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8 - Powertrail do Montemuro - Fontanário da aldeia Traditional Geocache

Hidden : 08/10/2009
Difficulty:
2 out of 5
Terrain:
2 out of 5

Size: Size:   micro (micro)

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Geocache Description:


A Serra de Montemuro, definida por Amorim Girão como "a mais desconhecida de Portugal", insere-se num maciço montanhoso dos mais importantes do país, tendo por limites, a norte o rio Douro, a Poente o rio Paiva e a sul e nascente, uma linha recta que passa pelos concelhos de Lamego, Castro Daire e Régua. Orientada no sentido Este-Oeste, pertence ao Maciço Antigo de Entre Douro e Tejo e tem 40 km de comprimento. Com 1382 metros de altitude máxima, a Serra de Montemuro é a oitava maior elevação de Portugal Continental e apresenta muitas potencialidades, destacando-se os rebanhos de ovinos e caprinos, além de um elevado número de bovinos. Montemuro tem ainda óptimas pastagens durante todo o ano. Nas vertentes próximas do Douro, produz bom vinho verde e, nas zonas voltadas para o Paiva, alastram matas de pinhais e eucaliptos. A zona é rica em artesanato, monumentos históricos e constitui um local de encontro e convívio para os caçadores. A Serra de Montemuro abrange os concelhos de Cinfães, Resende, Lamego, Castro Daire e Arouca.
A todos os interessados em fazer o powertrail, deixo aqui algumas informações.
O Powertrail do Montemuro é um desafio que criei utilizando com espinha dorsal o Percurso pedestre PR 1 de Arouca – Caminhos do Montemuro. Irão percorrer as vertentes do Concelho de Arouca desta serra com algumas pequenas incursões aos concelhos e distrito vizinhos. Este percurso é considerado de dificuldade média/ alta e tem um pouco mais de 20km de distância total. Existem dois grandes desníveis, um ascendente e outro descendente, e o percurso tem um acumulado de cerca de 900 m de subidas. Por ser uma zona com altitude elevada, onde se situa o ponto mais alto do Concelho de Arouca, é uma zona que representa alguns riscos ao nível climático, especialmente no inverno com nevoeiro, gelo e nevões frequentes, pelo que desaconselho a sua realização durante o inverno. A melhor época é obviamente a primavera, mas também podem aproveitar o Outono e o verão para o realizar, tendo sempre em conta as especificidades do terreno. Não leve crianças consigo pois provavelmente não irão aguentar a dificuldade. Não faça o percurso sozinho, lembre-se que não há cobertura de telemóvel em várias áreas do percurso. Leve sempre equipamento adequado (botas, bastões de marcha) e comida e bebida q.b. Tenha sempre em mente que é uma zona sensível por isso respeite a natureza e siga a máxima de levar apenas deste local boas recordações / fotos e deixar apenas as marcas dos seus passos. Por isso, NÃO DEIXE LIXO! E se possível recolha algum que possa encontrar pelo caminho. Este local é habitat de várias espécies domésticas e selvagens pelo que apelo que respeite sempre os animais e a natureza. Lembre-se que o mundo é de todos, mas cabe a cada um fazer o seu papel em sua defesa. Este powertrail não dá para fazer de bicicleta, nem de jipe. Os caminhos alternam entre trilhos estreitos onde só passam uma pessoa (entre muros por vezes) e estradões de terra ou de calçada. Uns estradões de terra estão barrados com cadeados devido a serem acessos às eólicas, outros têm muita pedras solta (quartzo) o que impede a tracção (de bicicletas e jipes). Além disso lembro que é uma zona que faz parte da reserva Natura 2000 sujeita a regras de conservação e protecção. Há vigias florestais na área. Apelo ao bom senso de todos para respeitarem o local e a natureza.
Só há uma forma de fazer este powertrail que é a pé! Só assim respeitarão o local e tirarão partido de todo o potencial do mesmo. Foi desta forma que foi idealizado e foi da mesma forma que fiz a colocação das caches. Por isso não inventem e aceitem o desafio de o fazer como deve ser...

