Skip to Content

<

Lusitani: Minho-Lima

A cache by musa Send Message to Owner Message this owner
Hidden : 07/13/2008
Difficulty:
1.5 out of 5
Terrain:
1.5 out of 5

Size: Size: small (small)

Join now to view geocache location details. It's free!

Watch

How Geocaching Works

Related Web Page

Please note Use of geocaching.com services is subject to the terms and conditions in our disclaimer.

Geocache Description:


Lusitani

 

A Região do Minho-Lima

O Minho-Lima é uma subregião estatística portuguesa, parte da Região Norte, corresponde integralmente ao Distrito de Viana do Castelo. Limita a norte e a leste com a Espanha, a sul com o Cávado e a oeste com o Oceano Atlântico. Área: 2255 km². População (2001): 250 273. Compreende 10 concelhos: Arcos de Valdevez, Caminha, Melgaço, Monção, Paredes de Coura, Ponte da Barca, Ponte de Lima, Valença, Viana do Castelo e Vila Nova de Cerveira.
A região acha-se delimitada, grosso modo, entre os dois rios que lhe dão o nome: o Minho (com foz em Caminha) e o Lima (com foz em Viana do Castelo).
É uma região com três Áreas Protegidas, respectivamente, Corno do Bico no concelho de Paredes de Coura; Bertiandos no concelho de Ponte de Lima e APPLE – Litoral de Esposende, com áreas contíguas à Póvoa de Varzim e Viana do Castelo.

Tem um Parque Nacional, o da Peneda Gerês, com quatro concelhos no Alto Minho – Melgaço, Arcos de Valdevez, Ponte da Barca e Terras de Bouro e uma área contígua, o concelho de Monção (falta só o concelho de Montalegre – Barroso).
Também tem uma Rede Natura - com os Municípios do Vale do Minho: Caminha, Vila Nova de Cerveira, Valença do Minho, as Argas.
As estatísticas feitas junto de turistas e visitantes sempre deram como motivação de visita, e, como recurso rapidamente transformado em Produto Turístico - a Paisagem - preferida por 38% de espanhóis, 35% de ingleses, 33% de portugueses e 30% de franceses.

Gastronomicamente, pode salientar-se o arroz com bacalhau e o polvo à Margarida da Praça. Em Caminha, o eiroz cozido e o sargo. Em Paredes de Coura, o bacalhau à Miquelina; em Monção, o cabrito assado, o sável e a lampreia e em Melgaço, os presuntos.
Em relação às sobremesas, podemos saborear ricos e variados doces confeccionados, tradicionalmente, pelas freiras - "São Gonçalo" e "papos de anjo", o "doce de travessa", o "arroz doce" e a "aletria", as "rabanadas", os "sonhos" e os "mexidos", o delicioso "pão de ló" e os doces à base de gema de ovo e de massa de amêndoa. Quantos a bebidas, os vinhos Verdes são o máximo, nomeadamente o "Alvarinho".


Mosteiro de S. Martinho de Crasto [Ponte da Barca]

Este monumento da Idade Média encontra-se na freguesia de Crasto, no concelho de Ponte da Barca a uma altitude de 107m.
Trata-se de um monumento com significado histórico local e algum valor científico e patrimonial, interessando à compreensão da difusão das ordens monásticas e do românico na região.
O acesso à igreja faz-se por estrada municipal a partir da estrada EN.101, no sentido Ponte da Barca / Braga. O templo fica à margem da estrada municipal, lado nascente, cerca de 4,5 km para Sudoeste da sede do concelho. O monumento está sinalizado.
A actual igreja paroquial de Crasto era o templo do antigo mosteiro de S. Martinho do Crasto que, em 1136, o nobre Onerico Soeiro, "senhor de Crasto", doou aos cónegos regrantes de Santo Agostinho. O arcebispo bracarense João Peculiar confirmou a doação em 1142 e o seu sucessor Godinho consagrou a igreja em 1182. Por esta altura Afonso Henriques ter-lhe-á outorgado couto, conforme testemunham os jurados nas "Inquirições" de 1258. A comunidade monástica de S. Martinho de Crasto ultrapassou as crises dos séculos XIV e XV, sobrevivendo até à extinção geral das ordens monásticas no segundo quartel do século XIX. Deverá datar de finais do século XII e primeiro quartel do século XIII a edificação românica da igreja de S. Martinho de Crasto, edifício do qual pouco chegou aos nossos dias. Na época barroca, alteou-se a capela-mor para receber o retábulo de estilo nacional, abriram-se novas janelas e reorganizaram-se as entradas laterais.
Cruzeiro
Cruzeiro

A Cache

É um simples contentor plástico com uma tampa verde, dentro dum saco de plástico preto. O seu conteúdo é uma Stashnote em Português/Inglês, um Logbook  e um lápis (não retirar). Também tem objectos para troca.
Para chegar às coordenadas finais, deve contar o nº de cruzes à volta do adro (N), que está à frente da gruta (N 41° 46.500 W 008° 25.823),
e fazer o seguinte cálculo:

[
To reach the final cache, you should count the number of crosses around the churchyard (N), which is in front of the cave (46,500 N 41 ° W 008 ° 25,823), and do the following calculation:]

N 41º 46.(478 + N)

W 08º 25.(844 - N)

Dentro da cache, além dos objectos habituais, vai encontrar uma folha especial com um número. Por favor anote este número e o nome da cache. Juntando todos os códigos das 30 caches parciais, conseguirá obter as coordenadas da localização da cache final Lusitani, que está escondida algures em Portugal.


Por favor voltem a colocá-la no mesmo local, bem escondida como estava. Têm que ter algum cuidado com os muggles. Esperemos que disfrutem da visita a este monumento nacional muito bem conservado.

Tirem fotos do local e publiquem. Obrigado pela vossa visita.

Para dúvidas ou esclarecimentos relativos ao projecto global das caches Lusitani, pode contactar os responsáveis pelo projecto: GeoDuplaP&F.

Additional Hints (Decrypt)

Cregb qn ercerfn, nb aíiry qb byubf, ab ynqb rfdhreqb.
[Near the small dam, at the level of the eyes, on the left side.]

Decryption Key

A|B|C|D|E|F|G|H|I|J|K|L|M
-------------------------
N|O|P|Q|R|S|T|U|V|W|X|Y|Z

(letter above equals below, and vice versa)



 

Find...

236 Logged Visits

Found it 223     Didn't find it 2     Write note 6     Publish Listing 1     Needs Maintenance 4     

View Logbook | View the Image Gallery of 124 images

**Warning! Spoilers may be included in the descriptions or links.

Current Time:
Last Updated:
Rendered From:Unknown
Coordinates are in the WGS84 datum

Return to the Top of the Page

Reviewer notes

Use this space to describe your geocache location, container, and how it's hidden to your reviewer. If you've made changes, tell the reviewer what changes you made. The more they know, the easier it is for them to publish your geocache. This note will not be visible to the public when your geocache is published.