Traditional Geocache

17 - Powertrail do Montemuro - A raça Arouquesa

A cache by daraopedal Send Message to Owner Message this owner
Hidden : 8/10/2009
In Aveiro, Portugal
Difficulty:
2 out of 5
Terrain:
3 out of 5

Size: Size: small (small)

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Geocache Description:


A Serra de Montemuro, definida por Amorim Girão como "a mais desconhecida de Portugal", insere-se num maciço montanhoso dos mais importantes do país, tendo por limites, a norte o rio Douro, a Poente o rio Paiva e a sul e nascente, uma linha recta que passa pelos concelhos de Lamego, Castro Daire e Régua. Orientada no sentido Este-Oeste, pertence ao Maciço Antigo de Entre Douro e Tejo e tem 40 km de comprimento. Com 1382 metros de altitude máxima, a Serra de Montemuro é a oitava maior elevação de Portugal Continental e apresenta muitas potencialidades, destacando-se os rebanhos de ovinos e caprinos, além de um elevado número de bovinos. Montemuro tem ainda óptimas pastagens durante todo o ano. Nas vertentes próximas do Douro, produz bom vinho verde e, nas zonas voltadas para o Paiva, alastram matas de pinhais e eucaliptos. A zona é rica em artesanato, monumentos históricos e constitui um local de encontro e convívio para os caçadores. A Serra de Montemuro abrange os concelhos de Cinfães, Resende, Lamego, Castro Daire e Arouca.
A todos os interessados em fazer o powertrail, deixo aqui algumas informações.
O Powertrail do Montemuro é um desafio que criei utilizando com espinha dorsal o Percurso pedestre PR 1 de Arouca – Caminhos do Montemuro. Irão percorrer as vertentes do Concelho de Arouca desta serra com algumas pequenas incursões aos concelhos e distrito vizinhos. Este percurso é considerado de dificuldade média/ alta e tem um pouco mais de 20km de distância total. Existem dois grandes desníveis, um ascendente e outro descendente, e o percurso tem um acumulado de cerca de 900 m de subidas. Por ser uma zona com altitude elevada, onde se situa o ponto mais alto do Concelho de Arouca, é uma zona que representa alguns riscos ao nível climático, especialmente no inverno com nevoeiro, gelo e nevões frequentes, pelo que desaconselho a sua realização durante o inverno. A melhor época é obviamente a primavera, mas também podem aproveitar o Outono e o verão para o realizar, tendo sempre em conta as especificidades do terreno. Não leve crianças consigo pois provavelmente não irão aguentar a dificuldade. Não faça o percurso sozinho, lembre-se que não há cobertura de telemóvel em várias áreas do percurso. Leve sempre equipamento adequado (botas, bastões de marcha) e comida e bebida q.b. Tenha sempre em mente que é uma zona sensível por isso respeite a natureza e siga a máxima de levar apenas deste local boas recordações / fotos e deixar apenas as marcas dos seus passos. Por isso, NÃO DEIXE LIXO! E se possível recolha algum que possa encontrar pelo caminho. Este local é habitat de várias espécies domésticas e selvagens pelo que apelo que respeite sempre os animais e a natureza. Lembre-se que o mundo é de todos, mas cabe a cada um fazer o seu papel em sua defesa. Este powertrail não dá para fazer de bicicleta, nem de jipe. Os caminhos alternam entre trilhos estreitos onde só passam uma pessoa (entre muros por vezes) e estradões de terra ou de calçada. Uns estradões de terra estão barrados com cadeados devido a serem acessos às eólicas, outros têm muita pedras solta (quartzo) o que impede a tracção (de bicicletas e jipes). Além disso lembro que é uma zona que faz parte da reserva Natura 2000 sujeita a regras de conservação e protecção. Há vigias florestais na área. Apelo ao bom senso de todos para respeitarem o local e a natureza.
Só há uma forma de fazer este powertrail que é a pé! Só assim respeitarão o local e tirarão partido de todo o potencial do mesmo. Foi desta forma que foi idealizado e foi da mesma forma que fiz a colocação das caches. Por isso não inventem e aceitem o desafio de o fazer como deve ser...