Mais uma nota para informar que o local de início (e de estacionamento é junto à cache #1- GC1B4BG) e que devem seguir a ordem das caches fazendo o percurso no sentido dos ponteiros dos relógios. Espero ter respondido a algumas dúvidas...
Para outras contactem-me via GC.com

Acima de tudo, lembre-se que este Powertrail não é um passeio mas sim um desafio. Será que se atreve?
Powertrail Montemuro #1 – Srª do Monte
Powertrail Montemuro #2 – o Fojo
Powertrail Montemuro #3 – As perdizes
Powertrail Montemuro #4 – A agricultura
Powertrail Montemuro #5 – Capela de Bustelo
Powertrail Montemuro #6 – Ribeiro de Bustelo
Powertrail Montemuro #7 – O velho caminho rural
Powertrail Montemuro #8 – O fontanário da aldeia
Powertrail Montemuro #9 – O pastoreio
Powertrail Montemuro #10 – Canis Lupus
Powertrail Montemuro #11 – A energia eólica
Powertrail Montemuro #12 – VG da Pedra Alçada
Powertrail Montemuro #13 – As alminhas
Powertrail Montemuro #14 – S. Pedro do Campo
Powertrail Montemuro #15 – Menir da Jogada
Powertrail Montemuro #16 – O voo da águia
Powertrail Montemuro #17 – A raça Arouquesa
Powertrail Montemuro #18 – Amarelo e Violeta

Powertrail do Montemuro #8 - Fontanário da aldeia

Os fontanários são estruturas de pedra, argamassa ou de ferro, para onde é canalizada água, de forma a constituir uma fonte artificial destinada ao abastecimento público de água. O abastecimento de água potável à população, foi ao longo dos anos não só um problema de difícil solução, como atravessou várias fases. O fontanário surge como o primeiro meio de abastecimento público às populações, dependendo o seu número não só da população a servir, mas também e, sobretudo, das disponibilidades dos municípios na aquisição das águas e no seu transporte desde a nascente até eles. Este facto fazia com que só os principais núcleos populacionais estivessem dotadas de fontanários, obrigando as pessoas residentes nos restantes, a recorrer quer a fontanários situados noutras localidades quer a nascentes privadas ou de utilização comunitária quer a poços. Algumas povoações importantes possuíam um abastecimento público de água feito através de aquedutos para as “mães d’água” e daí para fontanários. Noutros casos o abastecimento de água fazia-se recorrendo às ribeiras, aos poços, às levadas. As fontes povoam os lugares e o imaginário colectivo. Fontes, fontanários e chafarizes são marcas dos espaços públicos e da vida comunitária, são marcos da história e testemunhos de diferentes gerações Os fontanários, para além de fornecerem água em condições higiénicas, por serem lugares de encontro, onde se estabeleciam contactos e relações sociais e amorosas, foram alvo da atenção dos poderes públicos, que lhes deram dignidade, qualificando esses espaços com obras de arte. Da fonte de telha, lousa até às grandes construções com materiais nobres e requintados, a variedade é imensa. Nos finais do século XIX e início do XX a construção de um fontanário público era um sinal de progresso. Com a expansão do abastecimento domiciliário de água, fundamentalmente no século XX, os fontanários perderam a função inicial e assumem cada vez mais o carácter de obra de arte, hoje designado por mobiliário urbano, cujo objectivo é a criação de um ambiente urbano calmo, de qualidade e sofisticado.
Por todo o país existem fontanários de características e dimensões diversas e nas grandes cidades encontramo-los nas principais praças e jardins.
Aproveite para se refrescar neste local e para reabastecer para a continuação do percurso.
Fonte (visit link)



Additional Hints (Decrypt)

An rfdhvan, à rfdhreqn qb pnab qr CIP. N prepn qr 30 pz qb puãb.

Decryption Key

A|B|C|D|E|F|G|H|I|J|K|L|M
-------------------------
N|O|P|Q|R|S|T|U|V|W|X|Y|Z

(letter above equals below, and vice versa)