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mtrevas: A cache encontra-se em propriedade particular, foi colocada com autorização do proprietário, mas chegou a hora de terminar esta parceria.
O proprietário solicitou que retirasse a cache do Castelo para evitar que as pedras das ruínas fossem viradas e reviradas pelos geocachers na sua procura da cache, algo que estava a acontecer. Além disso, a aproximação à cache estava a ser efectuada com muita frequência por carro, algo que não é permitido.
Por falta de cuidado na aproximação à cache, não respeitando o pedido na página da cache e por alguns revirarem as pedras da ruína, não resta outra solução que arquivar a cache e retirar o contentor, o que foi feito ontem pelo proprietário do local a meu pedido, isto porque tinha perfeito conhecimento da sua localização.
Obrigado a todos os que visitaram esta cache e o meu não obrigado aos que fizeram com que fosse arquivada pelo seu descuido.
Boas cacheadas!

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Castelo de Vila Verde dos Francos

A cache by mtrevas Send Message to Owner Message this owner
Hidden : 04/30/2008
Difficulty:
1.5 out of 5
Terrain:
2.5 out of 5

Size: Size:   small (small)

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Geocache Description:


CASTELO DE VILA VERDE DOS FRANCOS



VILA VERDE DOS FRANCOS - ALENQUER




     Vila Verde dos Francos tem uma área de 28,01 km². Confronta a norte com o concelho do Cadaval; a sul com as freguesias de Aldeia Galega da Merceana e Ventosa; a nascente com a freguesia de Cabanas de Torres e a poente com o concelho de Torres Vedras.

     Por ter sido um senhorio particular, conservava ainda na segunda metade do século XIX, os antigos marcos postos pela casa dos Noronha, donatários. Orago, Nossa Senhora dos Anjos.



    Situada nas faldas do Montejunto, Vila Verde foi doada por D. Afonso Henriques ao cavaleiro francês Alardo, em Janeiro de 1160, fundando-se aqui uma colónia de francos, de onde lhe vem o nome, território a que o donatário outorgou foral. D. Afonso II confirmará esse foral em Março de 1218. O mesmo fará D. Duarte, em Novembro de 1435. Em 1 de Outubro de 1513 receberá novo foral, dado por D. Manuel. Foi vila e sede de concelho até à sua extinção, em 1836. Vila e freguesia, que era a única que compunha o concelho, são incorporadas no concelho de Aldeia Galega da Merceana, o qual também será suprimido em 24 de Outubro de 1855, tendo então sido anexado ao de Alenquer.

    O antigo termo de Vila Verde compreendia os lugares de Avenal, Rexaldeira, Rabissaca, Lapaduços, Casais Galegos e Portela.

    Pertenceu à comarca de Torres Vedras.

    A câmara compunha-se de dois juizes ordinários, um na vila, outro no termo, um procurador do concelho e três vereadores, confirmados pelo senhor da vila.

    Tinha um capitão de ordenança, sujeito ao general da Estremadura.

    Do antigo concelho de Vila Verde é proveniente um jogo de pesos e medidas que actualmente se encontra no Museu Municipal Hipólito Cabaço.

    A igreja paroquial, dedicada a Nossa Senhora dos Anjos, hoje com uma arquitectura incaracterística, apresenta, contudo, um conjunto de cachorros românicos que lhe conferem grande antiguidade. Aqui se guardam interessantes imagens dos séculos XV a XVIII.

    Contava esta antiga vila 87 fogos em 1527. Em 1759 tinha 168 moradores e 594 habitantes.

    Da época da fundação da vila deve datar o Castelo, pequena fortaleza, provavelmente uma atalaia, que já em 1759 se encontrava quase demolida. Dali se avistava Santarém, Vila Nova da Rainha, Azambuja, Peniche, Berlengas, São Martinho do Porto, Óbidos. Escrevia-se então, nas Memórias Paroquiais, que “nada pode entrar nesta vila sem ser visto do Castelo, antes de um quarto de légua”.

    As ruínas do Castelo de Vila Verde dos Francos estão classificadas como Imóvel de Interesse Público desde 1957.

    Durante o século XVI, contou a Casa do Espírito Santo de Alenquer com vários confrades de Vila Verde: Afonso de Albuquerque, o célebre conquistador da Índia, filho de Gonçalo de Albuquerque, em 1500; D. Pedro de Noronha e sua mulher D. Violante, em 1540; Francisco de Figueiredo e sua mulher Beatriz de Barros, em 1560.

