Skip to content

This cache has been archived.

btreviewer: Esta cache foi arquivada por falta de uma resposta atempada e/ou adequada perante as situações relatadas. Relembro a secção das guidelines sobre a manutenção http://www.geocaching.com/about/guidelines.aspx#cachemaintenance :

[quote]
Você é responsável por visitas ocasionais à sua geocache para assegurar que está tudo em ordem para funcionar, especialmente quando alguém reporta um problema com a geocache (desaparecimento, estrago, humidade/infiltrações, etc.), ou faz um registo "Precisa de Manutenção". Desactive temporariamente a sua geocache para que os outros saibam que não devem procurar a geocache até que tenha resolvido o problema. É-lhe concedido um período razoável de tempo - geralmente até 4 semanas - dentro do qual deverá verificar o estado da sua geocache. Se a geocache não estiver a receber a manutenção necessária ou estiver temporariamente desactivada por um longo período de tempo, poderemos arquivar a página da geocache.

Por causa do esforço requerido para manter uma geocache, por favor coloque geocaches físicas no seu espaço habitual de geocaching e não em sítios para onde costuma viajar. Geocaches colocadas durante viagens não serão muito provavelmente publicadas a menos que possa fornecer um plano de manutenção adequado. Este plano deve permitir uma resposta rápida a problemas reportados, e deverá incluir o Nome de Utilizador de um geocacher local que irá tomar conta dos problemas de manutenção na sua ausência. [/quote]

Como owner, se tiver planos para recolocar a cache, por favor, contacte-me por [url=http://www.geocaching.com/email/?u=btreviewer]e-mail[/url].

Lembro que a eventual reactivação desta cache passará pelo mesmo processo de análise como se fosse uma nova cache, com todas as implicações que as guidelines actuais indicam.

Se no local existe algum container, por favor recolha-o a fim de evitar que se torne lixo (geolitter).

Obrigado

[b] btreviewer [/b]
Geocaching.com Volunteer Cache Reviewer

[url=http://support.groundspeak.com/index.php?pg=kb.page&id=77][i][b]Work with the reviewer, not against him.[/b][/i][/url]

More
<

NG8 - Lagar dos Frades

A cache by NSilva & Gorete Send Message to Owner Message this owner
Hidden : 03/16/2008
Difficulty:
1.5 out of 5
Terrain:
1.5 out of 5

Size: Size:   regular (regular)

Join now to view geocache location details. It's free!

Watch

How Geocaching Works

Please note Use of geocaching.com services is subject to the terms and conditions in our disclaimer.

Geocache Description:


LAGAR DOS FRADES

 

 

Foi na 2ª metade do Séc. XVII que Frei Manuel de Mendonça promoveu a plantação de grandes olivais na zona serrana e foi quando provavelmente teve lugar a construção deste lagar e casa do monge lagareiro pelos monges alcobacenses. Situado no lugar da Ataíja de Cima, o lagar dos frades, como é, ainda hoje, conhecido, está dentro de uma quinta murada, denominada de Cerca.

 

 

Em 1833, com a extinção das ordens religiosas, os monges abandonam o mosteiro de Alcobaça e as várias dependências dos coutos, multiplicando-se os roubos e as pilhagens aos edifícios abandonados.

 

 

A 22 Dezembro de 1833, a quinta da Ataíja e cerca foi arrendada por 23$000 reis a António Dias. Em 1834 foi avaliada em um conto e duzentos mil reis aparecendo descrições datadas de 1 de Julho de1834 nos Autos de Inventário do Convento de Alcobaça como sendo constituída por "cazas altas, Armazem, corrays, e palheiros, lagar de azeite com oito varas, e quatro caldeiras, com sua cerca moráda de terra de semiár". Esta confrontava por S. com a lagoa da Ataíja, por N. com propriedade do Coronel Raimundo Veríssimo de Sousa, por E. com a de Alexandre Francisco e por O. com a estrada. Posteriormente foi dividida entre vários compradores e já no início do Séc. XX o então proprietário do lagar, Joaquim Marques Silvério, vendeu as madeiras do telhado, em cerne, a José Francisco Veríssimo. A casa do monge pertencia a Joaquim Palmeira, de Ataíja de Baixo, e a José Faustino e mulher, da Quinta do Mago. Os herdeiros destes últimos venderam-na depois a Manuel dos Santos Faz-Tudo e em 1920 existe uma escritura de venda da casa do monge por este último a Francisco Vigalho, por 110 escudos. Em 1950, Francisco Vigalho acabou por comprar também a zona do lagar; mantêm-se ainda na família.

 

 

O edifício encontra-se "protegido" pelo IIP, Dec. nº 67/97, DR 301 de 31 Dezembro 1997.

