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Mosteiro de Grijó

A cache by rmatosinhos adopted by SMF Team Send Message to Owner Message this owner
Hidden : 10/25/2008
Difficulty:
1.5 out of 5
Terrain:
1.5 out of 5

Size: Size:   micro (micro)

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Geocache Description:


O MOSTEIRO DE GRIJÓ / MONASTERY OF GRIJÓ

Na localidade de Grijó


A CACHE Trata-se de uma cache small. MUITO CUIDADO ao procurá-la. Nunca é demais pedir que seja discreto.
O sinal GPS é instável. Esperamos que se divirtam!


O MOSTEIRO
O Mosteiro de Grijó teve origem numa pequena igreja, fundada em 922, sob a invocaçao de S.Salvador. Nascida da iniciativa de dois irmãos, Guterres Soares e Ausindo Soares, integrava-se na tradição dos pequenos mosteiros familiares do monaquismo ibérico anterior à reforma cluniacence. Até finais do século XI, a sua existência foi bastante modesta, altura em que, uma importante família de infanções,Soeiro Fromarigues, sua mulher e filhos, decidiu chamar a si a sua restauração. Esta familia foi dotando o mosteiro de terras e conseguindo imunidades do poder condal e, mais tarde, real que, no seu conjunto, constituiriam a base material de manutenção da comunidade monástica. Em 1132, aderiu à Regra dos Cónegos Regrantes de Sto. Agostinho. Em breve, no primeiro priorato, confiado a D. Trutesindo, mercê dos favores de D. Teresa, D. Afonso Henriques e D. João Peculiar, bispo do Porto, a Santa Sé concedeu ao Mosteiro isenção episcopal e protecção Apostólica. Apartir de então os priores usavam as insígnias pontificais. O seu vasto património fundiário era um espaço disperso que se estendia de Norte para Sul entre os rios, Douro e Vouga verificando-se a maior concentração de propriedade no aro envolvente de Grijó, num raio de dez quilómetros. O séc. XVI foi particularmente importante na vida desta comunidade. Em 1527, D. João III decidiu a reforma da vida monástica e em 1536, deixou o padroado deste mosteiro para este se reformar e unir à congregação de Sta. Cruz de Coimbra. Nesse mesmo ano, alegando que o local era doentio e desagradável, a comunidade deslocou-se para a Serra de Quebrantões, frol,lteira à cidade do Porto. Desta mudança nasceu o Mosteiro de Agostinho da Serra, em 1564. Em breve, porém, um grupo de "saudosos" do assentamento tradicional decidiu regressar a grijó. O abandono a que tinham sido votados os edifícios e , vontade de ter acomodações dignas da sua antiguidade e regalias estão na base da decisão tomada, em 1564, de reconstruir totalmente este mosteiro. A história artística de S. Salvador de Grijó acompanhou o fervilhar ideológico do Portugal de Quinhentos. Enquanto objecto artistico já foi classificado por especialistas como exemplar da Renascença, do Estilo Chão e do Maneirismo. As reformas arquitectónicas reaIizaram-se entre 1572 e 1636 e foram posteriormente retomadas a partir de 1710. A planta, de 1572, supostamente da autoria de Francisco Velásquez, concebe um vasto rectângulo onde distribui, da esquerda para a direita, a igreja, o claustro e demais dependências monásticas. A partir de 1581, a direcçio das obras passa a ser da responsabilidade de Gonçalo Vaz. Apesar do longo periodo de construção, não terá havido alteração do programa construtivo. Assim, a utilização da gramática decorativa geométrica de raiz maneirista repete-se na fachada, transepto, arco cruzeiro, capela-mor, claustro e sacristia.
IGREJA
A igreja, concluída e benzida em 1626, ocupa uma área destacada no conjunto. Apresenta planta rectangular, de acordo com as necessidades litúrgicas impostas pela reforma saída do Concilio de Trento. Nave única, estreita e comprida, antecedida por gallié profunda, é ladeada por três capelas laterais inter comunicantes, de cada umdos lados. A capela-mor é profunda e compõe um rectângulo em articulação estreita com a nave. A fachada que acusa influências flamengas, provavelmente setecentista, desenvolve-se em altura. É dividida em três corpos horizontais. O segundo registo da fachada, que apresenta uma profusa decoração geométrica, é composto por um rasgado janelão central ladeado por dois nichos concheados que acolhem as imagens de S. Pedio e S. Paulo. Sobre os nichos abrem-se duas janelas. Recentemente, nestas aberturas, foram colocados vitrais, da autoria do Mestre Júlio Resende, que representam a Trindade e a Criação. No século XVIII, o seu inteIior foi renovado. As artes decorativas do azulejo e da talha, caracteristicas do Barroco, preenchem o seu interior, com destaque para a capela-mor.
SACRISTIA
A sacristia é um vasto espaço quase quadrangular, que dá acesso à igreja e ao claustro as paredes completamente revestidas a azulejo em tapete policromo.
CLÁUSTRO
