largura, onde se destacavam duas absides, que terminava numa escadaria próxima das termas. No lado poente, situava-se o templo. No lado nascente, o forum era limitado por um edifício cuja função é ainda duvidosa (eventualmente, a basílica), tal o estado de ruína em que foi encontrado.

Para construírem em Tongobriga as termas no final do séc. I d.C., de acordo com um projecto similar, entre outros, aos de Pompeia, Conimbriga e Ostia, os romanos desactivaram um balneário castrejo, vulgarmente conhecido como Pedra Formosa, aqui totalmente esculpido no afloramento granítico.

A construção das termas no final do séc. I, do forum na primeira metade do séc. II, e demais edifícios públicos identificados, corresponde ao objectivo de dotar este centro urbano de equipamentos colectivos que, pela sua monumentalidade e riqueza arquitectónica, impusessem Tongobriga como centro de atracção e decisão.

Esta cidade, cujo auge identificamos na segunda metade do séc. II, integrava certamente uma politica de ordenamento da Tarraconense, particularmente para o Noroeste Peninsular e Norte da Meseta. Tongobriga ocupava cerca de 50 hectares. Em comparação com outras cidades romanas, esse espaço permite considerá-la de médias dimensões. As áreas habitacionais ocupavam cerca de 7 hectares, o que indicia uma população de 2500 pessoas.

Em Tongobriga identificou-se uma necrópole, "fora de portas", a sul, junto da estrada. Já aqui tinham sido encontradas peças cerâmicas no final do século XIX aquando da abertura de um caminho.

As sepulturas escavadas em Tongobriga desde 1980 mostram a predominância do rito da incineração. Neste cemitério, os romanos abriam valas no afloramento granítico com cerca de 1,5 m de comprimento, 0,5 m de largura e 0,6 m de profundidade, onde depositavam as cinzas do corpo, as peças cerâmicas e moedas. Depois, cobriam a sepultura com lajes de granito e terra.

No território de Tongobriga, marcado pela serra do Marão e pelos rios Tâmega e Douro, são abundantes os vestígios arqueológicos romanos, dos quais identificou-se 125 sítios, o que comprova a intensa ocupação desta região favorecida pela circulação que as vias proporcionavam e pela navegabilidade dos rios Douro e Tâmega.

No séc. V, Tongobriga está documentada como paróquia suévica, após o que se perde no tempo. Hoje é uma pequena aldeia, estrutura residual organizada em volta da igreja paroquial que poderá estar sobre a primitiva igreja cristã.

Actualmente, estão classificados como Monumento Nacional cerca de 50 hectares, espaço designado por Estação Arqueológica de Freixo. O IPPAR, a que o monumento está afecto, criou aqui um Gabinete responsável pela sua investigação, conservação, gestão e divulgação.

[EN] Tongobriga

In 1882, on the edge of a well in the village of Freixo, a granite block with the shape of a parallelepipe was collected (it is now at Martins Sarmento Museum, in Guimarães) and on its surface the following can be read:

[G]ENIO / [T]ONCOBR / CENSIV[M] / [FL]AVIUS

V(otum). S(olvit). A(nimo)

The name Toncobriga refers to a settlement located in a high place.

Ptolemy (2,6,38-48) mentions the town of Tuntobriga, as being located in the area between the rivers Douro and Minho, within the territory of the Callaeci Bracari. Among all interpretations made by several authors, we chose the name Tongobriga and we believe this town is the present village of Freixo, where all the archaelogical vestiges corroborate the content of the inscriptions found in 1882.

The town Tongobriga started being excavated in August 1980 in the place called The Chapel of the Moors, name given by the locals to the small part of the ruins which could be seen by then.

Some bibliographical references mention the existence of archaelogical vestiges usually identified a an "iron age settlement". Over these years of investigations it has been possible to find out others which allow a wider chronological analysis of the site.

The iron age settlement structure established in Tongobriga, probably by Augustus, went through a process of political, administrative and economical evolution and, as a result of that, a town was founded following the Flavian strategy to organise the Tarraconensis.

The excavations shows that by the end of the first century B.C. and still in the second century, Tongobriga emerges as a social-economical organisation which gathers together not only residential elements but also a domestic kind of industry and regular trade activities, all of which would be reason enough for the building of the Forum. We think that it was also by that time that Tongobriga came to existence as a structured centre of power. Civitas, with a natural preponderance over the surrounding area and the territorium.

Built at the beginning of the 2nd century A.D. Tongobriga forum has an area of 9 521 m2, including commercial and religious spaces. On the southern side three sets of stairs give access to the commercial platform. Shops were protected by a roof, which was supported by granite columns. On the northern side, the forum has a 7 meters wide street, which leads to the thermae. This street also has two apsis. On the east side there was a temple. The west side of the forum was limited by a building, probably the basilica, but the remains haven't confirmed that possibility yet. Nearby are the thermae, accessed to from the northeast side of the forum.