    Entre os soldados portugueses que, durante o mesmo século, foram prestar serviço na índia, encontra-se Gonçalo Pereira, de Vila Verde.

    Teve Casa da Misericórdia e irmandade, que administrou aqui um hospital, fundada no tempo do reinado de D. Manuel, de que era provedor perpétuo o marquês donatário. A sua igreja deve ter sido construída em 1627. São notáveis os seus azulejos, da mesma época.

    Junto à antiga vila existiram duas ermidas: a do Anjo da Guarda, pertencente aos donatários, com confraria composta por juiz, juiza e mordomos, responsáveis pela sua festa, no terceiro domingo de Julho. Hoje, resta a memória do local onde se erguia, assinalado por uma lápide. A outra, de São Brás, a poente da vila, com um só altar, era administrada pela Misericórdia, à qual acorria uma romagem no dia do santo.

    O palácio dos donatários, seiscentista, hoje está em ruínas,é assim descrito pelo prior João da Silva, nas memórias paroquiais, “... com muita grandeza e autoridade, com sua cerca, noras, alegretes e água, todo o ano em grande abundância, muitas árvores: laranjeiras, pereiras, macieiras, ginjeiras e figueiras, mata com árvores silvestres, com um pombal de pombos bravos”. Em 1759 era donatário o Marquês de Angeja, D. Pedro José de Noronha e Camões, vedor da fazenda real.  
  
    Aqui se fundou, em 1540, um convento franciscano, distante da vila meio-quarto de légua, na encosta do Montejunto, de invocação de Nossa Senhora da Visitação. Foi seu fundador e padroeiro D. Pedro de Noronha, sexto morgado de Vila Verde, vedor da rainha D. Catarina de Áustria, sepultado na igreja deste convento em 1566. O convento instala-se em quinta sua.

    À data da sua extinção, residiam aqui treze frades. Sofreu, de então para cá grandes alterações. 

    Entre os nomes de vila-verdenses ilustres contam-se ainda os de D. Manuel de Noronha e de Gregório Ferreira de Faria. 

    O primeiro nasceu aqui em 1594. Professo na Companhia de Jesus, foi prior das vilas de Castanheira e Vila Verde, prior-mor da Ordem de Santiago e reformador da Universidade de Coimbra. Prior-mor de Viseu, foi eleito bispo daquela diocese, mas antes de tomar posse foi nomeado para a Sé de Coimbra (1668), onde chegou a tomar posse por procuração, falecendo sem ter sido sagrado, em 1671.

    O segundo foi sargento-mor da comarca de Leiria.

    A padroeira, Nossa Senhora dos Anjos, é festejada no segundo fim de semana de Julho. Actualmente, a organização desta festa é da responsabilidade da Associação Desportiva Recreativa e Cultural de Vila Verde dos Francos, fundada em 1980.

A CACHE

CASTELO DE VILA VERDE DOS FRANCOS


LOCALIZAÇÃO: Numa pequena elevação perto de Vila Verde
DESCRIÇÃO: Apenas restam algumas pedras das muralhas desta fortificação que será da época da nacionalidade (séc. XII) e que a tradição atribui ao cruzado francês D. Alardo.
Do local das ruínas desfruta-se uma perspectiva das terras que formavam o antigo concelho medievo de Vila Verde dos Francos.
ÉPOCA: séc. XII
ESTADO DE CONSERVAÇÃO: estado muito avançado de ruína
ACESSOS: não é acessível de automóvel



MUITO IMPORTANTE: A CACHE ENCONTRA-SE EM PROPRIEDADE PRIVADA, O DONO DA PROPRIEDADE NÃO AUTORIZA ACESSO Á CACHE POR MEIOS MOTORIZADOS, ESPERO QUE TENHAM ATENÇÃO A ESTE FACTO E NÃO COLOQUEM A VIDA DA CACHE EM RISCO POR NÃO RESPEITAREM A VONTADE DO PROPRIETÁRIO DO LOCAL. OBRIGADO!

Boas Cacheadas!

Additional Hints (Decrypt)

Qrznfvnqb sápvy...
CBE SNIBE AÃB PBYBDHRZ N PNPUR RZ CREVTB, ERFCRVGRZ N SBEZN QR NPRFFB NB YBPNY, IRE GRKGB QN PNPUR!

Decryption Key

A|B|C|D|E|F|G|H|I|J|K|L|M
-------------------------
N|O|P|Q|R|S|T|U|V|W|X|Y|Z

(letter above equals below, and vice versa)



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