Muito amplo, fazendo um quadrado. Tem duas galerias sobrepostas. A superior tem colunas quase compósitas. O piso inferior apresenta colunas jónicas assentes em base grossa e recortada. Aqui, destacam-se os painéis de azulejo, representando os evangelistas e da igreja. No centro está uma fonte do inicio do século XVII autoriade Gonçalo Vaz. Assume particular relevo o túmulo de D. Rodrigo Sanches. Feito em pedra ançã, é uma jóia da arte escultórica sepulcral do sec XIII e da arte românica. Apresenta na sua face frontal um conjunto de pequenas figuras com Cristo ao centro. O. Rodrigo aparece envergando vestes de guerreiro segurando uma sobre o peito. Em 1770, Clemente IV, por sugestão do Marquês do Pombal, no reinado de D. José, determinou a extinção deste Mosteiro, passando grande parte do sseus bens para o convento de Mafra. No reinado de D. Maria I, os ,Cónegos regressaram a Grijó. Porém, em 1834, com a extinção das Ordens Religiosas, a quinta do mosteiro foi anexada aos bens do estado e vendida em hasta pública.
IGREJA DO MOSTEIRO DE SÃO SALVADOR DE GRIJÓ
1 - Capela de S. Sebastião
O retábulo desta capela, em que se encontra a imagem de S. Sebastião, é de madeira, pintada a fingir pedra jaspe- No trabalho miúdo, de talha, há uma profusão de pássaros, flores e frutos de grande harmonia cromática.
2 - Capela do Senhor dos Passos
Aparece completamente decorada, de acordo com o ideal característico do barroco do séc. XVIII, em que se procura forrar todo o espaço. Para além da talha dourada do retábulo, aparece o azulejo policromo, telas pintadas e granito pintado. O Altar é dedicado ao Mistério da Paixão de Cristo, pelo que a imagem central é o Senhor dos Passos. Ao cimo do retábulo, um quadro que apresenta a flafelação do Senhor preso à coluna; à direita, a representação da agonia de Jesus no Horto.
3- Capela de Nossa Senhora do Rosário
O retábulo desta capela é em talha dourada, estilo nacional com acrescentos joaninos. No centro está uma imagem em tamanho natural de N. Senhora do Rosário. As paredes laterais estão revestidas de azulejos em azul e branco.
4 - Altar de Nossa Senhora das Dores
Retábulo de finais do séc. XVII, princípios do séc. XVII, em talha dourada de tipo renascentista. Au Centro uma imagem da Senhora das Dores, no nicho central uma imagem de S. João Baptista; sob a mesa do altar, está uma imagem de tamanho natural de Cristo Morto. Ao cimo, uma imagem de S. Lucas, paramentado de bispo. É rematado por um pintura em madeira que representa S. Pedro e S. Paulo.
5 - Capela-mor
Esta capela, terminada em 1626, apresenta um revestimento de azulejos em tapete de bela policromia. Tem abóbada cilíndrica de granito trabalhada em caixotões ornamentados. Na parede do lado esquerdo, aparece um arcossólito onde está colocada uma urna de madeira que guarda os restos mortais de D. Rodrigo Sanches, filho bastardo de D. Sancho I. que terá morrido em 1245, junto a este mosteiro. Nesta Capela salienta-se o retábulo, do sec. XVIII, de talha dourada, em estilo D. João C, de duplo trono, destinado à exposição do Santíssimo. Neste retábulo realçam-se, sobertudo, as colunas torcidas em espiral e as várias figuras de anjos que surgem no meio de folhagem. Destacam-se ainda as imagens, em tamanho natural, de S. Teotónio, do lado direito e Sto. Agostinho, lado esquerdo. Encobrindo o trono superior desce um painel que representa a Transfiguração de Jesus no Monte Tabor, com as personagens biblicas Moisés e Elias na presença dos apóstulos S. Pedro, S. João Evangelista e S. Tiago. É da autoria do pintor Pedro Alexandrino e data de 1795.
6 - Altar do Senhor da Agonia
Este retábulo apresenta as caracteristicas do que lhe é colateral. Salientam-se as imagens do Sr. da Agonia, ladeado de N. Senhora e de S. João, que ocupam a parte central. No nicho acima da banqueta aparece uma imagem de N. Senhora do Amparo. São obras de finais do séc. XVII, princípios do ´sc. XVIII. Acima, na parte central, está a estátua de S. Marcos e é emcimado por uma pintura em madeira que representa a Adoração dos Magos.
7 - Capela de Sto. António Retábulo em talha dourada semelhante ao que lhe fica fronteiro. Nele destaca-se uma imagem em tamanho natural de Sto. António, envergando o hábito de Cónego Regrante de Sto. Agostinho. Esta forma de o apresentar é peculiar nas igrejas desta Ordem. Este ilustre doutor da Igreja tomou, depois o hábito franciscano.
8 - Capela de Sta. Luzia
Retábulo em talha dourada encimado por uma tela representando St. Luzia. No nicho central, está uma imagem desta santa. Em pequenas misulas laterais estão as imagens dos cinco Mártires de Marrocos e de S. Francisco.
9 - Capela de S. Caetano
no retábulo desta capela, no nicho central, encontra-se uma imagem do séc. XVII de S. Caetano, patrono dos Clérigos.

