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Fortaleza do Pico

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Hidden : 10/20/2010
Difficulty:
2 out of 5
Terrain:
2 out of 5

Size: Size: regular (regular)

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Geocache Description:

A fostaleza do Pico está aberto ao publico das 9h as 18h todos os dias (excepto dias como o dia da Marinha).
Entrada gratuita!

Foi-nos dada a autorizaçao da colocaçao da cache na Fortaleza do Pico pelo Comando da Maritima!

Dentro da Fortaleza encontra-se uma exposiçao que podem visitar!

A Fortaleza de São João Baptista do Pico, popularmente conhecida apenas como Fortaleza do Pico, localiza-se no chamado Pico dos Frias, na freguesia de São Pedro, concelho do Funchal, na Região Autónoma da Madeira.
Um dos "ex-libris" da ilha, esta fortaleza foi erguida no contexto da Dinastia Filipina, em posição dominante sobre o Picos dos Frias, como parte integrante do sistema defensivo da cidade do Funchal contra os ataques de corsários e piratas, freqüentes nesta região do Oceano Atlântico à época. Do alto de seus muros, os visitantes podem desfrutar de um dos melhores panoramas da cidade e porto do Funchal.

Um pouco de História....

Padrasto à cidade do Funchal e à própria Fortaleza de São Lourenço, o pico dos Frias e a nascente de água que ali existia, havia sido adquirido às freiras de Santa Clara pela Companhia de Jesus, que ali instalara uma pequena residência de recreio, para além de terem canalizado as águas da nascente para o seu Colégio no Funchal. Desde 1590 existia um projeto de Mateus Fernandes (III) para uma fortificação no Pico, mas devido à resistência dos padres da Companhia, o mesmo não havia se materializado.
Os registros mais antigos acerca da sua construção datam de 1600, época em que Cristóvão Falcão de Sousa foi nomeado governador para a Madeira. Em finais de 1601, enviou a Lisboa o Sargento-mor do Funchal, Roque Borges de Sousa, com uma planta da nova fortificação. Com o regresso do Sargento-mor ao Funchal, tiveram início as obras, então somente em madeira, estando guarnecida já em inícios de 1602, do que muito se queixaram os Jesuítas então a Lisboa.
O "Elucidário Madeirense" refere que o seu primeiro Condestável foi Francisco de Sousa, nomeado em 1624, com o ordenado de 24$ anuais e duas pipas de vinho. Nos anos seguintes, a fortaleza foi sendo passada a pedra e cal, sob a orientação de Jerónimo Jorge. Sob a invocação de São Filipe, as suas obras estariam concluídas já em 1632, de acordo como uma inscrição epigráfica sobre o Portão de Armas. Os trabalhos prosseguiram até 1640, de acordo com outra inscrição, que transcreve:
"O governador Luiz de Miranda Henriques Pinto fez o terço do baluarte [de] S. Paulo e quasi toda a cortina que pega ao baluarte [de] S. João e a cisterna com seus bocais e corpo da guarda rotos na rocha e o revelim da porta e as quatro casas dos armazéns da primeira praça, rotos na rocha e o princípio dos outros armazéns e terraplenos desta primeira praça."[1]
A cisterna apresenta a data de 1639 no murete, datando também da gestão daquele governante.
Após a Restauração Portuguesa, em 1642 era tenente da fortaleza Francisco de Mesa, que posteriormente alcançaria o posto de Sargento-mor da Madeira. Ao final desse ano, o tenente recebeu para azeite e lenha da casa da guarda. Foi sucedido no cargo por Benedito Catalão,[2] da anterior guarnição filipina, "por me haver servido há mais de 20 anos", de acordo com o despacho de João IV de Portugal.
No contexto da Guerra da Restauração foram concluídos os baluartes, assim como a Capela de São João Baptista, que rebatizou a praça. Data deste período iconografia de autoria de Bartolomeu João, que a retrata em 1654 apenas com as muralhas e com as edificações interiores ainda em obras. Esta etapa construtiva terá sido a mais complexa, nomeadamente no ângulo dos baluartes de São Paulo e de São João, de altura monumental.
Ao longo do século XVIII foi objecto de outras alterações, tendo sido nomeado em 1751 como seu comandante o Capitão-cabo Rodrigo da Costa Almeida.[2] Neste período, as suas dependências funcionaram como armazém de pólvora e como prisão.[3] De acordo com o "Elucidário", em 1770 aqui foram recolhidos os rapazes vadios do Porto Santo para aprenderem ofícios nas oficinas da fortaleza, nas modalidades de latoaria, ferraria, folha-de-flandres, armaria e coronharia. A mesma fonte complementa que estas oficinas conheceram grande incremento em 1802, sob a fiscalização do sargento-mor, ali tendo sido confeccionadas três espingardas com coronhas de diferentes madeiras da ilha, para instrução de Suas Altezas Reais.[4]
Quando do grande aluvião de 1803 todas as famílias desabrigadas foram recolhidas à Fortaleza do Pico, que se encheu de barracas de campanha, armadas nas esplanadas.[2]
No contexto da Guerra Civil Portuguesa (1828-1834), em 1833 a fortaleza passou a denominar-se Forte de São Miguel. Com o final do conflito e a vitória dos Liberais, em 1834 retomou a sua antiga designação.[2]
Quando da visita de Carlos I de Portugal e sua esposa à ilha (1901), a antiga artilharia do forte salvou em sua homenagem, causando os tiros danos às vidraças das habitações entretanto construídas nas suas vizinhanças.
Em meados do século XX o antigo forte passou para a esfera da Marinha Portuguesa para ali ser instalado o Posto Rádio Telegráfico do Funchal, que posteriormente passou a se designar Estação Rádio Telegráfica Naval do Funchal. Com as inúmeras antenas então levantadas, a população passou a designá-la por "Pico Rádio".
Declarada Imóvel de Interesse Público em 1943, actualmente encontra-se guarnecida por militares da Armada Portuguesa, apresentando uma sala-museu que pode ser visitada diariamente, das 9h as 18h.
Características
O recinto da fortaleza, em forma de cidadela a uma altitude de 111 metros acima do nível do mar, ocupa uma área de 2.750 metros quadrados.
Em seu interior destaca-se a grande cisterna escavada na rocha e em abóbada sobre a bateria principal, com as dimensões de 18 metros de comprimento, 6 metros de largura e 10 metros de altura até ao fecho.