Like they did in other cities of the empire (Pompeii, Conimbriga and Ostia), Romans closed an iron age balnearium known as Pedra Formosa Balnearium (in Tongobriga it was a balnearium with three chambers carved on the rock) in order to build their own thermae in the 1st century A.D.

The building of the public baths at the end of the 1st century, of the forum in the first half of the 2nd century and other public buildings already identified, make it clear that the establisment in this town of collective buildings, with their sumptuosity and architectonical magnificence, aimed at making of Tongobriga a centre of attraction and decision.

This town, which had its highlight on the second half of the 2nd century, was certainly part of the settlement strategy of the Tarraconensis particularly towards the Northwest of the Peninsula and the North of the Meseta. Tongobriga filled an area of 50 hectares, including the necropolis. If compared to other roman towns, it can be considered middle-sized. The residential areas fill about 7 hectares, which means a population of 2500 people.

In Tongobriga a necropolis was identified outside the city limits near the main road. Some clay pieces had already been found there by the end of the 19th century.

Remains found in the graves, since 1980, show the predominance of incineration rituals. In this necropolis Romans opened graves in the granite rock with 1,5 metres lenght, 0,5 metres whidth and 0,6 metres height where they put the body ashes, some pieces of pottery and coins. Then, graves were covered with large flat granite stones.

In Tongobriga territorium, 125 places with Roman remains have been identified. This number of archaelogical sites is justified by the existence of the rivers Douro and Tâmega and Roman roads, which provide access to the main region.

There are documents according to which Tongobriga was considered a Suevi parish in the 5th century. Nowadays it is a small village, which has been built on and with the remains of the ruins. It is organised around the Parish Church, which may be standing on top of the original Christian Church.

For the time, about 50 hectares are classified as National Monument whose name is Estação Arqueológica de Freixo. The Portuguese Institute for Architectonic Heritage (IPPAR) leads the investigation of the archaelogical site.

[PT] Horário da Estação Arqueológica

Embora a cache esteja fora da zona onde se tem que pagar um ingresso para visitar, aqui fica o horário.

Horário:

9h00 ás 12h30

14h00 ás 17h30

Encerra às segundas-feiras

Aconselha-se a marcação de uma visita com guia, não vai pagar mais por isso, basta telefonar para o 255 531 090 ou enviar um e-mail para aafreixo@ippar.pt para marcar.

[EN] Archeological Station Opening hours

Although the cache is outside the area where you must pay an entrance fee to visit, for those interested here is the opening timetable.

Opening hours:

9.00 AM - 12.30 PM

2.00 PM - 5.30 PM

Closed on Mondays

It´s advisible to arrange a visit with a guide, you won´t pay more for that, just phone 255 531 090 or send an e-mail to aafreixo@ippar.pt .

[PT] A Cache

Vai procurar um tupperware rectangular de tamanho pequeno envolto num saco de plástico preto.

Conteudo inicial da cache: Logbook, stashnote, lapiseira, geocoin, imagem de homem da antiguidade e mola decorativa artesanal.

A cache não se encontra na zona das ruínas romanas por causa das constantes escavações, mas a poucos metros de um castro da idade do ferro. Apesar da aldeia ter só 12 habitantes permanentes, são 12 pares de olhos muito atentos às movimentações dos visitantes, sejam muito discretos na vossa busca.

Para facilitar o acesso à zona da estação arqueológica forneço um waypoint com o ponto onde devem sair da estrada principal e também local de estacionamento preferencial.

Para que esta cache seja sempre uma surpresa, por favor não publique fotografias ou logs que possam revelar a localização e como encontrou-a.

[EN]The Cache

You are going to search for a small sized rectangular tupperware wrapped inside a black plastic bag.

Cache initial content: Logbook, stashnote, pencil, geocoin, image from an antiquity man, handmade decorative spring.

Because of the on going excavations the cache isn't near te roman ruins, but a short meters from an iron age castro. Although the village has only 12 inhabitants, they have 12 pairs of very attentive eyes, so be very discrete when searching for the cache.

To help your way to the archeological station there are two waypoints provided, one is the spot were you should leave the main road, the other the recomended parking for your car.

To keep the surprise please don't publish photos or logs that might reveal the cache location and how you found it.

Additional Hints (Decrypt)

[Por] Ngeáf qr qhnf crdhranf crqenf nonvkb qn crqen tenaqr / [Eng] Oruvaq gjb fznyy fgbarf orybj gur ovt bar.

Decryption Key

A|B|C|D|E|F|G|H|I|J|K|L|M
-------------------------
N|O|P|Q|R|S|T|U|V|W|X|Y|Z

(letter above equals below, and vice versa)



 

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