Se desejar visitar o mosteiro deverá fazer marcação prévia pelo número 227640029 ou deslocar-se ao mosteiro no horário normal de abertura das 16h às 19h de segunda a sábado, Domingo pela manhã e ao fim da tarde.
Se, não conseguir entrar em contacto com o numero acima, poderá pedir informações na junta de freguesia de Grijó (junto ao mosteiro)



This is a traditional cache placed in the Monastery of Grijó.
If you would like to visit the monastery, you should make an appointment by the phone number +351227640029 or make your visit in the normal opening time, from 16:00 to 19:00, from Monday do Saturday.
Sunday in the morning and in late afternoon.
If you couldn’t contact anyone in the above number, you can ask for informations in the building next to the monastery (“Junta de Freguesia de Grijó”) that is the head office of the parish of Grijó.
We hoje you enjoy your visit and we present our excuses for any mistake in the translation.


NOTA:A Descrição do Mosteiro e o respectivo esquema fazem parte integral do folheto informativo do mosteiro. Os textos aqui apresentados foram transcritos com autorização prévia.


Esta foi eleita uma das sete maravilhas de Gaia. A escolha das 7 Maravilhas de Gaia foi uma iniciativa de um jornal local que propôs vários locais do município a votação. As vencedoras foram: 1º Mosteiro da Serra do Pilar, 2º Mosteiro de Grijó, 3º Ponte Maria Pia, 4º Casa Museu Teixeira Lopes, 5º Clínica Heliantia, 6º Parque Biológico de Gaia e 7º Capela Senhor da Pedra.
A lista de todas as nomeadas: Praia da Aguda (Arcozelo), Parque Biológico de Gaia (Avintes), Solar Condes de Resende (Canelas), Reserva Natural Local do estuário do Douro (Canidelo), Parque Botânico do Castelo/Sítio Arqueológico (Crestuma), Mosteiro de Grijó (Grijó), Capelas do Senhor da Pedra (Gulpilhares), Banda Musical de Lever (Lever), Talha Dourada da Igreja Paroquial (Madalena), Casa-Museu Teixeira Lopes (Mafamude), Capela de S. Mateus (Olival), Ponte Maria Pia (Oliveira do Douro), Mosteiro de Pedroso (Pedroso), Calçada de Negrelos (Perosinho), Capela do Extinto Mosteiro de Vila Cova (Sandim), Mosteiro da Serra do Pilar (Santa Marinha), Praia da Granja (S. Félix da Marinha), Comunidade Piscatória da Afurada (S. Pedro da Afurada), Parque das Corgas (Seixezelo), Tuna Juvenil de Sermonde (Sermonde), Igreja Matriz Milenar (Serzedo), Clínica Heliântia (Valadares), O Caminho de Viseu (Vilar de Andorinho) e a Capela-Mor da Igreja Matriz de S. Pedro do Paraíso.

Clicando na imagem terão acesso à bookmark list das caches alusivas às vencedoras.

Additional Hints (Decrypt)

CG. An cnegr qr geáf qn neiber pragraáevn, n prepn qr 2 zrgebf qr nyghen
RAT. Ba gur onpx bs gur pragraavny gerr, nobhg 2 srrg gnyy.

Decryption Key

A|B|C|D|E|F|G|H|I|J|K|L|M
-------------------------
N|O|P|Q|R|S|T|U|V|W|X|Y|Z

(letter above equals below, and vice versa)



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