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The Fortress of St. John the Baptist's Peak, popularly known as Fortress Peak, located in the so called Peak of Frias in the parish of St. Peter, the district of Funchal in Madeira.
One of the "ex-libris" of the island, this fortress was built in the context of Philippine Dynasty, in a dominant position on the Peaks of Cold, as part of the defensive system of Funchal from the attacks of corsairs and pirates, common in this region Atlantic Ocean at the time. From its walls, visitors can enjoy one of the best views of the city and port of Funchal.

History

Stepfather to the city of Funchal and the very fortress of St. Lawrence, the peak of the Cold and the source of water that existed there, had been granted to the nuns of Santa Clara by the Society of Jesus, that there had installed a small residence for recreation, in addition to have piped water from the source to your College in Funchal. Since 1590 there was a project of Mateus Fernandes (III) to a fort in Pico, but due to resistance of the priests of the Society, it had not materialized.
The earliest records about its construction dates back to 1600, by which time Christopher Falcon Sousa was appointed governor for Madeira. In late 1601, sent to Lisbon Sergeant-Major of Funchal, Roque Borges de Sousa, a plant with the new fortification. With the return of Sergeant-Major to Funchal, began the work, then only in wood, being already furnished in early 1602, complained that much of the Jesuits then to Lisbon.
The "Elucidário Madeirense" states that its first Constable was Francisco de Sousa, appointed in 1624, with annual salary of $ 24 and two casks of wine. In subsequent years, the fortress was being passed the stone and lime, under the guidance of Jerome Jorge. Under the invocation of St. Philip, his works would be completed as early as 1632, according to an epigraphic inscription on the gate arms. Work continued until 1640, according to another inscription, which records:
"The governor Luis de Miranda Henriques Pinto made the third of the bastion [of] St. Paul and nearly all the screen that takes the bastion [of] St. John and the tank with her nipples and body guard of ragged rock in the door and ravelin and the four houses of the warehouses of the first square, ragged in the early rock and other warehouses and terraces that first square. "[1]
The cistern has the date 1639 in the wall, dating also from the management of that ruler.
After the Restoration of Portugal, in 1642 the fort was a lieutenant Francisco de Mesa, who later would reach the rank of sergeant-major of Madeira. At the end of this year, the lieutenant received for oil and firewood from the guardhouse. He was succeeded in office by Benedict Catalan, [2] of the former Philippine garrison, "because I have served for over 20 years," according to the order of John IV of Portugal.
In the context of the War of Restoration was completed the ramparts and the Chapel of St. John the Baptist, who renamed the square. Date iconography of this period written by John Bartholomew, who portrays her in 1654 with only the walls and the interior buildings still under construction. This constructive step has been the most complex, notably in the angle of the ramparts of St. Paul and St. John, tall monumental.
