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Castelo de Mogadouro

A cache by GEOCHUSSOS Send Message to Owner Message this owner
Hidden : 04/10/2009
Difficulty:
1 out of 5
Terrain:
1 out of 5

Size: Size: micro (micro)

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Geocache Description:

A Cache:
Pequena, contendo um pequeno logbook. Não tem capacidade para alojar brindes.

A VILA:

Mogadouro é uma povoação antiga, vindo o seu nome de origem árabe ( Macaduron) que significa coisa fatal, inevitável.
A vila onde ainda hoje se podem admirar muitos vestígios da presença de antigos povos que, datam de há 6 mil anos .
Os principais pontos de interesse a não perder numa visita à vila de Mogadouro o seu Castelo, monumento nacional datado do séc.XVII, o Castelo de Penas Róias que pertenceu à Ordem dos Templários, o Convento de São Francisco, um dos artefactos mais antigos (séc.XVI), bem como inúmeras capelas e igrejas .
A nível paisagístico destaque-se a serra de Mogadouro o Vale do Sabor, bem como outras maravilhas da natureza ( encostas, ribeiras,lameiros etc... ).
Mogadouro adquire o seu esplendor máximo com a chegada dos meses de Fevereiro e Março e a sua tão viva e alegre amendoeira em flôr, de realçar também as suas tradicionais festas que decorrem sobretudo nos meses de verão e reúnem um enorme numero de emigrantes o que mantêm vivas as tradição transmontanas .

ANTECEDENTES

A primitiva ocupação de seu sítio remonta a um castro pré-histórico, que se acredita posteriormente romanizado. A região apresenta ainda vestígios da ocupação dos Visigodos, sucedidos, a partir do século VIII pelos Muçulmanos, que, na opinião de alguns estudiosos, lhe legaram a toponímia. Por aqui passava então uma via secundária, cruzando a região de Norte a Sul, ligando-a à atual Astorga (a chamada Estrada Mourisca).

O CASTELO MEDIEVAL

A época da Reconquista cristã da península Ibérica, e desde a fundação da nacionalidade portuguesa, a região de Miranda do Douro foi palco de numerosas batalhas, vindo os castelos de Mogadouro e Penas Róias, juntamente com os de Algoso, Miranda do Douro, Outeiro de Miranda e Vimioso a integrar a primeira linha de defesa do Nordeste de Portugal, controlando a antiga Estrada Mourisca.

A constituição do reino de Portugal havia determinado a defesa activa da capital, Coimbra. Para essa tarefa, D. Afonso Henriques (1112-1185) recorreu aos cavaleiros da Ordem dos Templários, a quem incumbiu da protecção dos acessos a Sul e a Leste do rio Mondego. Para esse fim, em 1145, a Ordem recebeu os domínios de várias localidades transmontanas, como Mogadouro e Penas Róias. Anos depois, o seu património fundiário estendeu-se à Beira Baixa, com a doação de Idanha-a-Velha e Monsanto.

O Castelo de Mogadouro foi erguido neste contexto, de 1160 a 1165. Visando incrementar o povoamento e defesa da região, o rei D. Afonso III (1248-1279) passou Carta de Foral à vila (27 de Dezembro de 1272), título confirmado no ano seguinte (Santarém, 18 de Dezembro de 1273), ampliado com algumas disposições e então comum a Penas Róias.

Sob o reinado de D. Dinis (1279-1325), a vila teve o seu foral renovado (1297), iniciando-se uma cerca para a sua defesa. São Mamede de Mogadouro constituía-se numa comenda dos Templários e, nessa época, foi elevada à categoria de priorado da Ordem. Em 1311, diante da extinção da Ordem, os seus domínios (e esta comenda) passaram para a Ordem de Cristo.

Acredita-se que tenha sido objeto de reparos no reinado de D. João II (1481-1495), que o pode ter conhecido de passagem, no Outono de 1483, em trânsito de Lamego a Vila Real e Bragança, recolhendo ao Porto após ter visitado alguns outros lugares de Trás-os-Montes, como registrado por Rui de Pina e por Resende; sendo assim, o Castelo de Mogadouro não deixaria de ser um daqueles cujo reparo o mesmo monarca fez anos depois encomendado a Cristóvão de Baião, cavaleiro da Casa Real.

A vila e seu castelo encontram-se figurados por Duarte de Armas (Livro das Fortalezas, c. 1509), quando se encontrava bem conservado. Data desse período, em 1512, o Foral Novo, concedido por D. Manuel (1495-1521), sendo alcaides-mores os Távoras, que desde o século XV fizeram edificar um soberbo palácio, vindo a assumir importante papel na defesa de Trás-os-Montes ao final do século XVII, durante a Guerra da Restauração de independência portuguesa.

Na segunda metade do século XVIII, diante do trágico destino dos Távoras, e com a perda da função defensiva, o castelo foi progressivamente abandonado, caindo em ruínas.

DO SÉCULO XX AOS NOSSOS DIAS

O castelo foi classificado como Monumento Nacional por Decreto publicado em 2 de Janeiro de 1946. A intervenção do poder publico fez-se sentir a partir de 1950, pela ação da DGEMN, na consolidação e reparos da torre de menagem e dos restos das muralhas, além de diversos serviços de limpeza, restauração, reconstrução, conservação e beneficiação. Em nossos dias, um ataque de vandalismo acarretou a destruição do corrimão de acesso à torre, sua porta, e material arqueológico em exposição em seu interior.

CARACTERÍSTICAS

Exemplo característico da arquitectura militar medieval, em parelho de granito e xisto argamassado com barro, conservam-se dois panos de muralha, ligando um deles a torre quadrada a um cubelo.

A torre apresenta planta quadrangular, em aparelho incertum. Vizinha a esta, uma outra torre de construção mais recente, também de planta quadrada (Torre do Relógio?), ergue-se apresentando cantaria nos vértices e aparelho incertum a meio. É dividida internamente em três pavimentos, o último preparado para receber sinos, rematado em pirâmide. É encimada, nos vértices, por quatro pináculos de granito.

Um pouco mais abaixo vêm-se os restos da cintura de muralhas da vila.

Retirado de Wikipédia (visit link)

LINKS ÚTEIS:

www.mapadeportugal.net (visit link)

www.mogadouro.pt (visit link)

Additional Hints (Decrypt)

Qrcbvf qr fhove bf qrtenhf, cebphene qronvkb qr hzn crqen dhr aãb rfgá ab zheb!

Decryption Key

A|B|C|D|E|F|G|H|I|J|K|L|M
-------------------------
N|O|P|Q|R|S|T|U|V|W|X|Y|Z

(letter above equals below, and vice versa)



 

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