 

 

 

 

Descrição do Edifício

 

 

 

Planta rectangular. Volumetria composta por 3 corpos, sendo os laterais mais baixos; coberturas diferenciadas em telha de canudo a 1 água. Frontispício virado a E., com 2 pisos e corpos separados por pilastras de alvenaria. No corpo central, janelas baixas gradeadas e encimadas por janelas de brincos com frontão de lanços, enquadram janelão cego, de moldura recortada e frontão interrompido pela pedra de armas de Alcobaça. Os corpos laterais são esconsos e têm, ao nível do 2º piso, janela e óculo com moldura de cantaria; o corpo do lado direito está parcialmente derrocado. Na fachada S., o corpo lateral é rasgado por vão em arco pleno, interiormente fechado em recto. Virado a O., encontra-se a escada de acesso ao 2º piso, com porta de vão recto. Perpendicularmente, parede exterior da casa do lagar, rasgada por pequenas aberturas do pombal; possui ainda a mísula de apoio ao antigo alpendre e uma jamba da porta. A fachada posterior da casa do monge conserva parte dos prumos que amparavam o "coice" das 4 varas que ali se fixavam; superiormente revela 2 níveis de marcação do telhado; junto à parede, amontoam-se algumas galgas de pedra. A fachada N. do corpo lateral da casa já não existe. No interior, 1º piso com 3 divisões, 1 pequena e 2 amplas; a do fundo possui, a toda a volta, a marcação das pias de pedra que armazenavam o azeite; janelas e portas interiores com marcação dos gonzos. O 2º piso tem quarto de arrumos separado da cozinha, esta com lareira apoiada em mísulas de aresta em bisel. Seguem-se 2 salas, a última das quais tinha inicialmente 2 quartos junto à parede posterior; ao fundo, entrada para a latrina. Salas iluminadas por janelas conversadeiras; pavimento sobre grandes vigas de madeira

 

 

 

 

Descrição Complementar

 

 

 

Armas de Alcobaça organizadas em cartela recortada: 2 flores-de-lis no cantão direito do chefe; 5 castelos alinhados e firmados no chefe, postos em pala e 2 outros alinhados no flanco esquerdo; 5 escudetes postos em cruz no cantão esquerdo do chefe; banda xadrezada e flor-de-lis no cantão direito da ponta; encima-as coroa fechada, de que resta só a metade posterior.

 

 

 

 

Tipologia

 

 

 

Arquitectura civil privada e agrícola, pombalina. Casa de lagar pombalino, de planta rectangular composta e alçados de 2 pisos, sendo o térreo para serviços e armazenamento de azeite e o 2º para habitação do monge lagareiro, reflectindo-se esta divisão social do espaço na própria decoração exterior. Interessante técnica construtiva, utilizando nas paredes interiores divisórias o chamado "taipal à galega". As principais instalações do lagar organizavam-se junto à fachada posterior.

 

 

 

 

Características Particulares

 

 

 

Foi um dos lagares construídos pelos monges alcobacenses mais completos e perfeitos, podendo-se considerar as suas instalações modelares para a época. O mecanismo de moagem com 4 varas de cada lado e os pesos voltados uns para os outros, conferia ao lagar uma organização elegante e única nos lagares da região. Paredes interiores divisórias com os materiais abundantes na região - estrutura com prumos e barrotes de travejamento, tendo pelas 2 faces fasquias, também de madeira, e preenchendo-se o interior com argamassa de argila, cal, cortiça e azeite, obtendo-se assim maior leveza e durabilidade da estrutura e o isolamento térmico, com paredes frescas no Verão e quentes no Inverno.

 

 

In: Instituto da Habitação e da Reabilitação Urbana

 

       

 

       

 

Deste imóvel apenas hoje resta a casa do monge lagareiro em acentuado estado de ruína e a cerca, cujo portal foi, parcialmente, derrubado há pouco tempo. A fachada posterior ainda mantém as "virgens" (esteios de pedra que guarnecem e amparam o "coice de vara"). Algumas galgas e um peso de vara abandonados no terreno, são os últimos testemunhos silenciosos do funcionamento desta unidade senhorial. A Lagoa Ruiva que fornecia a água para os trabalhos do lagar (escalda da massa de azeitona, etc.) foi entulhada e aloja o campo de futebol local.


Com o desaparecimento, a curto prazo, deste prédio rústico (embora já classificado, a ruína total é eminente), Alcobaça perde um documento único de leitura do seu passado e o mosteiro em particular, fica mais pobre.

In "Tinta Fresca" 12/2000

 

 

 

 

 

 

 

A Cache

 

 

 

 

 

 

Trata-se de uma Cache de tamanho regular com os tradicionais objectos para troca.

 

 

 

 

 

ATENÇÃO: Por favor volte a colocar a Cache no local e da forma em que a encontrou!

 

 

 

 

 

 

Conteúdo Inicial:

 

Logbook

Lápis

Afiadeira

Objectos para troca

Additional Hints (No hints available.)