Throughout the eighteenth century was the subject of other amendments, was appointed in 1751 as its commander Captain cable Rodrigo da Costa Almeida. [2] During this period, its dependencies, worked as a store of gunpowder and as a prison. [3] According to the "Elucidário" in 1770 here were collected in Porto Santo stray boys to learn trades in the workshops of the fortress, in the forms of tin, blacksmithing, tin-plate, armor and rifle butts. The same source adds that these workshops met a large increase in 1802 under the supervision of the sergeant-major, there were three rifles with rifle butts made of different woods of the island, for the instruction of Their Royal Highnesses [4].
When the great flood of 1803 all the homeless families were taken to the Fortress of Pico, which was full of tents, armed on the terraces [2].
In the context of the Civil War Portuguese (1828-1834), in 1833 the fort was renamed Fort San Miguel. With the end of the conflict and the victory of the Liberals in 1834 resumed its former name [2].
When the visit of Charles I of Portugal and his wife to the island (1901), the former artillery saved the fort in her honor, causing damage to the firing of glass houses but built in their neighborhoods.
In the mid-twentieth century the old fort passed into the sphere of the Portuguese Navy to be installed there Radiotelegraph Post in Funchal, which later came to designate Radiotelegraph Naval Station of Funchal. With the array of antennas, the population started to call her for "Pico Radio."
Declared a Public Interest in 1943, now is manned by soldiers of the Portuguese Navy, with one-room museum that can be visited daily from 9h to 18h.
Features
The enclosure of the fortress-shaped tower at an altitude of 111 meters above sea level, covers an area of 2,750 square meters.
Inside stands the great pit dug in the rock and vaulted on the main battery, with dimensions of 18 meters long, six meters wide and 10 feet high by the close.

Additional Hints (Decrypt)

CG:
N pnpur rapbagen-fr ab vagrevbe qn Sbegnyrmn...

- Fr sbe qr pneeb r rfgvire an Niravqn qb Zne, fhon n Ehn Qe. Wbãb Oevgb Pâznen, Rfgenqn qr Fãb Wbãb, iver n qvervgn cnen n Ehn Qe. Wbãb Freen Iryrm Pnebçb, qrcbvf iver n rfdhreqn cnen n Ehn qb Nygb qb Cvpb, iver n qvervgn cnen b Pnzvaub qn Npunqn r Ehn qb Pnfgryb.

- Fr sbe n cé r rfgvire nb cé qb Onapb qr Cbeghtny, fhon n Niravqn Mnepb, Ehn qnf Cergnf, Pnyçnqn qr Fnagn Pynen, Pnyçnqn qb Cvpb r rager n rfdhreqn an Ehn qb Pnfgryb.

VAT:
Gur pnpur vf ybpngrq vafvqr gur Sbegerff...

- Vs lbh'er va gur pne naq Nirahr Frn, hc gur Ehn Qe. Wbnb Oevgb Pnznen, Fg. Wbua Ebnq, ghea evtug gb Ehn Qe. Wbua Iryrm Fvreen Cvg, gura ghea yrsg bagb Ehn qb Nygb qb Cvpb, ghea evtug vagb gur cngu bs Npunqn naq Pnfgyr Fgerrg.

- Vs lbh jnyx naq lbh ner ng gur sbbg bs gur Onax bs Cbeghtny, hc gur Niravqn Mnepb, Ehn qnf Oynpx, Fvqrjnyx Fnagn Pynen, Pnhfrjnl orgjrra Cvpb naq yrsg ba Pnfgyr Fgerrg.........

Decryption Key

A|B|C|D|E|F|G|H|I|J|K|L|M
-------------------------
N|O|P|Q|R|S|T|U|V|W|X|Y|Z

(letter above equals below, and vice versa)



 

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