Mais uma nota para informar que o local de início (e de estacionamento é junto à cache #1- GC1B4BG) e que devem seguir a ordem das caches fazendo o percurso no sentido dos ponteiros dos relógios. Espero ter respondido a algumas dúvidas...
Para outras contactem-me via GC.com

Acima de tudo, lembre-se que este Powertrail não é um passeio mas sim um desafio. Será que se atreve?
Powertrail Montemuro #1 – Srª do Monte
Powertrail Montemuro #2 – o Fojo
Powertrail Montemuro #3 – As perdizes
Powertrail Montemuro #4 – A agricultura
Powertrail Montemuro #5 – Capela de Bustelo
Powertrail Montemuro #6 – Ribeiro de Bustelo
Powertrail Montemuro #7 – O velho caminho rural
Powertrail Montemuro #8 – O fontanário da aldeia
Powertrail Montemuro #9 – O pastoreio
Powertrail Montemuro #10 – Canis Lupus
Powertrail Montemuro #11 – A energia eólica
Powertrail Montemuro #12 – VG da Pedra Alçada
Powertrail Montemuro #13 – As alminhas
Powertrail Montemuro #14 – S. Pedro do Campo
Powertrail Montemuro #15 – Menir da Jogada
Powertrail Montemuro #16 – O voo da águia
Powertrail Montemuro #17 – A raça Arouquesa
Powertrail Montemuro #18 – Amarelo e Violeta

Powertrail do Montemuro #17 - A raça Arouquesa

Os animais de raça arouquesa, cuja carne tem denominação de origem protegida e encontra-se certificada desde 1998, são criados em liberdade pelas encostas serranas, alimentados à base de vegetação natural que cobre essas encostas, facto que confere à sua carne, deliciosamente tenra, um inigualável sabor. A confecção desta carne é feita de várias formas, mas constituindo sempre pratos irresistíveis: vitela assada, posta arouquesa, costela arouquesa, bife de Alvarenga, entre outros.

Descrição da raça:
Perde-se no tempo o aparecimento desta raça, apontando alguns autores a sua possível origem Celta, pelo cruzamento dos troncos bos tauros aquitânicos, bos taurus ibericus e bos taurus atlanticus, tendo estas origens em possíveis cruzamentos e desenvolvimento do primitivo bos primigenius.
os autores veterinários que se têm ocupado do estudo da raça, são unânimes em afirmar a origem mestiça deste grupo bovino. Assim, para a sua formação teriam concorrido as raças barrosã, mirandesa e minhota ou galega, cujas áreas de dispersão mantinham longas fronteiras de contacto.
No aspecto geral são animais de pequeno porte, corpulência mediana, ( as fêmeas adultas pesam em média entre 360 e 430 kg e os machos adultos entre 750 e 900 kg), possuindo esqueleto regular coberto com boa musculatura; com formas harmoniosas e pelagem castanha clara, mucosas escuras, perfil sub-côncavo, cornos dirigidos para a frente e depois para cima. Têm um temperamento dócil mas enérgico, que estão perfeitamente adaptados às encostas serranas, plenas de afloramentos rochosos onde vivem e; possuem excelentes qualidades de trabalho numa região onde a mecanização dificilmente os pode substituir.
São animais cuja rusticidade se torna bem evidente na valorização que fazem dos pobres recursos alimentares da sua zona de criação; estão bem adaptados ao clima agreste que por vezes enfrentam; vivem em harmonia com as diversas entidades socio-ambientais, atingindo frequentemente os dezasseis a dezoito anos de vida útil, no caso das fêmeas.
O Habitat Natural e a importância Ambiental:
A área de criação do Arouquês está situada numa região montanhosa de forte declive e pequenos vales onde o solo é de origem granítica com alguns afloramentos xistosos; é um solo pobre, esquelética na sua maioria, com melhor textura nas zonas de vale, condicionando a produtividade destes. Podemos salientar as diferenças climatéricas verificadas entre as regiões tais como do litoral para o interior, do Norte do rio Douro para a nascente do Paiva, da montanha para a encosta e vale. Chuvas abundantes do Outono à Primavera, com um apreciável grau de humidade relativas, geadas, neve e frio no Inverno, secura e calor no Verão, tais as características mais em evidência e que melhor dão ideia do rigorismo do clima, em contraste com a regular amenidade da zona litoral.
Devido às condições adversas que esta região apresenta, a desertificação humana é elevada e tem vindo a acentuar-se nas últimas décadas. Preservar o que resta de Arouquês e seus criadores é necessário, pois caso contrário, a paisagem verde de várias tonalidades ( os lameiros, as pequenas culturas no interior da montanha, os milhos etc. ) ilustrada com belos animais de cor castanha, que apreciamos e é apreciada por alguns turistas que aqui se deslocam e levam fotografias como recordação, mudará possivelmente para uma monótona paisagem negra que num ou noutro ano surgirá por incêndios sucessivos.
Fonte : (visit link)




Additional Hints (Decrypt)

An sraqn qn ebpun, cbe onvkb qn crqen rz pvzn qn bhgen. Ire fcbvyre

Decryption Key

A|B|C|D|E|F|G|H|I|J|K|L|M
-------------------------
N|O|P|Q|R|S|T|U|V|W|X|Y|Z

(letter above equals below, and vice versa)

 

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